Fabrica STTA Volkswagen voltou a escolher a portuguesa Copo Têxtil para equipar, desta vez, o tecido dos tectos e pilares e o tecido dos assentos, dos modelos Passat e Sharan & Alhambra, respetivamente, num contrato que tem um valor total de €23,4M.

Depois de, no início do ano, a empresa de Santo Tirso ter fechado um contrato de 4 anos, no valor total de €14M pelo VW Polo, foram agora adjudicados mais dois modelos da marca Volkswagen.

“O modelo Passat é um contrato de 7 anos, com um valor total de €18,9M e o Sharan & Alhambra representa €4,5M em 3 anos”, explica Gilmar Padeiro, diretor da Copo Têxtil Portugal.

Os 213 mil automóveis Volkswagen Passat que vão ser revestidos com os tecidos da Copo Têxtil estarão disponíveis no mercado a partir de janeiro de 2015 em todos os países da União Europeia e, também, na Rússia.

Por sua vez, os 60 mil VW Sharan & Alhambra que contarão com os tecidos dos assentos fornecidos pela empresa portuguesa estarão disponíveis, a nível mundial, apenas a partir de maio de 2015.

“A adjudicação destes modelos é muito importante para nós e representa um aumento total de 16% no volume de negócios anual previsto, 10% o modelo Passat e 6% o Sharan & Alhambra”, explica o responsável.

O fornecimento do modelo Passat requer, ainda, que a Copo Têxtil faça um investimento de 300 mil euros quer na ampliação da capacidade de tinturaria e acabamento quer na contratação de mais recursos humanos.

A adjudicação de mais 2 modelos por parte da Volkswagen representa para a Copo Têxtil Portugal uma consolidação no maior construtor Automóvel Europeu.

aguaxcAs Câmaras da Trofa e de Santo Tirso dizem não ter ficado surpreendidas com o relatório do Tribunal de Contas sobre o setor das Águas que diz haver “desequilíbrio” na concessão nestes municípios e querem dialogar com a concessionária.

Em declarações à Lusa, o presidente da autarquia da Trofa, Sérgio Humberto afirmou que o contrato de águas com a INDAQUA Santo Tirso/Trofa, S.A. (concessionária) é “altamente penoso” para o município ao qual preside, enquanto o presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto disse “não estar surpreendido” pois as questões constantes do relatório tinham sido alvo de “discussão interna”.

Ambos os autarcas reagiam à notícia de que uma auditoria do Tribunal de Contas (TdC) às parcerias público-privadas no setor das Águas considerou que a concessão nos municípios de Santo Tirso e da Trofa tem uma “matriz de risco desequilibrada” por ser “altamente penalizadora” para estas autarquias.

14094934Micaela Oliveira foi ameaçada de que se não entregasse 24 mil euros seriam divulgados vídeos alegadamente comprometedores da filha, de 18 anos. A extorsão foi orquestrada por um estudante, de 19 anos, do círculo de amigos da jovem, que acabou detido e levado, ontem, ao Tribunal de Santo Tirso. Ficou em liberdade, mas com a obrigação de apresentar-se semanalmente num posto policial, desconhecendo-se se foi aplicada mais alguma medida de coação.

O estudante terá exigido dinheiro para não fazer chegar à imprensa cor de rosa filmagens em que a filha da estilista assumiria comportamentos que poderiam pôr em causa a imagem da jovem. Após várias mensagens de chantagem, Micaela Oliveira decidiu denunciar a situação às autoridades. Foto: Lux

STS1O Conselho Económico e Social de Santo Tirso (CESST), que integra mais de 50 instituições, quer apostar no turismo, na gastronomia, na arqueologia e na arquitetura para “desenvolver políticas que levem a uma maior participação da comunidade local”.

Em comunicado, a Câmara de Santo Tirso, que integra o Conselho Económico e Social deste concelho, revelou que quarta-feira à noite este órgão reuniu pela primeira vez após as eleições autárquicas de setembro, sendo uma das ambições fazer com que esta estrutura reúna mais frequentemente.

Os intervenientes do CESST querem, igualmente, fazer “uma aposta estratégica em termos de promoção do concelho, numa lógica turística, gastronómica, arqueológica e arquitetónica, e do desenvolvimento de políticas ativas que levem a uma maior participação cívica da comunidade local”, refere o comunicado.

Ao todo são cerca de 50 as instituições que fazem parte do CESST desde entidades sociais a associações empresariais, desportivas e recreativas, bem como Juntas de Freguesia.

Um dos compromissos assumidos pela autarquia de Santo Tirso foi “apoiar e dinamizar o comércio tradicional, promovendo, ao mesmo tempo, os produtos locais”.

“O CESST deve ser o mais amplo possível, agregando todos os quadrantes da comunidade local, para traduzir uma realidade que se pretende próxima dos problemas das pessoas e abrangente, no sentido de não deixar nenhuma franja social e da atividade económica de fora”, referiu o presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto.

O autarca considerou, conforme se lê no comunicado, que o CESST “é um instrumento fundamental na definição das políticas públicas municipais”, pois poderá contribuir com as suas propostas para “uma melhor resposta a dar aos problemas concretos da população de Santo Tirso”.

sts_fotoA Câmara de Santo Tirso duplicou o subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento e aumentou os valores a atribuir às famílias beneficiadas. A verba global deste programa passou de 125 mil para 250 mil euros, na expetativa de responder aos vários pedidos de apoio que chegam ao serviço de Coesão Social. Em 2013, foram abrangidas 150 famílias. No final de 2014, espera-se que o programa chegue a mais de 250.

O novo regulamento do subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento foi, esta terça-feira, dia 18 de fevereiro, aprovado por unanimidade em reunião do executivo camarário. O presidente da autarquia, Joaquim Couto, lembrou que a medida terá grande impacto nas famílias, não só pelo aumento da verba destinada a este programa, que permitirá abranger mais casos, mas também por força do aumento dos valores atribuídos aos beneficiários. O valor mínimo passa de 25 para 50 euros, enquanto o valor máximo sobe de 125 para 150 euros.

“O subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento foi criado nos anos 90 e mantém os objetivos que estiveram na sua génese, tendo inúmeras vantagens para a população”, explicou Joaquim Couto. Uma das mais evidentes “prende-se com o facto de garantir casa às famílias com problemas económicos, garantindo a sua inclusão social”.

“Em Santo Tirso, não queremos construir mais habitação social. Iremos privilegiar o Apoio Municipal ao Arrendamento, de forma a não estigmatizar quem necessita de ajuda”, referiu o presidente da Câmara. Além disso, enumerou, “este programa tem como vantagem o facto de permitir a mobilidade dos inquilinos, que não ficam reféns de um empréstimo bancário, no caso de terem necessidade de mudar de habitação, e, por outro lado, ajuda a construir uma bolsa de arrendamento municipal”.

O subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento está dividido em cinco escalões: no primeiro, o apoio é de 50 euros; no segundo, 75 euros; no terceiro, 100 euros; no quarto, 125 euros; e, no quinto e último escalão, 150 euros. Os apoios são calculados de acordo com os rendimentos do agregado familiar, sendo que o novo regulamento hoje aprovado introduz uma alteração significativa. Para efeitos de atribuição, serão tidos em conta os membros do agregado que não auferem de qualquer vencimento, pelo que, ao rendimento mensal bruto da família, será deduzido 1/10 do salário mínimo nacional por cada dependente. “Esta alteração é muito importante, dado que permite uma análise mais real dos rendimentos da família e a atribuição do subsídio de uma forma mais justa”, justificou Joaquim Couto.

Pegando num exemplo prático: um casal com dois filhos menores, em que apenas um dos elementos trabalha, auferindo o salário mínimo, poderá ter o apoio máximo de 150 euros na sua renda mensal.

Na reunião do executivo municipal, foi também aprovado, por unanimidade, o regulamento do Plano Municipal de Emergência Social, já anunciado pela Câmara. Para este programa, a autarquia destinou 150 mil euros. O programa visa dar apoio extraordinário às famílias expostas a condições de extrema vulnerabilidade social e financeira e que não se integram nas respostas disponibilizadas pelos serviços tradicionais. Destina-se, acima de tudo, “a pessoas que se encontrem numa situação de carência que ponha em causa a sua subsistência”.

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