sts_fotoA Câmara de Santo Tirso duplicou o subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento e aumentou os valores a atribuir às famílias beneficiadas. A verba global deste programa passou de 125 mil para 250 mil euros, na expetativa de responder aos vários pedidos de apoio que chegam ao serviço de Coesão Social. Em 2013, foram abrangidas 150 famílias. No final de 2014, espera-se que o programa chegue a mais de 250.

O novo regulamento do subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento foi, esta terça-feira, dia 18 de fevereiro, aprovado por unanimidade em reunião do executivo camarário. O presidente da autarquia, Joaquim Couto, lembrou que a medida terá grande impacto nas famílias, não só pelo aumento da verba destinada a este programa, que permitirá abranger mais casos, mas também por força do aumento dos valores atribuídos aos beneficiários. O valor mínimo passa de 25 para 50 euros, enquanto o valor máximo sobe de 125 para 150 euros.

“O subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento foi criado nos anos 90 e mantém os objetivos que estiveram na sua génese, tendo inúmeras vantagens para a população”, explicou Joaquim Couto. Uma das mais evidentes “prende-se com o facto de garantir casa às famílias com problemas económicos, garantindo a sua inclusão social”.

“Em Santo Tirso, não queremos construir mais habitação social. Iremos privilegiar o Apoio Municipal ao Arrendamento, de forma a não estigmatizar quem necessita de ajuda”, referiu o presidente da Câmara. Além disso, enumerou, “este programa tem como vantagem o facto de permitir a mobilidade dos inquilinos, que não ficam reféns de um empréstimo bancário, no caso de terem necessidade de mudar de habitação, e, por outro lado, ajuda a construir uma bolsa de arrendamento municipal”.

O subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento está dividido em cinco escalões: no primeiro, o apoio é de 50 euros; no segundo, 75 euros; no terceiro, 100 euros; no quarto, 125 euros; e, no quinto e último escalão, 150 euros. Os apoios são calculados de acordo com os rendimentos do agregado familiar, sendo que o novo regulamento hoje aprovado introduz uma alteração significativa. Para efeitos de atribuição, serão tidos em conta os membros do agregado que não auferem de qualquer vencimento, pelo que, ao rendimento mensal bruto da família, será deduzido 1/10 do salário mínimo nacional por cada dependente. “Esta alteração é muito importante, dado que permite uma análise mais real dos rendimentos da família e a atribuição do subsídio de uma forma mais justa”, justificou Joaquim Couto.

Pegando num exemplo prático: um casal com dois filhos menores, em que apenas um dos elementos trabalha, auferindo o salário mínimo, poderá ter o apoio máximo de 150 euros na sua renda mensal.

Na reunião do executivo municipal, foi também aprovado, por unanimidade, o regulamento do Plano Municipal de Emergência Social, já anunciado pela Câmara. Para este programa, a autarquia destinou 150 mil euros. O programa visa dar apoio extraordinário às famílias expostas a condições de extrema vulnerabilidade social e financeira e que não se integram nas respostas disponibilizadas pelos serviços tradicionais. Destina-se, acima de tudo, “a pessoas que se encontrem numa situação de carência que ponha em causa a sua subsistência”.

Fabrica STTA Volkswagen escolheu a portuguesa Copo Têxtil para equipar 100% dos assentos do seu novo modelo Pólo, num contrato de 4 anos, que representa um valor total de €14M.

A adjudicação do Volkswagen Polo à Copo Têxtil Portugal surgiu depois de, em setembro de 2013, a empresa de Santo Tirso ter fechado um contrato de 7 anos para o modelo Octavia da marca Skoda, que representa, no total, €31,5M.

A importância crescente que as marcas de automóvel alemãs começaram a ter na carteira de clientes da empresa, fizeram com que, a partir de 1 de fevereiro, abrisse um gabinete técnico na Alemanha, dotado de comerciais, designers e técnicos têxteis.

“Até 2012 os clientes alemães eram cerca de 10% da nossa carteira de clientes, mas a partir de 2014 começaram a representar 40%, daí a necessidade que sentimos de estarmos mais próximos fisicamente deles. Cada um dos accounts pertencentes ao gabinete técnico trabalha uma marca específica”, afirma Gilmar Padeiro, diretor geral da Copo Têxtil Portugal.

Os contratos fechados em 2013 asseguram um tempo de vida económica saudável à empresa para os próximos anos, pelo que as perspetivas a nível de resultados é bastante positiva.

“Fechamos 2013 com uma faturação de cerca de €20M e para 2014 prevemos já que esse valor suba €7M, embora, dentro de 2 anos, prevemos uma faturação de €35M”, explica a mesma fonte.

O grupo Volkswagen, que inclui as marcas Volkswagen e Skoda, representa cerca de 30% do volume de negócios da Copo Têxtil Portugal.

Joaquim_Couto_vencedoresOs atletas de Santo Tirso Diogo Fernandes e Albino Magalhães ocuparam os dois primeiros lugares do pódio na I edição do Trail do Jesuíta, que hoje, dia 16 de fevereiro, se realizou entre o Complexo Desportivo Municipal e os montes Padrão e Nossa Senhora da Assunção, numa iniciativa do Município de Santo Tirso, em parceria com a Confraria Trotamontes e a secção de orientação e desportos aventura dos Trampolins de Santo Tirso. Campeão europeu de trail, o espanhol Raul García Castán ocupou o último lugar do pódio, com o tempo de 2:11:28 horas, mais três minutos do que o vencedor.

Em femininos, a vitória sorriu a Rosa Madureira, do FC Penafiel, que percorreu os 25 km da prova em 2:26:38 horas, seguida de Natércia Silvestre, do Salomon Portugal, e de Ana Martins Gonçalves, do Alive Fitness Club, com os tempos de 2:59:38 e 3:07:38 horas, respetivamente.

O dia nasceu com nevoeiro, mas sem chuva, as condições perfeitas para a realização das duas provas da primeira edição do Trail do Jesuíta: uma de 25 km, para a qual se inscreveram mais de 400 “trail runners”, e uma caminhada de 10 km, participada por mais de 100 atletas.

A iniciativa foi um verdadeiro sucesso do ponto de vista desportivo e constituiu uma autêntica jornada de propaganda para as condições existentes em Santo Tirso no que respeita aos desportos praticados ao ar livre, graças ao património paisagístico natural do concelho e à aposta do Município em valorizar os percursos pedestres.

Presente na cerimónia de entrega de prémios aos vencedores e participantes no Trail do Jesuíta, o presidente da Câmara de Santo Tirso reconheceu que “a prova suplantou todas as expetativas, para primeira edição”. Joaquim Couto está convicto de que a iniciativa organizada pelo Município, em parceria, “tem condições de crescer no futuro” e “ser mesmo uma prova de referência a nível nacional e internacional”.

O presidente da Câmara agradeceu ainda a presença de todos quantos participaram no Trail do Jesuíta e deixou a garantia de que, em 2015, Santo Tirso vai voltar a ser a capital do trail europeu. “Se depender da autarquia, a segunda edição será uma realidade no concelho”, concluiu Joaquim Couto.

uf_saomartinho080214Depois de uma primeira avaliação interna  às contas da tesouraria campanse feita pelo novo executivo, donde saíram números que rondavam os 86 mil euros de “buraco financeiro”, a auditoria feita às referidas contas da Junta de S. Martinho do Campo, e que havia sido aprovada por maioria PS, em assembleia extraordinária, foi eloquente e taxativa no resultado final num documento com 20 páginas: 96.055.46 euros de dívida. Mais 10 mil euros que o inicialmente apontado por Marco Cunha presidente da agregação de freguesias que pretende ver este “assunto concluído de vez”, como afirmou na Assembleia que decorreu no passado Sábado, dia 08 de Fevereiro no salão nobre da Junta Campense.

Resultante de uma gestão “mais rigorosa” da Junta de S. Mamede e de S. Salvador, entraram na agregação cerca de 25.228.06 euros. Dinheiro que serviu, segundo Marco Cunha para pagar salários e diminuir à divida existente. Perante este cenário, Marco Cunha não vê a “necessidade” de se fazer uma auditoria às contas da extinta junta de S. Mamede de Negrelos nem da extinta junta de S. Salvador do Campo como é pretensão da bancada do PSD

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