cores_stsDias 9 e 10 de setembro, a Câmara Municipal de Santo Tirso convida a uma “reentré” colorida e cheia de energia, que promete tomar conta do Largo Coronel Batista Coelho.

Durante dois dias, Santo Tirso vai ser o centro da cor e da animação. A iniciativa “Santo Tirso a Cores” volta ao Largo Coronel Batista Coelho a 9 e 10 de setembro, depois do sucesso das edições anteriores, que trouxeram milhares de pessoas à cidade.

No primeiro dia, 9 de setembro, o “Run Tirso” promete desafiar os participantes a percorrerem cinco quilómetros, cheios de muitas surpresas. Em cada ponto estratégico do percurso, os participantes serão molhados pelos bombeiros, regados de pó colorido, confettis e espuma. A noite terminará com uma “Festa Kubik”, ao som de muita música proporcionada por DJ’s convidados.

A “Festa Kubik” volta a animar a cidade no dia 10. Ao longo de toda a noite, vários DJ’s vão protagonizar aquela que promete ser mais um grande evento no Largo Coronel Batista Coelho.

escola_ponteA rotina na Escola da Ponte, Santo Tirso, não começa com o toque de entrada. Bruna, Inês e Vasco, três dos 210 alunos que frequentam um modelo de ensino “diferente”, escolhem que matéria estudar, fazem pesquisas e autopropõem-se para avaliação. “Iniciação”, “consolidação” e “aprofundamento” são os nomes dos núcleos que compõem o sistema organizativo da Escola da Ponte. Correspondem aos graus de ensino tradicional mas isso não significa que nas salas estejam crianças e jovens divididos por idades com um professor junto ao quadro a ler o manual ou a debitar matéria. A Escola da Ponte é pública, assinou em 2003 um Contrato de Autonomia com o Ministério da Educação, recebe alunos desde o pré-escolar ao 9.º ano de escolaridade e existe há mais de 40 anos seguindo um método único em Portugal.

In Correio da Manha

museu_escultura_internacionalÉ a conclusão de um projecto nascido há cerca de um quarto de século, quando, em 1990, o escultor Alberto Carneiro desafiou a Câmara Municipal de Santo Tirso a lançar um simpósio de escultura contemporânea na cidade. Dez simpósios depois (1991-2013), que deixaram espalhadas pela terra 54 peças criadas por 53 artistas de todo o mundo – Carneiro é o único escultor repetido, com as obras que deram origem ao programa, Água sobre a terra e O barco, a montanha e a lua (ambas de 1990) –, Santo Tirso conta com uma sede para o seu Museu Internacional de Escultura Contemporânea (MIEC.

Álvaro Siza e Eduardo Souto de Moura são os autores do novo equipamento, que tem a particularidade de ficar ligado funcionalmente ao antigo Museu Municipal Abade Pedroso, criado no final dos anos 1980. Os dois arquitectos “Pritzker” portugueses foram convidados pela autarquia em 2013 para conceberem o novo edifício, que responderia – diz ao PÚBLICO o seu director, Álvaro Moreira – “à necessidade de reabilitar o museu municipal e criar uma nova sede para o MIEC”.

Numa solução que casa um edifício contemporâneo com a arquitectura barroca do velho Mosteiro de Santo Tirso (classificado como Monumento Nacional em 1982), o novo museu é uma espécie de “dois em um”, ligando as duas valências a partir de uma entrada e um conjunto de espaços comuns: recepção, loja, cafetaria, auditório e sala de reservas.

O conjunto das obras teve um orçamento de 4,6 milhões de euros, comparticipados em 85% por fundos comunitários.

O novo edifício do MEIC tem dois pisos: no primeiro, encontra-se o centro de documentação e de interpretação que dá a conhecer a meia centena de peças espalhadas pela cidade; no subterrâneo, sete salas profusamente iluminadas acolhem as exposições temporárias. A primeira a ter aí lugar, com inauguração também este sábado, reúne 13 peças do escultor Carlos Nogueira (n. Moçambique, 1947), sob o duplo título Casa comprida com árvores dentro (retomando o trabalho por si apresentado no 9.º Simpósio Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso, em 2013) e Casa comprida com luz e outras construções.

Com um trabalho em que utiliza materiais como a madeira, a pedra, o ferro ou o vidro, Carlos Nogueira “explora temas como a casa ou o caminho, convocando muitas vezes o espaço habitável e esbatendo as relações tradicionais entre interior e exterior”, diz o comunicado do MEIC a anunciar a exposição. Na sua carreira, o escultor de origem moçambicana representou Portugal na Bienal de Veneza de 1986, na Trienal de Arquitectura de Milão de 1996 e na Quadrienal de Escultura de Riga de 2004. Em 2013, teve uma retrospectiva no Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian, sob o título O Lugar das Coisas.

Foto e Texto: Público

joaquim_couto_inaA Câmara Municipal de Santo Tirso está preocupada com o futuro do Instituto Nun’Alvres, fruto da publicação do despacho normativo que prevê o fim de contratos de associação com os colégios privados. Numa missiva endereçada à secretária de Estado Adjunta e da Educação, na passada sexta-feira, dia 29 de abril, a autarquia solicita que a aplicabilidade do despacho seja revisto, com caráter de urgência.

Após uma reunião com a administração do INA, que decorreu na passada sexta-feira, a Câmara Municipal de Santo Tirso enviou um ofício a Alexandra Leitão, secretária de Estado Adjunta e da Educação, alertando para o facto da aplicação do despacho normativo colocar em risco valências do Colégio das Caldinhas, pela possibilidade de diminuição de turmas e consequente redução de financiamentos.

Segundo a missiva, as consequências são ainda mais abrangentes do que a redução de recursos humanos, pois implicam o impacto no desemprego do concelho, nas famílias e na economia local.

“As famílias dos professores, auxiliares e alunos vivem, atualmente, momentos de grande ansiedade e inquietação, face a um futuro que se vê incerto, mas a concretizar-se a aplicação deste normativo, a realidade será muito gravosa”, adverte-se no ofício.

A instabilidade, acrescenta-se, irá refletir-se não só em Santo Tirso, mas também nos municípios do Médio Ave, nomeadamente Guimarães, Famalicão e Trofa, uma vez que o Colégio das Caldinhas é frequentado por alunos de toda a região, dada a oferta formativa, a sua qualidade de ensino de rigor e grande referência.

Solicitando, assim, com caráter de urgência, que o despacho seja revisto e a sua aplicabilidade ponderada no que ao Colégio das Caldinhas diz respeito, a Câmara Municipal de Santo Tirso pediu, ainda, uma reunião com a secretária de Estado Adjunta e da Educação, para análise da situação.

A Câmara de Santo Tirso reitera, desta forma, a posição de solidariedade com a comunidade educativa, transmitida à direção do INA logo após ter havido conhecimento do despacho normativo.

vale_lecaNa zona do Vale do Leça, concelho de Santo Tirso, no distrito do Porto, estão em causa as freguesias de Monte Córdova, Lamelas/Guimarei, Carreira/Refojos, Água Longa, Agrela e Reguenga.

Com este investimento, os responsáveis acreditam que “dentro de dois a quatro anos” a cobertura de rede na zona atinja 95%.

Esta manhã, numa apresentação que decorreu junto à Capela de Nossa Senhora das Dores, em Reguenga, foi vincado como “grande objetivo” deste investimento, que será alvo de candidatura a fundos comunitários, “atingir ganhos de saúde pública”.

“Queremos dar continuidade à completa infraestruturação com redes públicas de água e saneamento de todo o concelho. E esta zona sem dúvida que necessita deste projeto que inclui investimentos em alta e em baixa”, referiu o presidente da câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto.

O autarca destacou a “beleza” e o património natural da zona do Vale do Leça, elogiando a população e as juntas de freguesia que “souberam conservar muito bem o espaço”.

Já o vice-presidente da Águas do Norte, Martins Soares, disse que desde a agregação das empresas de águas estão no terreno investimentos a rondar os 1,8 mil milhões de euros em 80 municípios nortenhos.

“Isto corresponde a três milhões de habitantes a beberem água através da Águas do Norte”, referiu, acrescentando “estar certo” que a análise da reformulação do setor faz águas que está a ser feita pelo atual Governo “não vai comprometer estes investimentos”.

partysleeprepeatPAUS,  XINOBI,  Capitão  Fausto,  Holy  Nothing  e  outros artistas celebram a amizade e a vida através da cultura e solidariedade a 22 e 23 de abril de 2016 na Oliva Crea- tive Factory, em S. João da Madeira.

Na 4ª edição do PARTY SLEEP REPEAT (PSR) a festa prolonga-se por mais um dia. Considerado o Melhor Festival Indoor da Península Ibérica, o PSR fecha o cartaz deste ano com Equations, Basset Hounds, GANSO, The Miami Flu, MVRIA e BAN- DIDO$.

Na  maior  edição  até  à  data,  a  Associação  Cultural  Luís  Lima  (ACLL)  celebra  o prémio atribuído pelos Iberian Festival Awards. Nas palavras de Tiago Valente dos Santos, “o PARTY SLEEP REPEAT é uma festa onde se celebra com grande intensi- dade o amor, esse amor materializou-se neste troféu”. O Presidente da ACLL acres- centa ainda que o festival “é a forma perfeita de lembrar o Luís, um amigo profunda- mente interessado e proactivo em relação à cultura e solidariedade.”

O festival de tributo a Luís Fernandes Lima, é organizado pela Associação Cultural Luís Lima (ACLL) com a parceria da Câmara Municipal e Junta de Freguesia de S. João da Madeira e da Associação de Jovens Ecos Urbanos. A receita da bilheteira é, este ano, dividida entre o projeto “Apadrinhe esta Ideia” de aquisição de alimen- tos  para  famílias  economicamente  vulneráveis  do  concelho  e  a  Liga  Portuguesa Contra o Cancro, mais concretamente ao apoio na à formação e investigação em oncologia.

Os bilhetes diários (7€) e o passe geral (12€) estão à venda na Last2ticket, na sede da Associação de Jovens Ecos Urbanos, na Junta de Freguesia de S. João da Madeira, em Sta. Maria da Feira no Transat e na La La Land e no Porto na Matéria Prima e no BOP Café.

A organização disponibiliza gratuitamente, nos dois dias, um autocarro com partida do Porto até à Oliva Creative Factory que regressa ao Porto no m da noite. Os inte- ressados deverão enviar o nome, contacto e o(s) dia(s) que pretendem o transporte para shuttle@party-sleep-repeat.com.

zonaindustrialfontiscoO Programa Operacional Regional do Norte – NORTE 2020 já aprovou, até março deste ano, candidaturas no valor de 13 milhões de euros de investimentos no tecido empresarial de Santo Tirso. As aprovações beneficiarão um total de 36 empresas do Município.

São 13 milhões de euros de candidaturas aprovadas pelo NORTE 2020, referentes a investimentos no tecido empresarial de Santo Tirso. Ao todo, 36 empresas sediadas no concelho viram aprovadas candidaturas a fundos comunitários para modernização e ampliação das suas unidades produtivas, em atividades como os têxteis, plásticos, distribuição, construção civil, mobiliário, animação turística e desportiva, entre outras.

Em declaração política, no período antes da ordem do dia da reunião de Câmara desta quinta-feira, Joaquim Couto, presidente da autarquia, congratulou- se pela dinamização económica do Município e pelo significado das aprovações. “Naturalmente, os investimentos que resultam da aprovação das candidaturas ao NORTE 2020 vão criar, a curto e médio prazo, riqueza e postos de trabalho, contribuindo para a redução da taxa de desemprego no concelho, que caiu no terceiro trimestre de 2015 face ao período homólogo de 2014, cerca de 20 por cento”, destacou.

Assumindo o emprego e a captação de novos investimentos para o concelho como uma das principais prioridades para o mandato, o executivo municipal lançou um conjunto de medidas com vista à captação de novas empresas, nomeadamente isenção e redução da carga fiscal.

Em curso estão, também, várias candidaturas lideradas pela Câmara de Santo Tirso a fundos comunitários, tendo em vista a requalificação das zonas industriais do concelho, à semelhança do que já aconteceu com a Zona Industrial de Fontiscos. Segundo revelou Joaquim Couto, prevê-se um investimento de quase 30 milhões de euros, com recurso ao Norte 2020.

Assim, caso as candidaturas sejam aprovadas, serão investidos cerca de 23 milhões de euros na beneficiação das acessibilidades às zonas industriais de Fontiscos, Alto da Cruz e Ermida. Em Vilarinho, estão ainda previstos investimentos na ordem dos dois milhões de euros, para melhoramento das acessibilidades e requalificação da área empresarial localizada naquela freguesia.

Já no âmbito de uma parceria entre os Municípios de Santo Tirso e da Maia está a decorrer uma terceira candidatura, no valor de 4,2 milhões de euros, que visa a requalificação dos acessos ao Aeródromo de Vilar de Luz e Vale de Pisão. “São investimentos estratégicos que vão melhorar a rede de acessibilidades a algumas das principais zonas industriais do concelho e contribuir para o desenvolvimento do Município, que passará a estar em melhores condições de atrair novas empresas”, concluiu Joaquim Couto.