joaquim_couto_inaA Câmara Municipal de Santo Tirso está preocupada com o futuro do Instituto Nun’Alvres, fruto da publicação do despacho normativo que prevê o fim de contratos de associação com os colégios privados. Numa missiva endereçada à secretária de Estado Adjunta e da Educação, na passada sexta-feira, dia 29 de abril, a autarquia solicita que a aplicabilidade do despacho seja revisto, com caráter de urgência.

Após uma reunião com a administração do INA, que decorreu na passada sexta-feira, a Câmara Municipal de Santo Tirso enviou um ofício a Alexandra Leitão, secretária de Estado Adjunta e da Educação, alertando para o facto da aplicação do despacho normativo colocar em risco valências do Colégio das Caldinhas, pela possibilidade de diminuição de turmas e consequente redução de financiamentos.

Segundo a missiva, as consequências são ainda mais abrangentes do que a redução de recursos humanos, pois implicam o impacto no desemprego do concelho, nas famílias e na economia local.

“As famílias dos professores, auxiliares e alunos vivem, atualmente, momentos de grande ansiedade e inquietação, face a um futuro que se vê incerto, mas a concretizar-se a aplicação deste normativo, a realidade será muito gravosa”, adverte-se no ofício.

A instabilidade, acrescenta-se, irá refletir-se não só em Santo Tirso, mas também nos municípios do Médio Ave, nomeadamente Guimarães, Famalicão e Trofa, uma vez que o Colégio das Caldinhas é frequentado por alunos de toda a região, dada a oferta formativa, a sua qualidade de ensino de rigor e grande referência.

Solicitando, assim, com caráter de urgência, que o despacho seja revisto e a sua aplicabilidade ponderada no que ao Colégio das Caldinhas diz respeito, a Câmara Municipal de Santo Tirso pediu, ainda, uma reunião com a secretária de Estado Adjunta e da Educação, para análise da situação.

A Câmara de Santo Tirso reitera, desta forma, a posição de solidariedade com a comunidade educativa, transmitida à direção do INA logo após ter havido conhecimento do despacho normativo.

vale_lecaNa zona do Vale do Leça, concelho de Santo Tirso, no distrito do Porto, estão em causa as freguesias de Monte Córdova, Lamelas/Guimarei, Carreira/Refojos, Água Longa, Agrela e Reguenga.

Com este investimento, os responsáveis acreditam que “dentro de dois a quatro anos” a cobertura de rede na zona atinja 95%.

Esta manhã, numa apresentação que decorreu junto à Capela de Nossa Senhora das Dores, em Reguenga, foi vincado como “grande objetivo” deste investimento, que será alvo de candidatura a fundos comunitários, “atingir ganhos de saúde pública”.

“Queremos dar continuidade à completa infraestruturação com redes públicas de água e saneamento de todo o concelho. E esta zona sem dúvida que necessita deste projeto que inclui investimentos em alta e em baixa”, referiu o presidente da câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto.

O autarca destacou a “beleza” e o património natural da zona do Vale do Leça, elogiando a população e as juntas de freguesia que “souberam conservar muito bem o espaço”.

Já o vice-presidente da Águas do Norte, Martins Soares, disse que desde a agregação das empresas de águas estão no terreno investimentos a rondar os 1,8 mil milhões de euros em 80 municípios nortenhos.

“Isto corresponde a três milhões de habitantes a beberem água através da Águas do Norte”, referiu, acrescentando “estar certo” que a análise da reformulação do setor faz águas que está a ser feita pelo atual Governo “não vai comprometer estes investimentos”.

alfa_pendularGuimarães vai passar a ter ligação a Lisboa através do Alfa Pendular, a partir de 1 de maio, uma decisão da CP – Comboios de Portugal justificada pelo “aumento de passageiros”, divulgou hoje aquela empresa de transporte ferroviário.

Num documento a que a Lusa teve acesso, a CP adianta que a nova ligação de longo curso entre o Minho e Lisboa, terá a duração de 3:50 horas e terá a periodicidade de um comboio por dia, em cada sentido, servindo uma população de cerca de 270 mil habitantes (dos concelhos de Guimarães, Santo Tirso e Trofa).

A câmara de Santo Tirso apontou que a passagem do Alfa Pendular por este concelho é uma “vitória importante”, considerando que esta situação vai “melhorar a mobilidade da população” e “ter importantes impactos na economia local”.

Santo Tirso passa a ter uma ligação a Lisboa mais rápida e direta, beneficiando o tecido empresarial sediado no concelho, nas suas deslocações de negócios. Para além das autoestradas que servem o Município, da proximidade ao aeroporto do Porto e ao porto de Leixões, Santo Tirso passa a ter uma ligação ferroviária direta a Lisboa”, reagiu o presidente da câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto.

Para o autarca socialista, outra das mais-valias da passagem do Alfa Pendular por Santo Tirso, distrito do Porto, é o facto de beneficiar o setor do turismo, tornando-se “mais fácil”, conforme apontou Couto, “vender um ‘pacote turístico’ a concelhos do Norte do país quando se tem uma ligação direta a Lisboa”.

zonaindustrialfontiscoO Programa Operacional Regional do Norte – NORTE 2020 já aprovou, até março deste ano, candidaturas no valor de 13 milhões de euros de investimentos no tecido empresarial de Santo Tirso. As aprovações beneficiarão um total de 36 empresas do Município.

São 13 milhões de euros de candidaturas aprovadas pelo NORTE 2020, referentes a investimentos no tecido empresarial de Santo Tirso. Ao todo, 36 empresas sediadas no concelho viram aprovadas candidaturas a fundos comunitários para modernização e ampliação das suas unidades produtivas, em atividades como os têxteis, plásticos, distribuição, construção civil, mobiliário, animação turística e desportiva, entre outras.

Em declaração política, no período antes da ordem do dia da reunião de Câmara desta quinta-feira, Joaquim Couto, presidente da autarquia, congratulou- se pela dinamização económica do Município e pelo significado das aprovações. “Naturalmente, os investimentos que resultam da aprovação das candidaturas ao NORTE 2020 vão criar, a curto e médio prazo, riqueza e postos de trabalho, contribuindo para a redução da taxa de desemprego no concelho, que caiu no terceiro trimestre de 2015 face ao período homólogo de 2014, cerca de 20 por cento”, destacou.

Assumindo o emprego e a captação de novos investimentos para o concelho como uma das principais prioridades para o mandato, o executivo municipal lançou um conjunto de medidas com vista à captação de novas empresas, nomeadamente isenção e redução da carga fiscal.

Em curso estão, também, várias candidaturas lideradas pela Câmara de Santo Tirso a fundos comunitários, tendo em vista a requalificação das zonas industriais do concelho, à semelhança do que já aconteceu com a Zona Industrial de Fontiscos. Segundo revelou Joaquim Couto, prevê-se um investimento de quase 30 milhões de euros, com recurso ao Norte 2020.

Assim, caso as candidaturas sejam aprovadas, serão investidos cerca de 23 milhões de euros na beneficiação das acessibilidades às zonas industriais de Fontiscos, Alto da Cruz e Ermida. Em Vilarinho, estão ainda previstos investimentos na ordem dos dois milhões de euros, para melhoramento das acessibilidades e requalificação da área empresarial localizada naquela freguesia.

Já no âmbito de uma parceria entre os Municípios de Santo Tirso e da Maia está a decorrer uma terceira candidatura, no valor de 4,2 milhões de euros, que visa a requalificação dos acessos ao Aeródromo de Vilar de Luz e Vale de Pisão. “São investimentos estratégicos que vão melhorar a rede de acessibilidades a algumas das principais zonas industriais do concelho e contribuir para o desenvolvimento do Município, que passará a estar em melhores condições de atrair novas empresas”, concluiu Joaquim Couto.

refugiados_portugalA câmara de Santo Tirso anunciou hoje que está a preparar um Plano de Acolhimento a Refugiados que juntará instituições que prestam apoio humanitário e assistência social no concelho. Em comunicado, a autarquia de Santo Tirso, distrito do Porto, refere que o plano está “praticamente concluído” e que o acolhimento será feito através da sinalização feita pela Plataforma de Apoio aos Refugiados. “Desde que a crise humanitária tomou proporções públicas e entrou na agenda da comunidade internacional, a câmara de Santo Tirso sempre se manifestou disponível para dar o seu contributo”, refere o presidente da câmara, Joaquim Couto.

residencias_autonomasA câmara de Santo Tirso quer instalar residências autónomas para pessoas com deficiência na zona nascente do concelho, replicando uma resposta que com as obras inauguradas hoje registou um aumento de 67% de capacidade. No centro desta aposta está a Cooperativa de Apoio à Integração do Deficiente (CAID), uma instituição fundada em 1998 com o objetivo de responder às necessidades do concelho de Santo Tirso, distrito do Porto, na área deficiência através de diferentes dimensões como ocupação e inserção socioprofissional. Hoje foram inauguradas as obras de ampliação e requalificação da Residência Autónoma do Conjunto Habitacional de Areias, uma das valências da instituição, empreitada que permitirá um aumento de 67% daquela que era a resposta até aqui, indica nota da autarquia de Santo Tirso.