Miguel Barbosa - ralistsAusentes dos ralis há alguns meses, a dupla famalicence veio ao concelho de Santo Tirso quebrar o jejum e vencer a prova que marcou o regresso do Clube Automóvel de Santo Tirso à organização de ralis na “sua” terra.
Ainda antes do rali começar, o CAST teve a má notícia de ver dois dos principais inscritos (João Barros no Ford Fiesta R5 e Vítor Pascoal no Mitsubishi Lancer Evo VII) serem obrigados a primar pela ausência, emvirtude no atraso da chegada ao continente do barco que trazia os carros que alinharam no rali dos Açores do passado fim de semana.
Com 45 equipas à partida, o rali começou com a Super-Especial de 6ª feira à noite no centro da cidade que contou com milhares de espectadores a assistir. Logo aí Miguel J. Barbosa com o Mitsubishi Lancer Evo IX mostrou ao que vinha, vencendo a Super-Especia. Mas houve quem não tivesse a mesma alegria, como foi o caso de Marco António que perdeu uma roda ao dar um toque num passeio e vendo terminar aí o seu rali depois de um espectacular pião.
No dia de Sábado Miguel Barbosa continuou a dominar vencendo as quatro classificativas e terminando o rali com 39,6 segundos de vantagem para André Cabeças. O homem do Mitsubishi Lancer Evo V esteve sempre nesta posição sem conseguir chegar ao líder, mas sempre muito atento ao Renault Clio R3 de Joaquim Alves que ganhou um ascendente a partir de meio da prova depois de se ter desembaraçado de Amaro Melo no BMW M3 e André Martins no Citroen Saxo Cup. No oposto esteve Amaro Melo no BMW M3 que andou pela 3ª posição mas foi perdendo tempo ao longo do rali até terminar no 8º posto. Quem poderia ter tido uma palavra a dizer na prova era Nuno Coelho, mas uma saída de estrada logo no troço de abertura terminando aí a prova da equipa do Peugeot 206 GTI.
Terminada a prova, Carlos Guimarães, o Presidente do CAST, mostrava-se “satisfeito pela forma como a prova correu. Uma boa lista de participantes para um rali Sprint, e dois dias em que o publico acorreu em força, são uma excelente recompensa pelo trabalho que desenvolvemos. Temos inevitavelmente de agradecer à Câmara Municipal de Santo Tirso pela confiança depositada no CAST para este a realização deste evento.” 
Após a cerimónia de entrega de prémios, o vereador do Desporto da Câmara Municipal de Santo Tirso, José Pedro Machado, mostrou-se satisfeito com o decorrer da prova, nomeadamente pela presença de milhares de pessoas que assistiram à competição. “Percebeu-se, de forma clara, que as pessoas gostam e vivem o Rali de Santo Tirso. A autarquia acredita que são eventos como este que acabam por atrair não só a população do concelho, mas também muita gente de fora”. Aliás, acrescentou o vereador, “durante estes dois dias houve um aumento substancial das taxas de ocupação das nossas unidades hoteleiras, o que do ponto de vista da atratividade turística é muito importante”.
CLASSIFICAÇÃO FINAL:
1º Miguel Barbosa / Alberto Silva – Mitsubishi Lancer Evo IX – 15m54,3s
2º André Cabeças / Bino Santos – Mitsubishi Lancer Evo V – a 39,6s
3º Joaquim Alves / Pedro Alves – Renault Clio R3 – a 44,3s
4º Jorge Melo / José Silva – BMW M3 E30 – a 47,0s
5º André Martins / Ricardo Torres – Citroen Saxo Cup – a 52,7s
6º Celso Moura / Ludgero Leal – Peugeot 205 Rallye – 1m04,4s
7º Ivo Araújo / Miguel Mota – Citroen Saxo Cup – 1m10,2s
8º Amaro Sousa / Álvaro Pontes – BMW M3 E36 – a 1m12,9s
9º Amaro Melo / António Ferreira – BMW M3 E30 – a 1m21,2s
10º Manuel Castro / Luís Costa – Mitsubishi Lancer Evo IX – a 1m22.6s

rallystsO Rali de Santo Tirso 2014, organizado pela Câmara Municipal e pelo Clube Automóvel de Santo Tirso (CAST), vai para a estrada, dias 23 e 24 de maio, com o maior número de inscritos desde 1996. Em 2014, são 50 os participantes, menos um do que há 18 anos, quando os ralis se estrearam no concelho. A lista publicada pela Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting é rica em quantidade e qualidade, o que abre boas perspetivas para um “rali sprint” emotivo e disputado.

O interesse de pilotos e equipas em participar no Rali de Santo Tirso superou as expetativas, o que, para o diretor de prova e presidente do CAST, Carlos Guimarães, mostra “a capacidade do Clube Automóvel de Santo Tirso em organizar, juntamente com a Câmara Municipal, uma prova que tem condições de se afirmar, no futuro, como uma referência na região norte”.

O presidente do CAST manifesta-se “satisfeito” com o número de inscritos e “orgulhoso com o resultado do trabalho desenvolvido a promover e divulgar” o Rali de Santo Tirso 2014, considerando que “estão reunidas todas as condições, sob o ponto de vista organizativo e de segurança, para uma prova com muitos pontos de espetáculo”.

incendio_O município de Santo Tirso vai contar, a partir de 01 de junho, com vigilância florestal feita por desempregados inscritos no Centro de Emprego e por militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) montados a cavalo, anunciou hoje fonte autárquica.

A apresentação do Dispositivo Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Santo Tirso está agendada para quarta-feira e será anunciado, disse hoje a autarquia, “o maior dispositivo de sempre ao serviço da prevenção de incêndios florestais”.

Segundo a câmara de Santo Tirso este verão, de julho a setembro, será a primeira vez que o concelho contará com vigilância florestal feita por militares da GNR montados a cavalo.

A autarquia resolveu, também, ao abrigo de um protocolo com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) recrutar nove desempregados para reforçar esse patrulhamento.

Antes de partirem para o terreno, em duas equipas distintas, os desempregados terão 25 horas de formação e serão acompanhados por um décimo elemento que é colaborador da autarquia.

Uma das equipas tem o nome de “Defesa da Floresta Contra Incêndios” e é composta por cinco homens formados para desenvolver ações de vigilância, de primeira intervenção e rescaldo.

Já a equipa “Silvicultura Preventiva”, formada por mais cinco elementos, fará a limpeza dos terrenos.

“As duas equipas estarão munidas de duas viaturas, equipamentos de proteção individual e ferramentas e materiais necessários para a execução das tarefas de vigilância e limpeza, fornecidos pela câmara de Santo Tirso”, refere a nota da autarquia.

O concelho de Santo Tirso tem uma área florestal de 6,5 hectares, o que representa, de acordo com o presidente da câmara Joaquim Couto, a “cerca de 47% da área total de um concelho com 14 hectares”.

O autarca assistia hoje a uma “queima experimental” organizada pela Universidade do Minho na zona de Reguenga, arredores de Santo Tirso, para estudar efeitos do fogo no solo, quando garantiu que “o município está a fazer um esforço no sentido de colocar no terreno um dispositivo eficaz no que respeita à prevenção e vigilância de incêndios florestais”.

De acordo com os dados do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, remetidos à Lusa pela autarquia de Santo Tirso, “entre 1996 e 2013, registaram-se 7.844 ocorrências neste concelho”.

Estas ocorrências foram “responsáveis por 9,3 hectares de área ardida, à média de 520 hectares por ano”.

O pior ano foi o de 2005 e o segundo pior, o de 2013, com dois mil e 1.300 hectares de área ardida, respetivamente.

pspForam detidos dois homens, de 28 e 30 anos de idade, operário da construção civil e desempregado, residentes no Porto e em Campanhã respetivamente.
Os agentes, no local, constataram que os acima identificados abandonavam um veículo ligeiro de passageiros, que ali se encontrava estacionado, apresentando a porta do condutor arrombada, na rua da cadeia em Santo Tirso. Intercetados pelos agentes, veio a verificar-se que se encontravam na posse de diversos objetos que haviam subtraído do interior da viatura e que lhes foram apreendidos, assim como a ferramenta utilizada na consumação do ilícito. De referir ainda que foi apreendida a viatura utilizada pelos suspeitos, pois havia sido subtraída no dia 07 de Maio conforme denúncia apresentada junto da Esquadra da PSP do Bonfim, no Porto.

cast_logoO Rali de Santo Tirso 2014, prova organizada pela Câmara Municipal e pelo Clube Automóvel de Santo Tirso (CAST), já está em marcha. Ao fim de um interregno de 12 anos, o CAST volta a organizar o rali do concelho, que vai para a estrada nos dias 23 (sexta-feira) e 24 de maio (sábado), com uma superespecial à noite no centro da cidade.

Garantidos que estão os já sobejamente conhecidos troços da “Serra” e “Sra. da Assunção”, utilizados nos ralis em Santo Tirso há quase 20 anos, o CAST delineou um esquema de prova que se enquadra no regulamento de ralis-sprint em vigor este ano. Em relação a edições anteriores da prova, as alterações operadas melhoram o produto que será oferecido às equipas participantes e ao público.

O Rali de Santo Tirso começa sexta-feira, 23 de maio, de tarde, com as habituais verificações técnicas e documentais. Depois de uma primeira passagem pelo parque de assistência instalado no Mercado Municipal, os carros rumam para a superespecial noturna, um dos pontos alto da prova.

Disputada mesmo no cento da cidade, junto ao Parque D. Maria II e à igreja matriz de Santo Tirso, beneficiando, assim, de um anfiteatro natural onde se esperam milhares de espetadores, a superespecial apresenta este ano a novidade de levar as equipas à margem norte do rio Ave. Com efeito, o percurso foi estendido para os 2,6 km, para atravessar a ponte e proporcionar uma interessante zona de espetáculo perto da antiga estação de comboios de Santo Tirso, onde um salto será certamente um dos pontos de atração do rali.

Já no sábado, dia 24, a prova começa pelas 10h00, para uma dupla passagem pelos troços da “Serra”, com 4,8 km, e “Sra. da Assunção”, com 7,3 km. As principais alterações registam-se neste segundo troço, com a partida a ter lugar na freguesia de Refojos e o final a ser encurtado para a zona da “Abelha”. O encurtamento do traçado foi decidido com vista a minimizar o impacto do rali junto da população de S. Miguel do Couto, onde o troço costumava ter o final. O Rali de Santo Tirso termina pelas 14h15 em frente à Câmara Municipal de Santo Tirso, com a cerimónia de pódio e entrega de prémios.

O presidente da Câmara, Joaquim Couto, reconhece que “o Rali de Santo Tirso atingiu uma projeção local e regional que não pode ser negligenciável e que deve merecer por parte do Município uma atenção especial”, com o objetivo de “manter uma prova que já é uma tradição” e, ao mesmo tempo, “promover o turismo, nomeadamente o comércio, a hotelaria e a restauração”.

Já Carlos Guimarães, diretor de prova, explica que “este formato já está devidamente testado, pelo que apenas foram introduzidas algumas alterações com vista a incrementar o espetáculo, como foi o caso da mudança na superespecial, e a atenuar os efeitos do rali junto das populações por onde passa, libertando percursos em zonas de maior densidade habitacional”.

Visita___obraAs obras de requalificação da Praceta do Alto da Feira, junto ao Largo Coronel Batista Coelho acabaram de arrancar. O projeto da Câmara Municipal de Santo Tirso prevê um investimento de 300 mil euros e tem por objetivo “devolver aquela zona à população”, terminando com o estacionamento arbitrário e privilegiando a fruição do espaço público.

“A crescente procura desta área por parte da população, fruto do rejuvenescimento do tecido comercial e de restauração, levou ao aparecimento de novas dinâmicas de relação com o espaço público que conduzem à necessidade de o requalificar”, justifica o presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Joaquim Couto. Neste sentido, acrescenta, o projeto “pretende resolver os problemas de infraestruturas básicas” e terminar os condicionamentos relacionados com o estacionamento anárquico que acontece atualmente.

De acordo com o autarca, a ideia é proibir o estacionamento na Praceta do Alto da Feira, à exceção do acesso a cargas e descargas, a moradores e a veículos prioritários. Uma medida que “permitirá criar condições para a instalação de esplanadas e uma boa acessibilidade por parte dos peões, salvaguardando o conforto na utilização daquele espaço público”, realça Joaquim Couto.

O projeto de requalificação está dividido em duas fases. A primeira arrancou agora, no início de maio, e tem um prazo de 30 dias. Após esta intervenção, que consiste na execução da rede de drenagem de águas residuais pluviais e domésticas, as obras só voltarão à praceta em outubro. “Não quisemos que os comerciantes ficassem privados dos seus estabelecimentos durante o verão e a realização do Mundial que, obviamente, vai acabar por trazer muito público a esta zona da cidade”, argumenta Joaquim Couto.

Assim, a segunda fase da obra arrancará em outubro. Nesta fase, é prevista a requalificação de todo o espaço público da Praceta do Alto da Feira, clarificando as áreas de circulação e estadia, garantindo também a acessibilidade de pessoas com mobilidade condicionada e salvaguardar a segurança e o conforto na utilização do espaço.

O projeto terá, ainda, uma preocupação estética e patrimonial, devendo contribuir para a valorização da obra da autoria do arquiteto Marques da Silva, responsável por vários projetos emblemáticos em todo o país, como a Casa de Serralves, o Teatro Nacional de S. João, ou o Santuário da Penha.

A segunda fase da intervenção na Praceta do Alto da Feira tem a duração de cerca de oito meses, devendo estar concluída em maio de 2015. O investimento global do projeto é de 300 mil euros.

tecidosA Câmara de Santo Tirso vai concessionar o laboratório da Incubadora de Moda e Design da Fábrica de Santo Thyrso, com o objetivo de “prestar apoio a profissionais na área do têxtil e do design”, anunciou hoje a autárquica.

Esta decisão foi tomada, por unanimidade, na reunião de Câmara de Santo Tirso e, de acordo com comunicado remetida às redações, trata-se de “mais um passo para a instalação dos projetos criativos na Incubadora de Moda e Design da Fábrica de Santo Thyrso (IMOD)”.

A IMOD é um equipamento ligado às áreas têxtil e de design de moda, inaugurado em setembro de 2013, nas instalações conhecidas por “Fábrica do Teles”.

Este “laboratório de modelação, corte e confeção prestará apoio aos profissionais na área do têxtil e do design de moda que vão trabalhar naquele espaço”, diz o comunicado da Câmara.

Assim, ficou hoje decidido que será aberto um procedimento para “adjudicação do direito de ocupação, exploração e prestação de serviços no laboratório da Fábrica de Santo Thyrso” que “possibilitará a entrada em funcionamento de uma linha de produção com o objetivo de criar os protótipos desenvolvidos pelos designers dos projetos já selecionados para incubação na IMOD”.

O projeto da IMOD prevê a instalação de “empresas-âncora” de forma a abrir a ideia a novos designers e à indústria têxtil.

A autarquia de Santo Tirso vinca que na IMOD “foram colocados laboratórios de modelação, corte e confeção equipados com tecnologia de ponta no setor têxtil para prestar serviços às empresas e projetos em regime de incubação e a empresas exteriores”.

“A operacionalização dos laboratórios, instalados numa área de 70 metros quadrados na Nave Cultural, dotados de 26 máquinas, garantirá não apenas a execução das peças de vestuário criadas pelas empresas, como também a realização de ações de formação técnica”, completa a nota da autarquia.