Santo_TirsoO Município de Santo Tirso subiu oito posições e passa a ocupar o 52º lugar do ranking dos 308 concelhos portugueses como uma das melhores cidades para viver, visitar e fazer negócios. Segundo o estudo “Portugal City Brand Ranking 2014”, levado a cabo pela empresa “Bloom Consulting”, Santo Tirso subiu, ainda, duas posições no ranking da região Norte e passa a ocupar o 16º lugar do ranking, à frente de concelhos como Famalicão, Trofa, Paços de Ferreira, Gondomar ou Valongo.

É no item de melhor Município para viver que Santo Tirso se destaca, ao ocupar o 18º lugar ao nível da região Norte, composta por um total de 86 concelhos. Segundo o presidente da Câmara Municipal, Joaquim Couto, o resultado obtido “é uma consequência das políticas urbanísticas seguidas nos últimos 30 anos“.

“O concelho teve uma política de gestão urbanística exemplar que permitiu o seu crescimento de uma forma equilibrada, numa harmonia entre o património edificado e o património natural e paisagístico”, explicou.
Outro dos parâmetros avaliados pela empresa são os negócios. E aqui, Santo Tirso também aparece em destaque ao ocupar o 19º lugar da região Norte.

“Sentimos que o investimento privado está de volta a Santo Tirso. Temos empresas de referência a nível nacional e internacional que continuam a crescer e estamos a incentivar o aparecimento de novos negócios, nomeadamente com a criação do Invest Santo Tirso – Gabinete de apoio ao investidor”, aponta Joaquim Couto.

No último item em análise, melhor Município para visitar, Santo Tirso ocupa o 25º lugar na região Norte. E são vários os motivos para conhecer o concelho. Desde o Museu Internacional de Escultura Contemporânea ao Ar Livre, ao património histórico do Mosteiro de S. Bento, do Santuário Nossa Senhora da Assunção, o Mosteiro de Roriz, o mosteiro de Singeverga, até ao património paisagístico como o Parque Ribeiro do Matadouro, o Parque da Rabada e as margens do rio Ave.

De acordo com o presidente da autarquia, o atual executivo tem apostado “na promoção externa” do concelho, quer com a organização de eventos de referência nacional, quer através da implementação de uma estratégia de marketing e de divulgação de Santo Tirso fora de portas.

PARÂMETROS AVALIADOS
O estudo da Bloom Consulting tem como objetivo medir o valor da marca dos municípios, tendo em conta diversos indicadores económicos e sociais. Partindo da questão – Por que são alguns municípios mais atrativos do que os outros? –, resultaram os objetivos de avaliar o impacto das estratégias políticas, de urbanismo e de promoção de cada município e o de identificar as potencialidades e fragilidades de todos os municípios portugueses, nas áreas do negócio, investimento, talento e qualidade de vida.

Tendo como indicadores o número de empresas do concelho, as dormidas e a população, a empresa que fez este estudo refere que os dados permitem avaliar a atividade empresarial, a dimensão da indústria turística e os movimentos migratórios populacionais em cada município.

Em Negócios (Investimento), foi considerada a percentagem de novas empresas sobre o total de empresas. Em Visitar (Turismo), foi tida em conta a taxa de ocupação hoteleira. Em Viver (Talento), foram consideradas, não só as taxas de desemprego e de criminalidade, mas também o poder de compra de cada munícipe, relativamente à média nacional.

Estes indicadores permitem compreender o clima de negócios, o desempenho hoteleiro, o nível de segurança e ainda as oportunidades oferecidas a novos residentes. Finalmente, e por forma a fazer justiça aos municípios menos populosos, foram incluídos indicadores de rácios.
Isto permite entender qual das três dimensões, Negócios (Investimento), Visitar (Turismo) e Viver (Talento), é a componente socioeconómico mais importante em cada município. Por sua vez, na dimensão Negócios (Investimento), foi calculado o número de empresas por habitante, enquanto que na dimensão Visitar (Turismo), foi calculado o número de dormidas por habitante bem como, o número de habitantes por centro médico e estabelecimentos de ensino superior, por 10.000 habitantes.

centro_saude_saomartinhoO presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Joaquim Couto, assinalou esta segunda-feira a abertura na Unidade de Saúde de S. Martinho do Campo, com uma visita ao local. “É com grande satisfação que damos por concluído um processo e que, finalmente, este equipamento fica à disposição dos utentes”, congratulou-se o autarca.

No final da visita, e em declarações aos jornalistas, Joaquim Couto considerou que as novas instalações vão melhorar o atendimento prestado aos cerca de 12 400 utentes abrangidos por esta unidade de saúde.

“São, de facto, instalações de excelência, de grande qualidade, pelo que esperamos que alguns dos problemas reclamados pela população possam ser resolvidos”, realçou.

Segundo informações prestadas no local pela diretora dos Agrupamentos de Centros de Saúde de Santo Tirso/Trofa, Ana Tato, a Unidade de Saúde de S. Martinho tem atualmente sete médicos, sete enfermeiros e cinco administrativos, mais um do que anteriormente.

Ainda de acordo com aquela responsável, está garantido que nenhum utente de Santo Tirso está sem médico de família. O rácio de utentes varia entre os 1900 por médico, e os 1700 por médico.

A Unidade de Saúde de S. Martinho abriu hoje pelas 14h00. Tem consulta aberta e funciona entre as 8h00 e as 20h00. Na visita ao local, Joaquim Couto esteve acompanhado pelo vereador da Coesão Social, Alberto Costa, e o presidente da União de Freguesias de Campo (S. Martinho), S. Salvador do Campo e Negrelos (S. Mamede), Marco Cunha.

A construção da nova Unidade de Saúde de S. Martinho do Campo resultou de um protocolo entre a Câmara Municipal de Santo Tirso e a ARS/Norte e significou um investimento de cerca de um 1,1 milhão de euros.

As obras contemplaram a construção de um edifício de raiz. No piso superior, a nova Unidade de Saúde de S. Martinho do Campo dispõe, para além de uma área de atendimento e secretaria, oito gabinetes médicos, oito gabinetes de enfermagem, três salas de tratamento, um gabinete polivalente e, ainda, um setor dedicado à Saúde Materna e Infantil, com zona de espera específica.

No piso inferior, dispõe de uma sala de reuniões, gabinete do coordenador, gabinete de planeamento e coordenação, sala de pessoal/cafetaria, vestiário de pessoal, depósitos de material clínico, terapêutico e de consumo, arquivo e, ainda, área para instalações técnicas, garagem e recolha temporária de resíduos sólidos.

amiantoA câmara de Santo Tirso avançou hoje que a retirada das coberturas de fibrocimento das escolas do primeiro ciclo e pré-escolar do concelho atingiu os 75%, exigindo que o Governo “faça a sua parte” nas EB 2-3.

“Da nossa parte estamos a cumprir, mas o Governo não está. Existem escolas em Santo Tirso que ainda não foram intervencionadas”, disse o presidente da autarquia de Santo Tirso, Joaquim Couto que falava à agência Lusa à margem de uma visita às obras em curso na EB1 de Areias, localizada neste concelho do distrito do Porto.

À câmara cabe retirar as coberturas passiveis de conterem partículas de amianto nas escolas de ensino básico e jardins-de-infância, enquanto o Governo é responsável pelos estabelecimentos de ensino secundários e EB 2-3.

Mas segundo Joaquim Couto em Santo Tirso a EB 2-3 de S. Rosendo e a EB 2-3 de Vila das Aves, que albergam cerca de 700 alunos, ainda não foram intervencionadas.

Questionado sobre se pretende tomar alguma medida, o autarca apontou que a vereadora da área da Educação, Ana Maria Ferreira, “procurará averiguar junto do Ministério [da Educação e Ciência] sobre o porquê de Santo Tirso estar a ser ignorado no plano nacional de retirada de amianto das escolas”.

Relativamente aos estabelecimentos de ensino que estão na alçada da autarquia, Joaquim Couto garantiu que o próximo ano letivo, 2015/16, se iniciará “sem amianto nas coberturas”.

As empreitadas que estão a ser levadas a cabo pela autarquia visam nove escolas, num total de cerca de mil alunos, dos 03 aos 10 anos de idade, e um investimento superior a 400 mil euros.

A par da retirada das placas de fibrocimento, a câmara de Santo Tirso aproveitou, descreveu Joaquim Couto, para fazer algumas reparações como arranjo de casas de bano, drenagem de águas e colocação de telhados novos que permitem a melhoria da eficiência energética dos edifícios.

“Foi feita uma planificação com as juntas de freguesia e com as direções das escolas para causar o mínimo de perturbação nas atividades letivas. Temos seis escolas concluídas e as restantes três ficam prontas até ao verão”, concluiu.

hora_planetaNo próximo sábado, 28 de março, o município de Santo Tirso junta-se às comemorações da 9º edição da Hora do Planeta.
De forma a mostrar o apoio à iniciativa, às 20h30, durante 60 minutos, serão desligadas as luzes do edifício dos Paços do Concelho, e de forma parcial as luzes do Parque Urbano da Rabada, do percurso pedonal e clicável das margens do Ave e de várias praças e jardins no centro da cidade.
Ainda no âmbito desta campanha da Hora do Planeta, durante o ano de 2015 o município compromete-se a promover políticas de eficiência energética nos seus serviços, incluindo a instalação de coberturas (mantas térmicas) nos dois tanques da Piscina Municipal.

Como uma das primeiras campanhas acerca das alterações climáticas, a Hora do Planeta tem crescido a partir de um evento simbólico numa única cidade para o maior movimento do mundo em defesa do ambiente.
Centenas de países, entre os quais Portugal, preparam-se para enviar uma mensagem conjunta de que é agora o momento de agir pelo planeta e que todos temos o poder para mudar o mundo em que vivemos. Com a mensagem Usa o teu poder contra as alterações climáticas pretende-se este ano sublinhar a necessidade de fazermos algo, numa base diária, contra a que é considerada como a maior ameaça à biodiversidade mundial.

A Hora do Planeta em 2014 chegou a 162 países e territórios, a mais de 7000 cidades e vilas. Em Portugal, 90 municípios aderiram e centenas de monumentos emblemáticos nacionais ficaram às escuras, como a Ponte 25 de Abril, o Mosteiro dos Jerónimos, o Cristo Rei, em Lisboa e o Convento de Cristo, em Tomar.

Em 2015, a Hora do Planeta pretende aproveitar o poder dos seus milhões de adeptos em todo o mundo para mudar as alterações climáticas.

cmst_ledA Câmara Municipal de Santo Tirso vai substituir duas mil lâmpadas convencionais por tecnologia LED. Uma medida que vai permitir uma redução de custos com iluminação no valor de 140 mil euros por ano e, ainda, voltar a ligar cerca de 600 luminárias que estavam desligadas. Segundo o presidente da autarquia, Joaquim Couto, este é um passo importante “na adoção de medidas do ambiente e de redução da fatura energética municipal”.

A aposta da Câmara Municipal de Santo Tirso na iluminação LED surge no seguimento da aprovação da candidatura apresentada pela autarquia, no âmbito do Programa Operacional Temático de Valorização do Território (POVT), envolvendo um financiamento na ordem dos 600 mil euros. Este investimento será feito nas Estradas Nacionais entre Santo Tirso e Vila das Aves, Santo Tirso e Areias e Santo Tirso e Água Longa e ainda nos centros de Santo Tirso e Vila das Aves.

Para Joaquim Couto, não há dúvidas de que as lâmpadas LED estão a revolucionar o mundo da iluminação, apresentando inúmeras vantagens. As mais evidentes são a poupança energética e uma maior proteção do ambiente.

Atualmente, a Câmara Municipal tem uma despesa por ano com a fatura da luz pública, em relação ao universo das duas mil luminárias, na casa dos 200 mil euros. Com a substituição por tecnologia LED, as mesmas duas mil luminárias vão representar um custo de 60 mil euros, ou seja, em apenas um ano, a Câmara vai poupar cerca de 140 mil euros, a que corresponde uma redução de 70 por cento.

Feitas as contas, realça Joaquim Couto, “estamos a falar de uma poupança para o Município na fatura da eletricidade superior a 11,5 mil euros mensais”.
Com a poupança obtida em resultado da substituição das lâmpadas convencionais, a Câmara Municipal vai ter possibilidade de voltar a ligar as cerca de 600 luminárias que haviam sido desligadas quando o IVA da iluminação pública foi aumentado para a taxa máxima por decisão do atual Governo.

A economia energética e consequente redução da fatura é a grande vantagem da utilização da tecnologia LED, evitando assim o recurso a medidas como o desligar de lâmpadas, redução do horário de funcionamento ou do índice de iluminação por ponto de luz, com inconvenientes para a população.

A proposta do contrato de financiamento a celebrar entre a Câmara Municipal de Santo Tirso e o POVT foi aprovada esta quinta-feira, em reunião do executivo camarário, por unanimidade.

festival_guitarraXXII EDIÇÃO DECORRE ENTRE 16 DE MAIO E 6 DE JUNHO

São sete concertos, três master classes, um workshop e dois dias de festival nas escolas. A vigésima segunda edição do Festival Internacional de Guitarra de Santo Tirso decorre entre 16 de maio e 6 de junho e traz pela primeira vez a Portugal nomes como o do alemão Joscho Stephan, o ingês Mike Dawes ou a argentino Pablo Márquez, considerado um dos virtuosos e mais versáteis guitarristas da atualidade. Com um orçamento de 50 mil euros, semelhante aos de edições anteriores, a Câmara Municipal de Santo Tirso mantém a aposta na realização de um festival de projeção nacional e internacional.

“Temos feito um esforço no sentido de promover eventos culturais para todos os gostos, dos mais populares, aos mais específicos. O Festival Internacional de Guitarra é uma referência e iremos manter a qualidade a que habituamos o público”, realçou o presidente da autarquia, Joaquim Couto, na conferência de imprensa desta quarta-feira, que assinalou a apresentação do programa do evento.

O XXII Festival Internacional de Guitarra de Santo Tirso decorre entre 16 de maio e 6 de junho, com a realização de sete concertos, mais um do que na edição do ano passado. Pela primeira vez, a Fábrica de Santo Thyrso é incluída no roteiro de locais dos concertos, mantendo-se os espaços habituais: Biblioteca Municipal, Centro Cultural de Vila das Aves, Auditório Padre António Vieira e Auditório Eng. Eurico de Melo. Uma oportunidade, segundo referiu Joaquim Couto, “para a população de Santo Tirso e todos os que visitam o Município contactarem com o mundo da guitarra, interpretada por artistas conceituados de várias partes do mundo”.

Aos espetáculos, juntam-se workshops e três master classes e o festival nas escolas. De acordo com o presidente da Câmara de Santo Tirso, reforça-se “a ligação à vertente pedagógica e aos estabelecimentos de ensino”, na medida em que a autarquia “considera que a cultura é um instrumento de desenvolvimento social e económico”.

À semelhança das últimas edições, o Festival Internacional de Santo Tirso é promovido pela Câmara Municipal de Santo Tirso e pela ARTAVE. Na conferência de imprensa desta quarta-feira, Alexandre Reis deu enfase à qualidade e à notoriedade alcançadas pelo evento, não só a nível nacional, mas também a nível internacional. Para o diretor da Escola Profissional Artística do Vale do Ave, a programação deste ano “pretende manter o Festival como um espaço único de difusão e de encontro de ideias e de estéticas no multifacetado universo da guitarra”.

Programação
A abertura do XXII Festival Internacional de Guitarra, no dia 16 de maio no auditório Eng. Eurico de Melo, uma incursão ao território do Jazz, está a cargo do virtuoso guitarrista Joscho Stephan, prossecutor da tradição musical de Django Reinhart, que se apresenta com o seu Trio.
As novas expressões estão representadas no Festival pelo autor de inovadoras técnicas de execução da guitarra, contanto atualmente com inúmeros seguidores por todo o mundo, o exímio jovem inglês Mikes Dawes que apresenta as suas composições e arranjos para guitarra acústica. O concerto decorrerá no dia 22 de maio, na Biblioteca Municipal.

No dia seguinte, a 23 de maio, também na Biblioteca Municipal, sobe ao palco Pablo Márquez, da Argentina, considerado um dos virtuosos, mais versáteis e completos guitarristas da atualidade.

Música para filmes, um tema inovador nas sessões do Festival, chega à Fábrica de Santo Thyrso no dia 29 de maio e contará com a presença de Joaquim Pavão, compositor, cineasta e guitarrista que interpretará obras da sua autoria no concerto denominado “Um filme concerto”.

A música clássica tem representação e novidades de destaque nesta vigésima segunda edição. Dois emblemáticos duos de guitarra, oriundos da Alemanha e de Itália, integram o programa: o Amadeus Guitar Duo -Dale Kavanagh & Thomas Kirchhoff – que celebra este ano o seu 25º aniversário com uma tournée mundial – a 30 de maio, no Centro Cultural de Vila das Aves, e o celebradíssimo SoloDuo, integrado por dois notáveis músicos, Lorenzo Micheli e Matteo Mela, a 6 de junho, no auditório Eng. Eurico de Melo. Pablo Marquez, apresentará um programa eclético, de Bach ao compositor argentino Cuchi Leguizamón.

Já o francês Judicael Perroy dará continuidade à divulgação no Festival dos mais representativos concertos para guitarra e orquestra, interpretando o Concerto de Heitor Villa-Lobos, sendo acompanhado pela Orquestra ARTAVE. O concerto terá lugar no dia 5 de junho, no Auditório Padre António Vieira.
Cumprindo-se a tradição, a componente pedagógica mantém um lugar de destaque na programação do Festival. Nesta edição será concretizada através do workshop de guitarra acústica, a cargo de Mike Dawes, e das master classes de guitarra clássica lecionadas pelo Amadeus Guitar Duo e pelos integrantes do SoloDuo.

Uma aposta na formação cultural de novos públicos, tendo em conta que a Câmara Municipal de Santo Tirso considera que a divulgação e promoção das atividades culturais em geral, e da música, em particular, é uma componente essencial no evento.

Os bilhetes para o XXII Festival Internacional de Guitarra têm um custo de 7,5 euros e podem ser adquiridos nos locais dos concertos, na FNAC de Matosinhos (Norteshopping) e do Porto (Santa Catarina) e nas instalações da ARTAVE, na freguesia de Areias.

Hospital de Santo TirsoA transferência do hospital de Santo Tirso para a Santa Casa de Misericórdia local (SCMST), anunciada em dezembro, deverá ficar concluída entre “fins de junho ou princípios de julho”, indicou hoje o provedor desta instituição, José Santos Pinto.

O responsável disse estar “mais tranquilo” com este processo, sublinhando que questões como postos de trabalho ou valências estão a ser “devidamente negociadas, garantidas e reivindicadas”.

“Havia uma preocupação muito grande com os postos de trabalho, mas os postos de trabalho estão garantidos. Ninguém vai despedir ninguém. Havia também questões relativas ao Serviço Nacional de Saúde, mas continua tudo exatamente na mesma maneira como estava antes”, apontou, à Lusa, José Santos Pinto.

O hospital de Santo Tirso integra o Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA), juntamente com a unidade de Famalicão, e a 16 de dezembro do ano passado, com a assinatura em Lisboa do terceiro “Compromisso de Cooperação para o Setor Social e Solidário” foi anunciada a sua passagem para a alçada da Santa Casa.

Na altura do anúncio sucederam-se reações por parte da liderança socialista da autarquia de Santo Tirso, bem como da coligação PSD/PPM que é oposição neste concelho do distrito do Porto, manifestando, respetivamente, preocupação ou satisfação face ao processo, enquanto a Misericórdia local disse “aguardar que Governo avançasse com uma negociação”.

“O processo está em curso. O acordo poderá concretizar-se em fins de junho, princípios de julho. Temos expectativa de que iremos servir a nossa comunidade melhor do que tem sido servida até ao presente”, apontou hoje o provedor da SCMST.

Manter as valências atuais é, indicou o responsável, “um ponto de honra”. “E iremos reivindicar mais outras possibilidades. Está a ser feito um levantamento das necessidades da população”, acrescentou.

O provedor descreveu, a propósito, que no início deste mês participou numa reunião que juntou o atual conselho de administração do CHMA, a União das Misericórdias Portuguesas, bem como a Administração Regional de Saúde do Norte, estando previsto novo encontro “para breve”.