urna_votoA população de uma das maiores uniões de freguesias de Santo Tirso, zona localizada no lado Nascente do concelho, vai a votos a 07 de dezembro para escolher um nome “mais curto e identificativo” do território onde vive.

O nome atual é União de Freguesias de Campo (S. Martinho), S. Salvador do Campo e Negrelos (S. Mamede), denominação que resulta da reorganização administrativa, que ditou a extinção/agregação/fusão de freguesias em 2013.

Mas “um nome tão grande” tem gerado “confusões”: o Centro de Emprego, por exemplo já resumiu, nas cartas que envia, a “União de Freguesias de Campo” e outros serviços apelidam o local de “As Freguesias da Zona Nascente”, descreveram alguns dos 6809 habitantes deste local de Santo Tirso, concelho do distrito do Porto.

Fonte: Lusa

Reuni_o_ c_maraA maioria socialista que compõe o executivo municipal liderado por Joaquim Couto aprovou hoje, dia 24 de junho, em reunião pública de Câmara, um novo tarifário de abastecimento de água no concelho que se traduz numa ligeira redução dos preços a pagar pelos consumidores ao longo do ano de 2014. O decréscimo dos encargos com a tarifa da água em Santo Tirso é o resultado da aprovação de uma candidatura pelo POVT-Programa Operacional Temático Valorização do Território em infraestruturas no Vale do Ave, na ordem dos três milhões de euros, o que se vai refletir diretamente numa descida do tarifário que entrará em vigor a partir do dia 1 de julho.

Fruto do diálogo estabelecido entre os Municípios de Santo Tirso e da Trofa, que também é abrangida pela concessão, e a empresa concessionária – a Indaqua –, foi possível chegar a um consenso que beneficiasse de uma forma mais acentuada os clientes com consumos do tipo doméstico, ou seja, aqueles que cabem no 1º escalão.

Para Joaquim Couto, presidente da Câmara de Santo Tirso, “as partes envolvidas na negociação levaram em linha de conta as dificuldades socioeconómicas por que passam os agregados familiares do concelho e chegaram a um entendimento em que todos saem a ganhar”.

Em face da perspetiva de aprovação pelo POVT da candidatura apresentada aos fundos comunitários, e uma vez que o financiamento das infraestruturas previstas para as freguesias de S. Salvador do Campo, Vilarinho, S. Tomé de Negrelos e EN 105 (55 km de extensão de rede), tinha impacto nos valores da água, a atualização do tarifário não se verificou no início do ano, mas apenas agora, o que vai implicar uma alteração ao contrato de concessão assinado entre os Municípios de Santo Tirso e da Trofa e a concessionária.

Na reunião de Câmara ordinária de hoje, o executivo municipal deliberou aprovar, por unanimidade, a atribuição de um subsídio a diversas associações de pais, no valor de cerca de 30 mil euros, para pôr em marcha o MIMAR verão, o programa pela primeira vez lançado no concelho por Joaquim Couto para proporcionar às crianças do 1º Ciclo atividades durante as três interrupções letivas.

Joaquim Couto considerou no final da reunião de Câmara que “o MIMAR é um programa reconhecido por toda a comunidade educativa e pelos encarregados de educação, pela riqueza e diversidade do projeto e pelas experiências que promove, favorecendo o crescimento saudável e o enriquecimento pedagógico e cultural das crianças do concelho”.

No MIMAR verão, foi proporcionada a ida à praia das crianças do 1. Ciclo, com a oferta de atividades desportivas orientadas por profissionais especializados e com ações de sensibilização para a proteção da pele. Ao todo, o Município de Santo Tirso já investiu cerca de 200 mil euros no programa, desde o início do ano letivo 2013-2014.

Aprovado por unanimidade foi também um subsídio de cinco mil euros a favor de instituições sociais do concelho, para que estas possam organizar as já tradicionais colónias de férias durante o verão. A Câmara decidiu ainda atribuir um subsídio de mil euros cada à União de Freguesia de Santo Tirso, Couto (Santa Cristina e S. Miguel) e Burgães e à União de Freguesia de Campo (S. Martinho), S. Salvador do Campo e Negrelos (S. Mamede), para a organização da “Semana de Santa Cristina” e “Festas da Vila”, respetivamente, bem como de 500 euros para a Comissão de Festas de S. João do Carvalhinho, em Burgães.

Camara_STA Câmara Municipal de Santo Tirso aprovou hoje, apesar dos votos contra da oposição, o Relatório de Contas relativo à gestão de 2013, que registou um resultado líquido positivo de 1,5 milhões de euros.

“O município de Santo Tirso, perante as necessidades crescentes derivadas de um contexto socioeconómico desfavorável, conseguiu dar resposta às solicitações, cumpriu as suas atribuições”, refere a conclusão do relatório de contas remetido à Lusa pela Câmara de Santo Tirso.

De acordo com o documento, a receita corrente, em 2013, foi superior a 25 milhões de euros, enquanto a receita de capital ultrapassa os nove milhões de euros, o que totaliza cerca de 35 milhões de euros.

O relatório refere que a despesa corrente foi superior a 21 milhões de euros, enquanto a despesa de capital aproxima-se dos 16 milhões, totalizando mais de 37 milhões.

Os valores globais de 2012 revelam que a receita foi de 36 milhões de euros e a despesa de 40 milhões de euros, pelo que relatório refere que a “despesa corrente paga reduziu-se em 13%” e realça que para esta redução “contribuiu significativamente a redução das despesas com o pessoal (16%)”.

As contas relativas a 2013 foram aprovadas hoje em reunião de Câmara privada pela maioria socialista.

À margem da sessão, em declarações à Lusa, o presidente da autarquia, Joaquim Couto, considerou que as contas “estão equilibradas”, apesar de lamentar que “fruto da quebra de receita imposta pela crise e menores transferências do Estado para as autarquias, se registou uma significativa quebra do investimento municipal”.

Já o vereador da oposição, Alírio Canceles, explicou que a coligação PSD/PPM votou contra este relatório de contas por considerar “fraquíssima” a execução do plano de investimentos.

“Conclui-se que a receita foi utilizada para manter as mordomias da Câmara de Santo Tirso (?). O investimento feito em obras físicas tem uma execução de 42%, ou seja ficou muito aquém daquilo que foi anunciado pelo executivo em 2013”, referiu Alírio Canceles.

O vereador da oposição acusou, ainda, os socialistas de terem “manifesta falta de criatividade” e de terem aumentado o endividamento da autarquia “em ano de eleições [as eleições autárquicas realizaram-se em setembro de 2013] com pedidos de empréstimo que se multiplicaram seis vezes”.

A sessão de hoje ficou, ainda, marcada pela aprovação, por unanimidade, de um contrato com a sociedade Podium Events S.A. para apoio à 76.ª Volta a Portugal em Bicicleta.

A passagem em Santo Tirso, mais concretamente com chegada ao Monte de Nossa Senhora da Assunção, de uma das etapas da Volta a Portugal em Bicicleta regista um interregno de dois anos.

“Um evento desta natureza acaba por proporcionar também o desenvolvimento económico do concelho de Santo Tirso, designadamente o comércio local, com a grande afluência de pessoas não residente no concelho”, defendeu Joaquim Couto.

Fonte: Lusa

posse_andreia_netoAndreia Neto e a sua Comissão Política tomou posse no Hotel Cidnay no passado dia 11 de Abril, estiveram presentes Marco António Costa Virgílio Macedo. Numa sala aonde a ausência de novos rostos e os militantes de base se fizeram notar. Para a história fica a composição da comissão política:

Mesa da Assembleia da Secção

Presidente:
António Jorge Gonçalves Afonso

Vice-Presidente:
Mário Gonçalves de Castro

Secretário:
Regina Celeste Machado de Lima

Comissão Política da Secção

Presidente:
Andreia Carina Machado da Silva Neto

Vice-Presidente:
Paulo Antero Alves Oliveira

Vice-Presidente:
Pedro Hugo Mariz de Almeida

Tesoureiro:
Paulo Alexandre Mirra Leal

Secretário:
Sara Micaela Ferreira de Lima

Vogal:
Manuel da Silva Ferreira Leal

Vogal:
Paulo Ismael Carneiro Bento Ferreira

Vogal:
Maria Graça Leite Guimarães Mesquita

Vogal:
Ana Filipa Saldanha Pedrosa Batista

Vogal:
Hugo Armindo Soutinho Pereira

Vogal:
Carlos Jorge Rodrigues Machado

Vogal:
Marco Emanuel Dias Carneiro Martins

Vogal:
Eduardo Nuno Sobral Monteiro

Vogal:
Maria Cidália Alves Magalhães

Vogal:
Miguel Gonçalves José

Vogal:
Marta Cristina Nunes Martins

descentralizarA Junta de Freguesia da União de Freguesias de Carreira e Refojos foi o local escolhido para realizar a segunda reunião pública descentralizada do executivo da Câmara de Santo Tirso. Nesta nova forma de gestão municipal, o presidente da autarquia, Joaquim Couto, relembrou os objetivos da iniciativa, um dos quais “é permitir aos cidadãos perceber como é que as decisões políticas são tomadas”.

Por outro lado, as sessões públicas são um instrumento de participação que a população tem disponível, tornando o contacto entre os eleitores e os eleitos mais direto. “A política faz-se com as pessoas e estas reuniões descentralizadas contribuem para uma democracia local mais participativa e mais próximas dos cidadãos”, realçou Joaquim Couto, perante uma plateia composta por cerca de duas dezenas de munícipes que esta terça-feira, dia 18 de março, assistiram à reunião camarária. 

A sessão municipal ficou marcada pela aprovação de todos os pontos constantes da ordem do dia e que incidiram, sobretudo, na atribuição de diversos apoios a instituições e juntas de freguesias, num total de 13 050 euros. A maior fatia deste valor, 6750 euros, teve como destino diversas entidades envolvidas na organização do desfile de Carnaval de dia 28 de fevereiro, envolvendo mais de 2500 participantes.

Foram, ainda, aprovadas por unanimidade as propostas de atribuição de um subsídio de 1500 euros para a Junta de Freguesia de Vilarinho, para placas toponímicas, bem como um subsídio de 4500 euros para as festas de Vila das Aves, promovida pela Junta de Freguesia, que se realizam entre 4 e 6 de abril. A terminar a ordem do dia, a Comissão de Festas de S. Rosendo recebeu um subsídio municipal no valor de 300 euros.

Antes do início da reunião do executivo, o presidente da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Carreira e Refojos, Luciano Cruz, congratulou-se com a iniciativa do presidente da Câmara Municipal em descentralizar as sessões públicas municipais. “É uma medida extramente importante, até porque há pessoas que não participam nestas reuniões porque não têm possibilidade de se deslocar até à Câmara”, apontou.

Joaquim_Couto250214A partir de hoje, dia 25 de fevereiro, 16 desempregados residentes no concelho vão exercer funções nas áreas da limpeza e higiene urbana, jardinagem e espaços verdes, manutenção de vias, espaços públicos e apoio aos espaços desportivos ao serviço do Município de Santo Tirso. A medida insere-se no programa Contrato Emprego-Inserção, apoiado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), e tem a duração de um ano. Os contratos com os 16 desempregados de Santo Tirso foram hoje assinados, no salão nobre, pelo presidente da Câmara, Joaquim Couto.

“As Câmaras não criam empregos – quem cria emprego são as empresas –, mas podem contribuir para fazer face a situações de vulnerabilidade social, com o obejtivo de promover e melhorar as competências socioprofissionais de quem está desempregado e quer valorizar-se do ponto de vista profissional”. Quem o diz é Joaquim Couto, presidente da Câmara de Santo Tirso, depois de ter assinado os contratos que abrem portas a um emprego a 16 desempregados inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Por outro lado, para Joaquim Couto, a contratação dos 16 beneficiários do subsídio de desemprego “vai permitir colmatar um conjunto de necessidades diagnosticadas desde que este executivo municipal tomou posse”, nomeadamente em áreas como a limpeza e higiene urbana, a jardinagem, os espaços verdes e a manutenção de vias, bem como os espaços públicos e o apoio aos equipamentos desportivos do concelho.

Ou seja, conclui Joaquim Couto, “ficam os dois a ganhar com esta medida. A Câmara satisfaz um conjunto de necessidades temporárias e as pessoas têm a oportunidade de se valorizar profissionalmente, sendo remuneradas pelo trabalho que fazem”.

Os 16 desempregados que a partir de hoje passam a estar ao serviço do Município de Santo Tirso têm idades entre os 45 e os 53 anos de idade, com habilitações entre o I Ciclo e a frequência do Ensino Superior. Pelas funções que vão desempenhar nos próximos 12 meses, os beneficiários do subsídio de desemprego receberão uma bolsa mensal complementar no valor de 20 por cento do Indexante de Apoio Social (IAS), fixado nos 419.22 euros. Ao todo, o Município de Santo Tirso vai assumir até ao final do contrato um encargo financeiro de mais de 41 mil euros. Os desempregados têm direito, para além da bolsa mensal, a despesas de transporte, subsídio de alimentação por cada dia de atividade e seguro que cobre os riscos inerentes ao exercício da atividade.

Desde que o presidente da Câmara lançou este tipo de políticas de emprego destinadas a residentes no concelho, com vista a dar uma resposta, imediata, à população desempregada de Santo Tirso, já foram abrangidos por esta medida, de 1997 a fevereiro deste ano, 1338 pessoas.