STS1O Conselho Económico e Social de Santo Tirso (CESST), que integra mais de 50 instituições, quer apostar no turismo, na gastronomia, na arqueologia e na arquitetura para “desenvolver políticas que levem a uma maior participação da comunidade local”.

Em comunicado, a Câmara de Santo Tirso, que integra o Conselho Económico e Social deste concelho, revelou que quarta-feira à noite este órgão reuniu pela primeira vez após as eleições autárquicas de setembro, sendo uma das ambições fazer com que esta estrutura reúna mais frequentemente.

Os intervenientes do CESST querem, igualmente, fazer “uma aposta estratégica em termos de promoção do concelho, numa lógica turística, gastronómica, arqueológica e arquitetónica, e do desenvolvimento de políticas ativas que levem a uma maior participação cívica da comunidade local”, refere o comunicado.

Ao todo são cerca de 50 as instituições que fazem parte do CESST desde entidades sociais a associações empresariais, desportivas e recreativas, bem como Juntas de Freguesia.

Um dos compromissos assumidos pela autarquia de Santo Tirso foi “apoiar e dinamizar o comércio tradicional, promovendo, ao mesmo tempo, os produtos locais”.

“O CESST deve ser o mais amplo possível, agregando todos os quadrantes da comunidade local, para traduzir uma realidade que se pretende próxima dos problemas das pessoas e abrangente, no sentido de não deixar nenhuma franja social e da atividade económica de fora”, referiu o presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto.

O autarca considerou, conforme se lê no comunicado, que o CESST “é um instrumento fundamental na definição das políticas públicas municipais”, pois poderá contribuir com as suas propostas para “uma melhor resposta a dar aos problemas concretos da população de Santo Tirso”.