tecidosA Câmara de Santo Tirso vai concessionar o laboratório da Incubadora de Moda e Design da Fábrica de Santo Thyrso, com o objetivo de “prestar apoio a profissionais na área do têxtil e do design”, anunciou hoje a autárquica.

Esta decisão foi tomada, por unanimidade, na reunião de Câmara de Santo Tirso e, de acordo com comunicado remetida às redações, trata-se de “mais um passo para a instalação dos projetos criativos na Incubadora de Moda e Design da Fábrica de Santo Thyrso (IMOD)”.

A IMOD é um equipamento ligado às áreas têxtil e de design de moda, inaugurado em setembro de 2013, nas instalações conhecidas por “Fábrica do Teles”.

Este “laboratório de modelação, corte e confeção prestará apoio aos profissionais na área do têxtil e do design de moda que vão trabalhar naquele espaço”, diz o comunicado da Câmara.

Assim, ficou hoje decidido que será aberto um procedimento para “adjudicação do direito de ocupação, exploração e prestação de serviços no laboratório da Fábrica de Santo Thyrso” que “possibilitará a entrada em funcionamento de uma linha de produção com o objetivo de criar os protótipos desenvolvidos pelos designers dos projetos já selecionados para incubação na IMOD”.

O projeto da IMOD prevê a instalação de “empresas-âncora” de forma a abrir a ideia a novos designers e à indústria têxtil.

A autarquia de Santo Tirso vinca que na IMOD “foram colocados laboratórios de modelação, corte e confeção equipados com tecnologia de ponta no setor têxtil para prestar serviços às empresas e projetos em regime de incubação e a empresas exteriores”.

“A operacionalização dos laboratórios, instalados numa área de 70 metros quadrados na Nave Cultural, dotados de 26 máquinas, garantirá não apenas a execução das peças de vestuário criadas pelas empresas, como também a realização de ações de formação técnica”, completa a nota da autarquia.

A música swing dos anos 20-40 e as coreografias de Lindy Hop, dança social a pares que nasceu no Harlem nos anos 20 e se espalhou pelos EUA antes da II Guerra Mundial, vão marcar, em Santo Tirso, as comemorações do Dia Mundial da Dança, que se assinala a 29 de abril (terça-feira).

cartaz_dancaO espetáculo artístico promovido pela Câmara Municipal de Santo Tirso terá a duração de três horas e levará animação a três locais da cidade. Antes da primeira atividade, marcada para as 17h00, na Praça Conde S. Bento, um carro antigo circulará pelas principais ruas de Santo Tirso a apresentar o Lindy Hop, seguindo-se uma aula aberta ao público de música swing dos anos 20-40.

Pelas 18h00, será a vez da Praça 25 de Abril receber os bailarinos de Lindy Hop, para um espetáculo de coreografias históricas e novas coreografias, ao ritmo de música swing ao vivo. Uma hora mais tarde, pelas 19h00, no Largo Coronel Batista Coelho, o público vai ser convidado a juntar-se ao espetáculo da Banda da Swing Station. A escola fundadora em Portugal do Lindy Hop tocará ao vivo e os bailarinos dançarão coreografias intercaladas com dança social, “jams” (um par de cada vez a tentar desafiar os outros pares) e “steal dances”, com os bailarinos o roubarem o par uns aos outros.

O Lindy Hop é uma dança que faz bater o pé, influenciado pelo jazz (“vintage” e não da versão moderna), pelo “charleston”, que teve também o seu “boom” nos EUA, e por várias outras danças dos finais dos anos 20, incontornavelmente marcados pela música swing.

O Município de Santo Tirso associa-se, uma vez mais, ao Dia Mundial da Dança, instituído em 1982 pela Organização das Mações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), para homenagear o coreógrafo francês Jean-Georges Noverre (1727-1810), considerado um dos pioneiros da dança moderna. O objetivo é celebrar esta arte e mostrar a sua universalidade, independentemente das barreiras políticas, culturais e éticas de cada país.

A entrada nos três locais onde vão decorrer os espetáculos de Lindy Hop é gratuita.

Camara_STA Câmara Municipal de Santo Tirso aprovou hoje, apesar dos votos contra da oposição, o Relatório de Contas relativo à gestão de 2013, que registou um resultado líquido positivo de 1,5 milhões de euros.

“O município de Santo Tirso, perante as necessidades crescentes derivadas de um contexto socioeconómico desfavorável, conseguiu dar resposta às solicitações, cumpriu as suas atribuições”, refere a conclusão do relatório de contas remetido à Lusa pela Câmara de Santo Tirso.

De acordo com o documento, a receita corrente, em 2013, foi superior a 25 milhões de euros, enquanto a receita de capital ultrapassa os nove milhões de euros, o que totaliza cerca de 35 milhões de euros.

O relatório refere que a despesa corrente foi superior a 21 milhões de euros, enquanto a despesa de capital aproxima-se dos 16 milhões, totalizando mais de 37 milhões.

Os valores globais de 2012 revelam que a receita foi de 36 milhões de euros e a despesa de 40 milhões de euros, pelo que relatório refere que a “despesa corrente paga reduziu-se em 13%” e realça que para esta redução “contribuiu significativamente a redução das despesas com o pessoal (16%)”.

As contas relativas a 2013 foram aprovadas hoje em reunião de Câmara privada pela maioria socialista.

À margem da sessão, em declarações à Lusa, o presidente da autarquia, Joaquim Couto, considerou que as contas “estão equilibradas”, apesar de lamentar que “fruto da quebra de receita imposta pela crise e menores transferências do Estado para as autarquias, se registou uma significativa quebra do investimento municipal”.

Já o vereador da oposição, Alírio Canceles, explicou que a coligação PSD/PPM votou contra este relatório de contas por considerar “fraquíssima” a execução do plano de investimentos.

“Conclui-se que a receita foi utilizada para manter as mordomias da Câmara de Santo Tirso (?). O investimento feito em obras físicas tem uma execução de 42%, ou seja ficou muito aquém daquilo que foi anunciado pelo executivo em 2013”, referiu Alírio Canceles.

O vereador da oposição acusou, ainda, os socialistas de terem “manifesta falta de criatividade” e de terem aumentado o endividamento da autarquia “em ano de eleições [as eleições autárquicas realizaram-se em setembro de 2013] com pedidos de empréstimo que se multiplicaram seis vezes”.

A sessão de hoje ficou, ainda, marcada pela aprovação, por unanimidade, de um contrato com a sociedade Podium Events S.A. para apoio à 76.ª Volta a Portugal em Bicicleta.

A passagem em Santo Tirso, mais concretamente com chegada ao Monte de Nossa Senhora da Assunção, de uma das etapas da Volta a Portugal em Bicicleta regista um interregno de dois anos.

“Um evento desta natureza acaba por proporcionar também o desenvolvimento económico do concelho de Santo Tirso, designadamente o comércio local, com a grande afluência de pessoas não residente no concelho”, defendeu Joaquim Couto.

Fonte: Lusa

Hospital de Santo TirsoO presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto, classificou ontem de “absurda” a possível retirada de serviços e valências do Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA) e garantiu que “ainda não é seguro que isso venha a acontecer”.

“Esta situação não era previsível, ainda que a política deste Governo na área da saúde tem sido de cortes. E vai continuar a ser após a saída da ‘troika’. Ainda não é seguro que venha a acontecer isso, mas é um absurdo”, referiu o autarca socialista.

Joaquim Couto reagia assim ao anunciado na Portaria n.º 82/2014, publicada em Diário da República a 10 de abril, que inclui o CHMA no Grupo I.

O CHMA presta cuidados de saúde às populações dos concelhos de Santo Tirso, Trofa e Famalicão, num total, de acordo com Joaquim Couto, que ultrapassa as 250 mil pessoas.

“Até pelo número de utentes é um absurdo. Se acontecer será a diminuição de um serviço que é uma promessa do Estado”, referiu o presidente da autarquia de Santo Tirso.

Questionado sobre se pretende lavar a cabo alguma reivindicação junto do Governo, Joaquim Couto vincou que “a Câmara tem os seus canais de reivindicação e de diálogo próprios”.

Na quarta-feira, em comunicado remetido à Lusa, também o conselho de administração do CHMA reagiu a esta Portaria garantindo que “tem colaborado com a tutela na elaboração de um Plano Estratégico para o período 2013/15 que salvaguarda a manutenção da atual prestação de cuidados”.

“[Os constituintes do Grupo I] não exercem as valências de genética médica, farmacologia clínica, imunoalergologia, cardiologia pediátrica, cirurgia vascular, neurocirurgia, cirurgia plástica, reconstrutiva e estética, cirurgia cardiotorácica, cirurgia maxilofacial, cirurgia pediátrica, e neurorradiologia”, refere a Portaria n.º 82/2014.

Fonte: Lusa

mercado_nazerenoCentenas de pessoas assistiram sexta-feira à noite à “Última Caminhada” de Jesus Cristo pelas ruas da cidade e à “Crucificação”, na Praça 25 de Abril, naquela que foi a primeira grande enchente do Mercado Nazareno.

As dramatizações mereceram um prolongado e sentido aplauso de todos quantos presenciaram as duas últimas recriações do dia, nomeadamente do presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto, e dos vereadores Ana Maria Ferreira, José Pedro Machado e Alberto Costa.

Este sábado, terão lugar duas recriações: “Recolha de Jesus Cristo”, às 15h30, e “O Enterro”, às 17h00.

Fonte: Município de Santo Tirso

museu_abadeA requalificação do Museu Municipal Abade Pedrosa e a construção da sede do Museu Internacional de Escultura Contemporânea (MIEC) vai arrancar no terreno. O anúncio foi feito hoje, 15 de abril, pelo presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Joaquim Couto, no dia em que assinalou seis meses de mandato, num encontro com jornalistas que decorreu, exatamente, no Museu Municipal Abade Pedrosa. O investimento é de 4,6 milhões de euros, para os dois projetos assinados pelos conceituados arquitetos Souto Moura e Siza Vieira.

“São duas obras de extrema relevância para o município de Santo Tirso que permitirão projetar o que de melhor existe no concelho“, enalteceu Joaquim Couto, assumindo que a construção da sede do MIEC assume um relevo especial: “Na década de 90, altura em que era presidente de Câmara, nasceu o Museu Internacional de Escultura Contemporânea ao Ar Livre. Agora, vou ver este projeto finalizado com a construção da sua sede”.

A recente aprovação dos dois projetos museológicos nasce de uma recandidatura feita pela Câmara Municipal de Santo Tirso, no final do ano passado. Segundo explicou Joaquim Couto, a autarquia “foi confrontada com a necessidade de reformular o projeto, sob pena de não ver o processo aprovado”. Felizmente, acrescentou, “conseguimos apresentar uma candidatura vencedora, entre mais de uma dezena que estavam a concorrer, permitindo avançar com um importante investimento para o município”.

Uma das principais alterações no processo de candidatura prendeu-se com a opção de juntar os projetos de Souto Moura e Siza Vieira, permitindo com esta medida concentrar recursos humanos e financeiros, tornando o projeto mais intenso e atrativo para o público.

Neste momento, e após abertura de concurso público e de audição prévia, a adjudicação para as obras de construção da sede do MIEC deve decorrer até ao final do mês de abril. Após este passo, revelou o presidente da Câmara de Santo Tirso, “o processo seguirá para o Tribunal de Contas”, sendo expectável que as obras arranquem até final de junho. “Acreditamos que os dois projetos dos arquitetos Souto Moura e Siza Vieira possam estar concluídos até ao final de 2015”.

As obras estão orçadas em 4,6 milhões de euros e foram aprovadas no âmbito do Programa Operacional Regional do Norte, cofinanciado pelo ON.2 – O Novo Norte a 85 por cento. Os restantes 15 por cento, cerca de 700 mil euros, serão financiados pela autarquia.

kidsCerca de 1100 dos mais de dois mil alunos de Santo Tirso a frequentar o 1.º Ciclo do Ensino Básico vão participar, de 7 a 17 de abril, no programa MIMAR, projeto lançado, no ano letivo 2013-2014, pelo executivo municipal liderado por Joaquim Couto, com vista a promover a ocupação criativa, animada e participada das crianças entre os seis e os 10 anos de idade durante a interrupção letiva da Páscoa.

O programa arranca hoje, dia 7 de abril, em 17 polos de animação distribuídos pelo concelho, abrangendo todos os estabelecimentos de Ensino Básico de Santo Tirso, e envolve a presença de 54 animadores a tempo inteiro e de 20 orientadores técnicos, para assegurar, entre as 9h00 e as 17h30, um conjunto de atividades definidas para os nove dias de duração das férias.

Depois do sucesso verificado na interrupção letiva do Natal, durante a qual cerca de 750 alunos aderiram ao programa, a Câmara Municipal de Santo Tirso volta a pôr em prática, na Páscoa, uma medida de grande alcance educativo, social e económico. De 7 a 17 de abril, cerca de 1100 alunos, ou seja, 51 por cento das crianças inscritas no 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º ao 4.º anos), vão ter oportunidade de participar em oficinas temáticas em áreas como a dança, o karaté, o desporto radical, as artes plásticas, a pintura, a música, a ciência divertida, o ambiente ou o cinema.

Ao longo dos nove dias da interrupção letiva da Páscoa, nove mil almoços serão servidos nas cantinas escolares, em articulação com os agrupamentos de escolas e com as Associações de Pais e Encarregados de Educação. O Município de Santo Tirso também assegurará o transporte das crianças inscritas no programa MIMAR, entre a escola e os polos de animação, e ainda para participar nas atividades no exterior do estabelecimento de ensino. Ao todo, o executivo municipal liderado por Joaquim Couto vai investir cerca de 40 mil euros para ocupar, durante as férias da Páscoa, mais de metade dos alunos do 1.º Ciclo do concelho.

Um dos temas mais valorizados no programa da Páscoa será o ambiente, estando previstas oficinais de reciclagem, no âmbito do projeto “Produzir com lixo”, em parceria com a SUMA, e “Encontros com a Natureza”, no Parque Urbano da Ribeira do Matadouro, numa parceria com a Universidade Católica Portuguesa.

A campanha promovida pelo Município de Santo Tirso e a SUMA tem como objetivo reforçar a importância da valorização dos resíduos recicláveis, bem como consciencializar a comunidade escolar dos seis aos 10 de idade para a necessidade da deposição seletiva.

Com a iniciativa “Produzir com lixo”, os cerca de 1100 alunos inscritos no MIMAR vão ser alertados para a quantidade de lixo produzida todos os dias por cada pessoa e para a enorme parcela que não é encaminhada para reciclagem, pese embora ter todas as condições para o ser. “Com a sua participação, o lixo ganha vida!” é outro dos motes da ação prevista para os dias de duração do programa de interrupção letiva em Santo Tirso, chamando a atenção para a importância que cada um tem no início do processo de reciclagem.

A campanha de sensibilização ambiental permitirá ainda aos alunos do programa lançado pela Câmara de Santo Tirso tomarem conhecimento dos tempos de degradação dos materiais quando enviados para o aterro e ganhos em recursos, energia, tempo e espaço quando reaproveitados. No fim, estojos escolares produzidos com material reciclado serão distribuídos aos alunos, com vista a passar a mensagem e prolongar no tempo a alteração de comportamento ambiental e educacional desejado.

O MIMAR vai ainda apostar na visita ao património de Santo Tirso, nos espetáculos musicais proporcionados por bandas constituídas por jovens do concelho e nas oficinas de Ciência divertida. Um conjunto de atividades diversificadas que vão ao encontro, segundo o presidente da Câmara, Joaquim Couto, dos “objetivos definidos no arranque do projeto”, ou seja, “promover e incentivar a ocupação criativa, animada e participativa” dos alunos inscritos no programa.

Para o presidente da autarquia, “o projeto lançado por nós teve um grande impacto junto de toda a comunidade escolar, no Natal”, o que, ainda de acordo com Joaquim Couto, “ajuda a explicar o crescimento exponencial de inscritos entre a interrupção letiva do primeiro para o segundo períodos”.

O presidente da Câmara garante que o programa “é para consolidar nos próximos anos”, consciente da “importância que tem para os encarregados de educação e para as crianças que frequentam o primeiro ciclo do Ensino Básico”, sob o ponto de vista social e económico, em resultado da perda de rendimentos que atingiu as famílias do concelho.

Com o lançamento, pela primeira vez em Santo Tirso, do programa MIMAR, a autarquia garante a abertura das escolas do concelho ao longo de todo o ano, proporcionando, nas interrupções letivas, um conjunto de atividades de forma gratuita às crianças do 1.º Ciclo. A única despesa a suportar pelos encarregados de educação pretende-se com o almoço, que é facultativo e tem um custo em função dos rendimentos familiares: 1,46 euros para o escalão C, 73 cêntimos para o escalão B e gratuito para o escalão A.