alfa_pendularGuimarães vai passar a ter ligação a Lisboa através do Alfa Pendular, a partir de 1 de maio, uma decisão da CP – Comboios de Portugal justificada pelo “aumento de passageiros”, divulgou hoje aquela empresa de transporte ferroviário.

Num documento a que a Lusa teve acesso, a CP adianta que a nova ligação de longo curso entre o Minho e Lisboa, terá a duração de 3:50 horas e terá a periodicidade de um comboio por dia, em cada sentido, servindo uma população de cerca de 270 mil habitantes (dos concelhos de Guimarães, Santo Tirso e Trofa).

A câmara de Santo Tirso apontou que a passagem do Alfa Pendular por este concelho é uma “vitória importante”, considerando que esta situação vai “melhorar a mobilidade da população” e “ter importantes impactos na economia local”.

Santo Tirso passa a ter uma ligação a Lisboa mais rápida e direta, beneficiando o tecido empresarial sediado no concelho, nas suas deslocações de negócios. Para além das autoestradas que servem o Município, da proximidade ao aeroporto do Porto e ao porto de Leixões, Santo Tirso passa a ter uma ligação ferroviária direta a Lisboa”, reagiu o presidente da câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto.

Para o autarca socialista, outra das mais-valias da passagem do Alfa Pendular por Santo Tirso, distrito do Porto, é o facto de beneficiar o setor do turismo, tornando-se “mais fácil”, conforme apontou Couto, “vender um ‘pacote turístico’ a concelhos do Norte do país quando se tem uma ligação direta a Lisboa”.

zonaindustrialfontiscoO Programa Operacional Regional do Norte – NORTE 2020 já aprovou, até março deste ano, candidaturas no valor de 13 milhões de euros de investimentos no tecido empresarial de Santo Tirso. As aprovações beneficiarão um total de 36 empresas do Município.

São 13 milhões de euros de candidaturas aprovadas pelo NORTE 2020, referentes a investimentos no tecido empresarial de Santo Tirso. Ao todo, 36 empresas sediadas no concelho viram aprovadas candidaturas a fundos comunitários para modernização e ampliação das suas unidades produtivas, em atividades como os têxteis, plásticos, distribuição, construção civil, mobiliário, animação turística e desportiva, entre outras.

Em declaração política, no período antes da ordem do dia da reunião de Câmara desta quinta-feira, Joaquim Couto, presidente da autarquia, congratulou- se pela dinamização económica do Município e pelo significado das aprovações. “Naturalmente, os investimentos que resultam da aprovação das candidaturas ao NORTE 2020 vão criar, a curto e médio prazo, riqueza e postos de trabalho, contribuindo para a redução da taxa de desemprego no concelho, que caiu no terceiro trimestre de 2015 face ao período homólogo de 2014, cerca de 20 por cento”, destacou.

Assumindo o emprego e a captação de novos investimentos para o concelho como uma das principais prioridades para o mandato, o executivo municipal lançou um conjunto de medidas com vista à captação de novas empresas, nomeadamente isenção e redução da carga fiscal.

Em curso estão, também, várias candidaturas lideradas pela Câmara de Santo Tirso a fundos comunitários, tendo em vista a requalificação das zonas industriais do concelho, à semelhança do que já aconteceu com a Zona Industrial de Fontiscos. Segundo revelou Joaquim Couto, prevê-se um investimento de quase 30 milhões de euros, com recurso ao Norte 2020.

Assim, caso as candidaturas sejam aprovadas, serão investidos cerca de 23 milhões de euros na beneficiação das acessibilidades às zonas industriais de Fontiscos, Alto da Cruz e Ermida. Em Vilarinho, estão ainda previstos investimentos na ordem dos dois milhões de euros, para melhoramento das acessibilidades e requalificação da área empresarial localizada naquela freguesia.

Já no âmbito de uma parceria entre os Municípios de Santo Tirso e da Maia está a decorrer uma terceira candidatura, no valor de 4,2 milhões de euros, que visa a requalificação dos acessos ao Aeródromo de Vilar de Luz e Vale de Pisão. “São investimentos estratégicos que vão melhorar a rede de acessibilidades a algumas das principais zonas industriais do concelho e contribuir para o desenvolvimento do Município, que passará a estar em melhores condições de atrair novas empresas”, concluiu Joaquim Couto.

refugiados_portugalA câmara de Santo Tirso anunciou hoje que está a preparar um Plano de Acolhimento a Refugiados que juntará instituições que prestam apoio humanitário e assistência social no concelho. Em comunicado, a autarquia de Santo Tirso, distrito do Porto, refere que o plano está “praticamente concluído” e que o acolhimento será feito através da sinalização feita pela Plataforma de Apoio aos Refugiados. “Desde que a crise humanitária tomou proporções públicas e entrou na agenda da comunidade internacional, a câmara de Santo Tirso sempre se manifestou disponível para dar o seu contributo”, refere o presidente da câmara, Joaquim Couto.

residencias_autonomasA câmara de Santo Tirso quer instalar residências autónomas para pessoas com deficiência na zona nascente do concelho, replicando uma resposta que com as obras inauguradas hoje registou um aumento de 67% de capacidade. No centro desta aposta está a Cooperativa de Apoio à Integração do Deficiente (CAID), uma instituição fundada em 1998 com o objetivo de responder às necessidades do concelho de Santo Tirso, distrito do Porto, na área deficiência através de diferentes dimensões como ocupação e inserção socioprofissional. Hoje foram inauguradas as obras de ampliação e requalificação da Residência Autónoma do Conjunto Habitacional de Areias, uma das valências da instituição, empreitada que permitirá um aumento de 67% daquela que era a resposta até aqui, indica nota da autarquia de Santo Tirso.

europan13Os Concursos Europan, em que Portugal participa desde 1998, têm por objecto a inovação urbano-arquitectónica na Europa, com temas emergentes, facultando o intercâmbio de oportunidades para equipas de jovens profissionais. È uma plataforma europeia de concursos a que podem concorrer arquitectos com menos de 40 anos.
A Associação Europan Portugal, que organiza os concursos, promoverá com as Câmaras Municipais participantes nesta edição – Odemira, Barreiro e Santo Tirso – acções visando a implementação dos resultados, através de iniciativas de divulgação e discussão com as populações e de promoção internacional dos projectos premiados.
Nesta 13ª edição (2015-2016), participaram 15 países, 50 cidades e 1300 equipas, com o tema “A Cidade Adaptável”, integrando situações muito diversas de necessárias transformações urbanas. Houve 93 equipas distinguidas: 44 prémios e 49 menções honrosas, tendo sido atribuídas ainda 61 citações especiais. Uma menção honrosa (arq. Bruno Oliveira Rodrigues) e duas citações especiais (arquitectos Sara Ferreira e David Castanheira) foram atribuídas a arquitectos portugueses.

Em Portugal, às 3 cidades participantes – Azenha do Mar/Odemira, Barreiro e Santo Tirso – concorreram 87 equipas, tendo sido distinguidos os seguintes projectos:

AZENHA DO MAR/ODEMIRA
PRÉMIO para o arquitecto italiano Alessandro Labriola com o projecto LIMENOCHORA
MENÇÃO HONROSA para o arquitecto italiano Francesco Marras com o projecto SECOND LINES
CITAÇÃO ESPECIAL para a arquitecta grega Styliani Daouti com o projecto AMPHIBIA
CITAÇÃO ESPECIAL para a arquitecta portuguesa Sara Ferreira com o projecto RESONANCE(S) AS CHAN(C)GE
BARREIRO
PRÉMIO para a arquitecta francesa Lucie Webercom o projecto BETWEEN THE LINES
MENÇÃO HONROSA para o arquitecto italiano Massimo Dicecca com o projecto INSERT COINA
CITAÇÃO ESPECIAL para o arquitecto português David Castanheira com o projecto SEWING SPACES INBETWEEN
SANTO TIRSO
PRÉMIO para a arquitecta espanhola Laura Alvarez com o projecto FOODLAB SANTO TIRSO
MENÇÃO HONROSA para o arquitecto espanhol Ignacio Galbis com o projecto 3TIRSOLINES
CITAÇÃO ESPECIAL para o arquitecto espanhol Fernando Eiroa com o projecto PLAY TIME

É objectivo do Europan Portugal promover diligências no sentido de os projectos vencedores virem a ser concretizados. No entanto, tal intenção corre o risco de ser perturbada pela quebra de compromissos do anterior Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia (MAOTE) pela acção ou inacção do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e da Direcção Geral do Território (DGT) para com a Europan e, daí, com a Organização Internacional e as Câmaras Municipais participantes. Uma audiência conjunta com a Ordem dos Arquitectos foi já solicitada ao MAOTE.

protetor_ouvidoDe acordo com o último grande estudo sobre a audição dos portugueses levado a cabo pela GAES – Centros Auditivos, as otites são o problema auditivo que mais afeta a população portuguesa, manifestando-se, maioritariamente no inverno (60% dos casos). Infeções auditivas como a otite média – caracterizada pela acumulação de fluidos no ouvido interno – podem provocar perda auditiva, razão pela qual é imperativo proteger os ouvidos.

Dados recentes do Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) ditam que a perda auditiva é a quarta patologia mais frequente do mundo e, ciente de que a audição é o segundo sentido mais valorizado pelos portugueses (de acordo com o estudo acima mencionado), a GAES elaborou uma lista de conselhos que o vão ajudar a cuidar dos seus ouvidos no inverno. O vento e as temperaturas mais baixas podem prejudicar o sistema auditivo, mas simples gestos, fáceis de concretizar, podem fazer a diferença.

  1. Evite usar cotonetes na higiene dos ouvidos. Na maioria das vezes, a cera que se acumula em cima da membrana timpânica é empurrada por estes objetos. Para uma limpeza mais eficaz, recorra a difusores de água marinha e/ou amaciadores de cera;
  2. Seque bem os ouvidos depois do banho (com a ajuda da toalha), sobretudo se tiver de sair de casa (os ouvidos são um órgão especialmente sensível a mudanças de temperatura). Gorros e “tapa-orelhas” são ótimos aliados do vento e das temperaturas baixas;
  3. Em caso de inflamação causada pelo frio, aplique uma botija de água quente na parte externa do ouvido. Ajuda a acalmar a inflamação;
  4. Doenças como a bronquite e a faringite podem afetar a saúde auditiva. Estar atento aos sintomas e procurar o tratamento adequado é fundamental para evitar infeções de maior;
  5. Se pratica desportos que implicam longa permanência dentro de água está mais suscetível a infeções. Elementos protetores de excelência, as toucas e os tampões de silicone são fundamentais, sobretudo para pessoas com tendência a sofrer de otite em ambientes aquáticos;
  6. A trompa de Eustáquio é mais curta e estreita nas crianças, o que as torna mais vulneráveis a dores e infeções de ouvidos. A otite é a causa mais comum de perda auditiva temporária nos mais novos, pelo que é imperativo estar atento aos mínimos alertas (ex.: levar muitas vezes as mãos aos ouvidos). Quando muito frequente, pode afetar o desenvolvimento da fala e da linguagem;
  7. Vitaminas como a B-12 (ex.: leite e derivados, ovos, carnes vermelhas) fortalecem o sistema auditivo, pelo que devem fazer parte de uma alimentação rica e equilibrada;
  8. Otites mal curadas podem provocar inflamação e, em última análise perda de audição. Para comprovar se a otite/infeção afetou a sua capacidade auditiva, faça uma revisão (auditiva);

“Um estudo recente da universidade de Newcastle concluiu que as infeções de que se padece na infância, como é o caso das otites, podem propiciar o desenvolvimento de problemas auditivos a partir dos 60 anos. Portadores do compromisso diário de sensibilizar as pessoas para a importância de prestar atenção aos ouvidos e prevenir possíveis transtornos auditivos é nossa função alertá-las para isso”, afirma Dulce Martins Paiva, Diretora-Geral da GAES – Centros Auditivos em Portugal.