jcouto_infaciaO candidato pelo PS à Câmara Municipal de Santo Tirso defendeu  a necessidade de criação e sustentação de instituições de apoio social, nomeadamente creches, capazes de responder às necessidades das famílias. “É necessário terminar com as listas de espera destas instituições. A Câmara Municipal deve criar condições para responder aos pedidos e exigências sociais da população e esse é um dos nossos objetivos durante o próximo mandato”, referiu Joaquim Couto.

Após a visita de alguns elementos da candidatura A Força de Todos ao Centro Infantil de Santo Tirso, no dia 9 de julho, Joaquim Couto alertou para o facto do setor social ser, ainda, “muito desequilibrado”. “As áreas da Segurança Social, Saúde, Educação e Emprego ainda têm muito para concretizar. Projetos educativos como este devem ser apoiados pela autarquia, quer pelo impacto que assume junto das famílias, em prol do bem público, quer pela importância que adquire na inclusão das crianças na sociedade”, sustentou.

A resposta passa, na opinião do candidato socialista, “pela criação de condições para o aumento do número de vagas e, em simultâneo, pela diminuição das listas de espera. “O município carece deste tipo de infraestruturas e aumentar as respostas na área das creches é um objetivo para o próximo mandato”, realçou.

“É preciso relembrar que o acesso às creches é um direito das famílias. O aumento do número de vagas em creches é fundamental. Apenas desta forma, as crianças têm igualdade de oportunidades”, rematou Joaquim Couto.

O Centro Infantil de Santo Tirso, gerido desde janeiro pela delegação da Cruz Vermelha no concelho, acolhe cerca de 60 crianças no pré-escolar e 44 na creche. A autonomia da escola concretiza-se na elaboração de um projeto educativo próprio, constituído e executado de forma participada, com base na adequação às solicitações e apoios à comunidade. O projeto educativo tem um quadro de pessoal que integra mais de 20 profissionais, entre educadoras, auxiliares e prestadores de serviços.

Fátima Maia, diretora da unidade escolar, alertou para a falta de vagas e para a incapacidade de resposta para cerca de 12 crianças que se encontram em lista de espera. “Era necessário mais uma sala de creche. Temos vários pedidos para receber crianças com um e dois anos de idade. Neste momento, estamos lotados”, revelou.

Aludindo à necessidade de realização de obras no edifício cedido pela Segurança Social, Hugo Assoreira, presidente da direção da Delegação da Cruz Vermelha concelhia, relembrou que na freguesia de Santo Tirso existem apenas duas creches públicas que não conseguem dar resposta a todas as crianças.

Promover a igualdade de oportunidades, combater a pobreza e marginalização social dos grupos em situação de carência económica e social são alguns dos preceitos da candidatura. “Santo Tirso pode ser um concelho socialmente mais justo. A Câmara Municipal deve reforçar o apoio às instituições humanitárias concelhias, no sentido de criar um concelho com mais e melhor qualidade de vida”, referiu Joaquim Couto.

A visita ao Centro Infantil de Santo Tirso marca o arranque da temática sobre a ação social a que a candidatura vai dar destaque no mês de julho. O objetivo destas ações passa por conhecer os projetos, as dificuldades e a realidade social do município.

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O candidato da coligação TODOS POR SANTO TIRSO Alírio Canceles dedicou um dia ao setor agrícola. O roteiro de Alírio Canceles iniciou-se com uma visita à Escola Profissional Agrícola Conde de São Bento, passando depois pelo Cooperativa dos Agricultores de Santo Tirso/Trofa, Adega Cooperativa de Santo Tirso/Trofa, Vercoope e terminou com uma visita à Quinta de Marecos, uma exploração agrícola de um jovem empreendedor que está a investir no agroturismo, no turismo rural e na agricultura.

Alírio Canceles pretende estimular a agricultura empresarial e  cooperativa e ainda a  agricultura de subsistência, e por isso,   quer disponibilizar   terras aos jovens e às famílias carenciadas que as pretendam trabalhar, através da criação de um Banco de Terras. “Temos que alavancar o nosso crescimento  e reduzir a nossa dependência alimentar do exterior, com um regresso ao setor primário, nomeadamente à agricultura,  e isso passa necessariamente pela nossa capacidade de atrair os jovens”, papel onde o projeto de excelência desenvolvido pela Escola Profissional Agrícola tem dado um forte contributo, e que temos de manter. Alírio Canceles recorda que a Escola Agrícola de Santo Tirso, como também é conhecida, tem registado, ao contrário de outras, um crescimento e um nível de procura significativo que deixa excelentes perspectiva para o futuro. Na altura em que acaba de comemorar 100 anos de existência, a Escola Profissional Agrícola Conde de São Bento, superiormente dirigida pela equipa liderada por Carlos Frutuosa, é uma marca do concelho  que deverá ser potenciada.

O candidato da coligação PSD/PPM defende uma maior intervenção da autarquia na promoção dos produtos produzidos no concelho, nomeadamente nos vinhos verdes que se produzem em Santo Tirso e que são de reconhecida qualidade. “Temos que ajudar os nossos produtores, nomeadamente as cooperativas, a promover os vinhos no exterior”, defendeu Alírio Canceles,  que salientou o importantíssimo papel que as Cooperativas sediadas em santo Tirso têm desenvolvido, constituindo-se como verdadeiros embaixadores do concelho na região e no País.

O candidato da coligação TODOS POR SANTO TIRSO,  quer instituir um concurso anual  de ideias, dirigidas aos jovens,  que premiará projetos inovadores nesta área, com a atribuição de uma valor de cinco mil euros, o equivalente ao capital social necessário para constituir uma sociedade.

caldas_0307A Câmara Municipal de Santo Tirso deve assumir um papel ativo na criação e sustentação das estruturas sociais de apoio à Saúde. “Dar uma resposta aos utentes no que diz respeito aos suportes estruturais para a cura da doença é fundamental, no entanto, é igualmente importante atuar na prevenção das mais variadas patologias”, defendeu esta segunda-feira Joaquim Couto, realçando que “a autarquia deve auxiliar as instituições de Saúde concelhias, quer pelo valor terapêutico que detêm, quer pelo dinamismo que trazem à região, nomeadamente em termos turísticos”.

Durante a visita de alguns elementos da candidatura A Força de Todos às Termas das Caldas da Saúde, na freguesia de Areias, o candidato pelo PS a presidente da Câmara de Santo Tirso chamou a atenção para o facto das unidades termais “representarem uma mais-valia para o país, em termos de empregabilidade e sob o ponto de vista do panorama turístico”. Por isso, “é necessário apoiar estas instituições pela sua importância económica, social, política e cultural. Santo Tirso não é exceção”, afirmou.

De acordo com Joaquim Couto, é indispensável dar uma resposta às necessidades logísticas das instituições, no sentido de criar condições para o bom funcionamento das mesmas, sobretudo quando se trata de áreas como a Saúde. “A autarquia deve aproveitar o potencial turístico e terapêutico do termalismo e investir nesta área. É prioritário eliminar as falhas infraestruturais de apoio a este tipo de empreendimentos”, mencionou.

Para o candidato socialista, este é um setor mobilizador de desenvolvimento e deve ser encarado como uma oportunidade para o concelho, designadamente pelas potencialidades turísticas. “É importante divulgar o que de melhor existe em Santo Tirso, que vai desde o património paisagístico, ao património arquitetónico, passando pela riqueza que possui a água das Termas. Esta água deve ser encarada como um fator diferenciador nas suas mais variadas utilizações, nomeadamente nas áreas da saúde e do bem-estar”, explanou. Neste contexto, esclareceu, “deve apostar-se no incremento destas terapias nos hábitos de vida das pessoas, assim como a prática de exercício físico, em todas as idades”.

Assumindo um papel relevante na região em questões de saúde e de turismo, com a movimentação de cerca de 2500 visitantes por ano, o balneário termal é, também, uma importante referência na formação e fixação dos seus colaboradores no concelho. Atualmente, a estância emprega 37 pessoas, 17 a tempo inteiro e 20 em tempo parcial. Para além de serviços de termalismo clássico, vocacionados para várias indicações terapêuticas, sobretudo doenças respiratórias e músculo-esqueléticas, as termas apostam, ainda, na promoção de atividades complementares que vão desde os serviços de bem-estar à manutenção física.

Joaquim Couto lamentou que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) continue a privilegiar o recurso a fármacos em detrimento de tratamentos de cariz preventivo e natural. “É possível promover a Saúde em complementaridade com o SNS através da medicina não convencional. No entanto, é preciso desenvolver políticas complementares e articular as várias instituições de Saúde concelhias para atenuar a dependência dos fármacos”, sublinhou, concluindo “atuar na prevenção é possível, desde que seja feito um esforço nesse sentido”.

A visita às Termas das Caldas da Saúde insere-se num conjunto de iniciativas que a candidatura A Força de Todos está a levar a cabo durante o mês de junho na área da Saúde.

todos_por_stsJoaquim  Couto defende o encerramento do Hospital de Santo Tirso e a construção de uma nova unidade na periferia de Santo Tirso, Famalicão e Trofa (onde?). Paradoxalmente no mesmo texto, o candidato socialista  defende a construção no atual hospital de Santo Tirso,  de um novo edifício para acolher os  serviços de medicina interna, edifício que tinha sido prometido pelo secretário de estado do governo socialista. Foi num jantar da liga dos amigos do Hospital de Santo Tirso que Manuel Pizarro prometeu cinco milhões de euros, que nunca chegaram a Santo Tirso. Afinal em que ficamos, continuamos a construir no interior do atual hospital, para depois demolir?  Em julho de 2010,  Alírio Canceles,  numa reunião de câmara,  afirmou que os investimentos no hospital de Santo Tirso, poderiam  no curto e médio prazo, comprometer a possibilidade da construção de um edifício  de raiz, que foi durante anos foi prometido, nomeadamente pelo candidato Joaquim Couto, à data presidente da câmara.

Joaquim Couto  fala num esvaziamento de serviços em Santo Tirso. Toda a gente sabe, que foi no governo de José Sócrates e  foi precisamente no tempo em que Joaquim Couto exercia funções como deputado,  que foi criado o Centro Hospitalar do Médio Ave. Foi também nesse período e com total passividade de Joaquim Couto,   o Hospital de Santo Tirso perdeu a Maternidade, os serviços de neonatologia, a urgência de Ginecologia, bem como os serviços de pediatria. Além disso,  assistiu-se à desqualificação da  urgência, que passou de médico-cirúrgica para básica. Também o bloco operatório passou  ser usado só para cirurgias programadas e os serviços de Laboratório,  no que respeita às transfusões de sangue passaram parcialmente para a unidade de Famalicão.

Recorde-se que nos últimos anos foram investidos nos atuais edifícios de Santo Tirso e de Famalicão do Centro Hospitalar do médio Ave mais de 15 milhões de euros. O que fazer aos edifícios onde funcionam os hospitais de Santo Tirso e de Famalicão?

A proposta de Joaquim Couto, constitui uma autêntica deriva! O candidato socialista  alguma vez pensou no impacto negativo na economia local,  que o eventual encerramento do Hospital de Santo Tirso provocaria?  É este o dinamismo que Joaquim Couto promete para Santo Tirso?

O candidato da coligação “TODOS POR SANTO TIRSO” Alírio Canceles é totalmente contra o encerramento do nosso hospital e por isso defende a sua manutenção, bem como a manutenção dos atuais serviços e reivindica o seu reforço. Alírio Canceles defende ainda  a construção na área do Hospital de Santo Tirso,  de um novo edifício para instalar o internamento de saúde mental, uma unidade de convalescença e os serviços de medicina interna.

Joaquim Couto “empurrou” o polo universitário da Portucalense para Felgueiras. Enquanto deputado da nação, assistiu passivamente  ao esvaziamento dos serviços no nosso Hospital e agora quer dar-lhe o golpe final.

1011354_487396554664094_2010650295_nNo passado dia seis de Junho e no âmbito de um conjunto de iniciativas programadas pela Comissão Concelhia do PCP tendentes a melhor conhecer entidades do concelho, uma delegação deste partido visitou a Liga dos Amigos do Hospital de Santo Tirso. No encontro estiveram presentes, além de Cláudia Santos, representante da DORP os dirigentes do PCP Abílio Martins, José Alberto Ribeiro e Maria Augusta Carvalho, esta primeira candidata à CMST nas listas da CDU. Recebidos por uma equipa da LAHST da qual faziam parte, além do seu presidente, Engenheiro Nuno Alberto Videira da Costa Carvalho, Vítor Lemos, a enfermeira Laurinda e a voluntária Virgínia.

YR8B4398O candidato pelo PS a presidente da Câmara de Santo Tirso defendeu esta terça-feira, dia 11, a criação de um programa integrado de apoio a idosos no município. “É preciso promover um envelhecimento digno, erradicando os preconceitos associados a estas idades, como o isolamento, a passividade, a precariedade ou a exclusão social”, sublinhou Joaquim Couto. “Na área da Saúde, a autarquia deve promover, juntamente com as diversas instituições municipais, a componente do apoio domiciliário pluridisciplinar aos mais idosos, bem como acordos com as farmácias concelhias, entre outros”, defendeu na visita a um lar residencial para idosos, a abrir, muito em breve, em Areias.

Joaquim Couto deu a conhecer esta proposta no decorrer de uma visita de elementos da candidatura A Força de Todos à «Torre Sénior – Residências Assistidas das Caldas da Saúde», edificado pelo empresário Jorge Sousa, na freguesia de Areias. “Existe uma carência deste tipo de infraestruturas não só em Santo Tirso, mas um pouco por todo o país. Estes projetos devem ser acarinhados pela Câmara Municipal, não só pelo investimento que trazem para o concelho, mas também pela criação de postos de trabalho e pela aposta na formação qualificada”, disse Joaquim Couto, no final da visita à unidade residencial que deverá ser inaugurada ainda este mês.

A par da promoção de um envelhecimento ativo, Joaquim Couto considera que uma das respostas prioritárias a dar aos idosos está na área da Saúde. “Os lares e as unidades de cuidados continuados são importantes, mas é desejável que, desde que existam condições, as pessoas possam permanecer no seu meio familiar, em suas casas”, advogou. Para isso, explicou, “é necessário apostar em equipas pluridisciplinares que devem ser compostas por médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas e que se devem deslocar a casa das pessoas, no sentido de lhes garantir qualidade de vida e bem-estar”.

A «Torre Sénior» representa um investimento de mais de 10 milhões de euros e é uma solução residencial para acolher pessoas com diferentes estados de saúde, a partir dos 65 anos. Composto por 56 quartos e com capacidade para albergar 112 idosos, o edifício integra áreas de convívio e atividades, de refeições, de saúde, de hidroterapia e zonas de serviço. O empreendimento visa agregar, ainda, uma Unidade de Cuidados Continuados com capacidade para 28 camas, e pretende ser uma nova abordagem no apoio à comunidade sénior.

Amílcar Sousa, administrador da unidade, realçou o importante papel da infraestrutura para a região, quer pelo emprego que gera, quer pela diversidade de valências que engloba. “Serão criados cerca de 50 postos de trabalho diretos”, mencionou. Sublinhando a dimensão do edifício, Amílcar Sousa relembrou tratar-se de um estrutura de referência a nível nacional e única no país. “Temos capacidade para receber desde utentes muito dependentes a utentes autónomos, de uma forma diferenciada”, referiu.

Para o candidato socialista, “este tipo de empreendimento é fundamental para o município no que diz respeito à criação de emprego, à formação e ao investimento”. Joaquim Couto defende a existência de um leque diferenciado de ofertas para a terceira idade, mas acredita que o meio prioritário para os idosos passa pela sua inclusão no meio familiar. “Este tipo de resposta é possível, desde que sejam envolvidas as várias instituições municipais”. Entre elas, as farmácias, no sentido de, por exemplo, obter mais valias no fornecimento de medicação, apoio na aquisição de próteses e outros artigos básicos na terceira idade.

“Muitos dos idosos enfrentam graves problemas económicos. As reformas são cada vez mais baixas, por culpa das políticas que têm sido implementadas. O dinheiro não chega nem para a alimentação, nem para os medicamentos. A Câmara tem de assumir um papel social importante nesta área, como promotora de uma sociedade mais inclusiva”, concluiu Joaquim Couto.

Dar uma resposta às lacunas do município no que respeita às estruturas de apoio social é uma das prioridades da candidatura A Força de Todos, que está a dedicar este mês de junho às questões na área da Saúde.

Visita à Escola Tomaz Pelayo1O candidato do PSD a presidente da câmara de Santo Tirso Alírio Canceles,  dedicou um dia à educação/formação.

A equipa liderada por Alírio Canceles,  iniciou o seu trabalho com uma visita à Escola Profissional de Serviços Cidenai. O candidato do PSD ficou a conhecer em pormenor a realidade da uma entidade formadora (privada),  que há décadas se dedica exclusivamente à formação profissional, quer diretamente e através das candidaturas a Fundos Comunitários, quer em parceria com o IEFP.  É conhecido o  trabalho realizado por esta entidade que acolhe formandos de Santo Tirso e de alguns concelhos vizinhos.

Às 11h00,  tal como tinha ficado agendado, Alírio Canceles, agora já com a deputada Andreia Neto na comitiva,  dirigiu-se à Escola Tomaz Pelayo. Nesta visita,  a comitiva liderado pelo candidato à câmara Tirsense, conheceu em pormenor as instalações,   bem como vasta oferta educativa/formativa que esta escola disponibiliza. A criação do mega agrupamento de Santo Tirso foi também abordada. O Presidente da CAP Fernando Almeida,  que se fez acompanhar pelo vogal Vítor Fernandes,  deu nota que a integração e a interação entre a Escola Tomaz Pelayo e  Escola São Rosendo se está a processar dentro da normalidade,  e não antecipou qualquer perturbação no arranque do próximo ano letivo.

 Às 14h00 foi a vez da Escola D. Dinis. O Presidente da CAP António Coelho, manifestou  preocupação pelo atraso que se verifica nas obras de requalificação e ampliação do edifício escolar, preocupação partilhada por Alírio Canceles, que já enviou uma carta ao Ministro da Educação. A deputada Andreia Neto  também  agendou uma reunião de trabalho com o Secretário de Estado. Também neste caso a criação do mega agrupamento não deve interferir no arranque do próximo ano letivo.

A visita terminou na Escola D. Afonso Henriques, com uma reunião precedida de visita às instalações. O Presidente da CAP Rui Sousa, também manifestou despreocupação com a criação do mega agrupamento, não deixando no entanto de salientar que os problemas aumentam em termos quantitativos, situação que obrigará a um trabalho acrescido da equipa que compõe a CAP. Já em reação ao pessoal não docente, cuja  gestão passa novamente para as escolas, Rui Sousa mostrou-se preocupado, nomeadamente com os auxiliares de ação educativa cujos  contratos terminam no termo do ano letivo.  Alírio Canceles ficou a conhecer a instalações e a oferta educativa/formativa que a escola disponibiliza à comunidade.

A oferta educativa/formativa, nomeadamente no que respeita aos cursos Técnicos Profissionais,  foi tema de troca de pontos de vista com os Presidentes da CAP das três escolas da rede pública e com o Diretor  da Escola Profissional de Serviços Cidenai.

Alírio Canceles defendeu a criação de uma rede de estabelecimentos do ensino e formação, integrando entidades  públicas e privados,  que entres outras “terá como  missão o diagnóstico das necessidades de formação local e regional (designadamente  com os concelhos  com quem Santo Tirso faz fronteira) e a definição de planos de curto e médio prazo”. O candidato do PSD afirmou “Temos que orientar a formação para o mercado de trabalho, e só conhecendo a oferta formativa e as necessidades das empresas, é possível fazê-lo”.

Alírio Canceles defendeu a criação do Conselho Municipal de Educação e Formação. Segundo Alírio Canceles, este  órgão terá que assumir  um papel liderante,  de coordenação e consulta, e  terá como  objetivo,   a organização das políticas para a educação/formação, articulando a intervenção no âmbito do sistema, dos agentes educativos e dos parceiros sociais interessados, analisando e acompanhando o funcionamento do referido sistema e propondo as ações consideradas adequadas à promoção de maiores padrões de eficiência e eficácia do mesmo e deixou mais algumas ideias que pretende plasmar no seu programa eleitoral. “Vamos reformular a Carta Educativa Local, adaptando-a às novas exigências educativas e pedagógicas, sem esquecer a sustentabilidade do sistema, bem como  as formas de cooperação e colaboração da autarquia com a escola”.   A carta educativa municipal será também  reformulada com a participação ativa do Conselho Municipal de Educação e Formação.

O PSD não desiste de atrair para santo Tirso um polo Universitário. O candidato à Câmara promete desenvolver todos os esforços para concretizar este sonho,  e defende a requalificação dos edifícios escolares, nomeadamente da Escola São Rosendo (integrada no novo agrupamento de Santo Tirso e da escola D. Afonso Henriques (integrada no novo agrupamento de Escolas do Ave).

“Disponibilizaremos gratuitamente os livros e os manuais escolares aos alunos do 1º e 2º ciclo, e estimularemos a sua reutilização através da criação de um banco de livros escolares e queremos  implementar a 2ª refeição quente  (jantar),  dirigida aos alunos do 1º e 2º ciclo do ensino público,  provenientes de famílias que não tenham condições para a assegurar. Esta refeição poderá  ser fornecida através da rede de instituições sociais sediadas no concelho” como aliás Alírio Canceles, enquanto vereador,  já tinha sugerido.

Em relação às (AEC’s), o candidato do PSD pretende  reformular e reorientar a intervenção,  atribuindo-lhe um papel fundamental na formação e captação de novos talentos nas mais diversas formas de expressão cultural, bem como  no desporto.

Em relação ao empreendedorismo na escola, Alírio Canceles pretende implementar em cooperação com as escolas secundárias, um projeto extra curricular, para estimular a atitude empreendedora dos jovens, promovendo anualmente um concurso de ideias junto dos alunos  que frequentam o 12º ano, com prémios que passarão pela atribuição de bolsas para prossecução dos estudos no ensino superior.