A banda britânica The Stranglers atua em Santo Tirso a 10 de julho nas Festas de S. Bento, cujo cartaz também conta com os D.A.M.A., Mia Rose, Ecos da Cave e Gisela João.

As Festas de S. Bento têm início a 6 de julho, prolongando-se até dia 11 do mesmo mês, dia de feriado municipal em Santo Tirso, distrito do Porto.

Pela primeira vez o programa conta o nome de um artista internacional”, refere câmara local, destacando a presença do grupo inglês The Stranglers conhecido por temas como “Always the Sun”, “Golden Brown” e “No More Heroes”.

O cartaz dos concertos fica completo com as atuações de Sylvia e 4 Men’s, no dia 7 de julho, enquanto no dia 8 atuam os D.A.M.A. e a portuguesa Mia Rose, sendo que no dia 11 de julho a fadista Gisela João encerra as Festas de S. Bento.

A Plotterzone, fundada em 2008, é uma empresa da área da impressão que comercializa, distribui e garante suporte técnico de equipamentos de grande formato. Esta empresa, com sede em Leça da Palmeira, procura agora a estreia na área têxtil e de vestuário através do apoio de fundos comunitários. O investimento resultará numa nova fábrica de produção em Santo Tirso, com a criação de mais postos de trabalho na região.

Num ano, a circulação do Alfa Pendular na linha Lisboa/Guimarães e do intercidades aumentou o fluxo de passageiros com entrada ou saída em Santo Tirso em 37 por cento.

Desde 1 de maio de 2016 até 30 de abril de 2017, o fluxo de passageiros com entradas ou saídas na estação de Santo Tirso aumentou 37 por cento, face ao período homólogo do ano anterior. Os dados são fornecidos pelas pela CP-Comboios de Portugal, numa altura em que a ligação Lisboa/Guimarães e Guimarães/Lisboa assinalou um ano de existência.

O Alfa Pendular sai da estação de Santa Apolónia, todos os dias, às 8h00, com paragem em Santo Tirso pelas 11h30, e chega a Guimarães às 11h53. No sentido inverso, parte de Guimarães às 16h55, para em Santo Tirso às 17h19 e chega a Lisboa, Santa Apolónia, às 20h40.

Relativamente aos preços dos bilhetes, uma viagem entre Lisboa e Santo Tirso custa 45,50 euros em classe, conforto e 31,80 euros em classe turística. Se forem adquiridos uma semana antes, podem ficar por 27,50 euros (conforto) e 19,50 (turística).

A Câmara de Santo Tirso, distrito do Porto, garante que o investimento é “integralmente suportado pelo vencedor do concurso, no âmbito do contrato, que pode ter a duração máxima de 12 anos”.

Ao longo deste período, indica a câmara, “a empresa recuperará o investimento inicial por via da redução, estimada em mais de 60%, dos consumos energéticos”.

Segundo a autarquia, o procedimento foi aprovado por unanimidade em reunião camarária.

Em 2016 foram substituídas em Santo Tirso 2.400 lâmpadas convencionais por tecnologia LED.

A autarquia estima ter alcançado uma poupança de cerca de 190 mil euros por ano com esta medida.

Estas medidas visam reduzir a fatura energética municipal com a iluminação pública, bem como a redução dos efeitos de estufa provocados pela emissão de dióxido de carbono.

Os resultados tornados públicos no estudo desenvolvido pela “Bloom Consulting”, empresa especializada na elaboração de rankings, vêm confirmar que Santo Tirso está no bom caminho no que diz respeito à sua estratégia promocional. O Município assume, entre os 86 municípios da zona norte do país, o 18º lugar no “Portugal City Brand Ranking”, estudo que mede anualmente o impacto da marca de todos os concelhos portugueses em matéria de estratégia de promoção territorial, nas áreas de Turismo (Visitar), Investimento e Exportações (Negócios) e Talento (Viver).

Já a nível nacional, Santo Tirso ocupa, entre os 308 Municípios portugueses, a 52.ª posição, tendo subido oito lugares relativamente ao ano de 2016.

O “ranking” da “Bloom Consulting” leva ainda em conta o trabalho desenvolvido pelos Municípios no que respeita à atração de turistas e aumento das exportações, duas áreas em que Santo Tirso tem vindo, paulatinamente, a dar cartas.

O primeiro, alavancado em iniciativas e eventos de grande dimensão, nomeadamente as Festas S. Bento e o Mercado Nazareno, e no Museu Internacional de Escultura Contemporânea, que já recebeu cerca de 14 mil visitantes desde que foi inaugurado. E o segundo, por força da capacidade de internacionalização das empresas do concelho, que atingiram em 2016 um volume de exportações de 535 milhões de euros.

Paulo Leal demitiu-se da Junta de Freguesia da Reguenga por ter sido retirada a confiança politica no mesmo pela presidente da Comissão Politica do PSD de Santo Tirso, a deputada Andreia Neto e Candidata a Câmara Municipal de Santo Tirso nas próximas eleições no passado mês de Outubro.

No comunicado na altura por parte da CPC de Santo Tirso:

A Comissão Política Concelhia do PSD de Santo Tirso, presidida por Andreia Neto, decidiu a retirada da confiança política ao atual presidente da Junta de Freguesia da Reguenga, Paulo Leal, que, ato contínuo, anunciou a sua intenção de renúncia às funções que desempenha.

Em causa estão alegadas irregularidades na gestão da Junta de Freguesia da Reguenga, que investigações posteriores por quem de direito se encarregarão de aclarar. No entanto, o PSD de Santo Tirso, fiel aos seus princípios de transparência e seriedade, considera que não estão reunidas as condições para que o presidente da Junta de Freguesia da Reguenga se mantenha no cargo.O PSD de Santo Tirso lamenta este desfecho, mas não poderia, de consciência tranquila, manter a confiança num autarca sobre o qual recaem suspeitas sobre a forma como geriu os destinos de uma das freguesias do concelho. A postura do PSD na vida pública obriga a que as decisões necessárias sejam tomadas sem receios e sempre de acordo com o superior interesse da causa pública.

O PSD de Santo Tirso trabalhará numa solução que permita a estabilidade e o bom funcionamento da freguesia até ao final do mandato no superior interesse da população.

Em declarações ao Jornal o Cordovense Paulo Leal:

Referiu que “fui acusado numa ata de 12-10-2016 de ter desviado 16.600,00€. Foram ocultados, pelo executivo, ao auditor documentos relativamente aos saldos iniciais do mandato. O valor apurado no relatório de auditoria foi de 657,99€, abatendo o saldo inicial transferido do mandato anterior, 504,14€, o resultado passa apenas para uma diferença de 153,85 de verbas sem justificação.”

Questionado sobre os próximos passos a dar em relação a este assunto, Paulo Leal, considera que uma vez julgado em praça pública, “limpar a minha imagem, honestidade e seriedade é o meu principal objetivo, e em sede própria e quem de direito atribuir as responsabilidades a quem as deve ser atribuídas”. “Lamento também a forma como Andreia Neto tomou a decisão de me retirar a confiança política com base em suspeitas infundadas e apresentadas por Mariana Vidinha e Fernando Pereira”.

Nota ainda para o facto de, a Presidente da Assembleia, não ter permitido a Paulo Leal dar as suas explicações ao público presente, cortando-lhe a palavra na altura da intervenção.

Na gestão da junta no mandato de Paulo Leal, o saldo de banco, quando saiu era de 48.000,00€, e o visado considera que “o PSD de Santo Tirso e a sua Presidente Andreia Neto, retiraram a confiança política com base em suspeitas sem factos provados. Factos esses apurados no relatório da auditoria.”

Numa declaração em resposta aos resultados da auditoria o PSD de Santo Tirso refere o seguinte:

Na reunião da Assembleia de Freguesias realizada na passada sexta-feira, dia 24 de Fevereiro e face à Auditoria que foi apresentada, é nosso entendimento que ficam provadas várias irregularidades graves, como por exemplo:

  • Em algumas situações o número de contribuinte da Junta de Freguesia não é indicado nas faturas com ordem de pagamento. Noutros casos o NIF está errado”;
  • Em novembro e dezembro de 2015 as ordens de pagamento estavam apenas autorizadas pelo presidente da Junta. Em 2016 as ordens de pagamento não estavam autorizadas por nenhum elemento do executivo da Junta”;

A auditoria dá conta de várias irregularidades no movimento de verbas, passando várias delas pela conta particular do senhor Paulo Leal, tendo sido usadas pelo próprio, sendo algumas delas justificadas posteriormente.

O PSD de Santo Tirso apoia e associa-se à decisão da Assembleia de Freguesia da Reguenga de enviar a auditoria para as Entidades de Inspeção e para o Tribunal.

Informamos a posição que tomamos no início do processo e logo que dele tivemos conhecimento. Entendemos fazer agora este esclarecimento e nada mais dizer até que os órgãos inspetivos e o Tribunal digam da sua justiça.

O mesmo relatório seguiu para as entidades competentes: Ministério Público, Inspecção Geral de Finanças, Tribunal de Contas e Tribunal Local.

A Câmara de Santo Tirso vai disponibilizar gratuitamente vacinas a todas as crianças do concelho com menos de dois anos, indicou hoje o presidente da autarquia, Joaquim Couto.

A disponibilização gratuita das vacinas Rotarix e Rotateq já estava implementada em Santo Tirso, distrito do Porto, mas só abrangia filhos de casais com baixos rendimentos, pelo que a autarquia resolveu generalizar a medida.

Com isto, o número de crianças abrangidas vai passar de 100 para 500, estima a autarquia.

As vacinas em causa têm um custo aproximado de 300 euros, indicou o presidente da câmara, que hoje apresentou o Plano de Saúde Municipal, numa sessão no Centro Cultural de Vila das Aves, em que estiveram presentes 85 instituições públicas e privadas, noticiou a “Lusa”.

São parceiros estratégicos deste plano o Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA) e o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) de Santo Tirso/Trofa, somando-se as escolas, juntas de freguesia, corporações de bombeiros, Santa Casa de Misericórdia, delegação da Cruz Vermelha, dezenas de instituições particulares de solidariedade social, bem como clínicas e óticas do concelho.

Ao abrigo deste plano, Santo Tirso vai também «em breve», indicou o autarca, estabelecer um protocolo com o CHMA que visa a comparticipação de consultas de saúde oral.

Joaquim Couto destacou também a «grande abertura» das óticas do concelho para o estabelecimento de uma parceria que atualmente se traduz na realização de rastreios gratuitos e que no futuro incluirá a comparticipação de óculos destinados a crianças.

«O objetivo deste plano é otimizar recursos. A câmara propõe-se a coordenar as várias ofertas, ações e iniciativas e junta todos os parceiros de saúde, sociais, ambientais e não só. A saúde não depende só dos hospitais e centros de saúde, mas é o ar que respiramos, aquilo que comemos, o meio ambiente onde vivemos, o exercício que fazemos, daí o envolvimento de todos, incluindo escolas e instituições», descreveu Joaquim Couto.

O Plano Municipal de Saúde de Santo Tirso abrange todas as faixas etárias, tendo como pilares de ação a saúde oral, visual, mental, física e ambiental.

Em ação estão já as consultas de psicologia para famílias e doentes oncológicos ou os rastreios de daltonismo, bem como sensibilizações sobre escovagem de dentes, consumo diário de fruta e foi generalizado a todas as freguesias o programa de envelhecimento ativo.

«Este plano é de todos e para todos», foi o lema repetido por Joaquim Couto, uma ideia partilhada quer pela diretora do ACES, Ana Tato, quer pelo presidente do conselho de administração do CHMA, António Barbosa.