Um estudo da Associaguaação Portuguesa de Famílias Numerosas, relativo à diferença nas taxas de consumo de água nos municípios portugueses, veio confirmar aquilo que o PSD denunciou: Santo Tirso tem a água mais cara do País, penalizando de forma evidente as famílias do concelho. Os números apresentados não deixam margem para dúvidas. Um agregado familiar com dez pessoas em Santo Tirso tem um custo anual na fatura da água de 1258 euros, enquanto em Lisboa esse valor se fica pelos 283 euros. Já uma família de três elementos paga em Amarante 91 euros por ano, enquanto em Santo Tirso esse valor sobre para os 263 euros.

Como se vê, o valor cobrado em Santo Tirso não tem paralelo no território nacional, provando ser inexistente qualquer política de apoio às famílias por parte da Câmara Municipal de Santo Tirso. A propaganda do executivo de que o preço da água não é aumentado há três anos vem apenas desmascarar o facto de que se os preços não subiram é porque não há mais margem para isso. Já atingiu o valor mais alto do País e aí permanece, não tendo qualquer benefício para as famílias mais alargadas, muito pelo contrário, penalizando de forma evidente os maiores agregados familiares.

Em devido tempo, o PSD de Santo Tirso alertou para esta situação, denunciando as tarifas desproporcionadas pagas pelos tirsenses quando em comparação, por exemplo, com os municípios vizinhos. O tarifário praticado no concelho é extremamente penalizador para os tirsenses enão se vislumbra qualquer alteração à política que a Câmara Municipal tem seguido face a um contrato de concessão claramente desajustado à realidade.

PSD Santo Tirso

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festival_palcos_de_santo_tirsoDurante um mês, Santo Tirso foi a capital do teatro amador. O Festival Palcos de Santo Tirso terminou no passado dia 22 de outubro, com um balanço mais do que positivo: quase 5.000 espectadores e 90% de lotação nas salas, em média, resultado de mais de 3.500 quilómetros percorridos por companhias de teatro vindas de todo país.

Promovido pela Câmara Municipal, em parceria com a Companhia de Teatro de Santo Tirso, o Festival Palcos voltou a trazer ao concelho o melhor do teatro amador. Durante o mês de outubro, companhias de teatro vindas de todo o país levaram às freguesias, escolas e ruas do Município quase duas dezenas de espetáculos. Da comédia ao drama e não esquecendo o público infantojuvenil, a edição deste ano contou com mais público que a anterior e com uma lotação média por sala de 90%.

“O Palcos de Santo Tirso é já uma referência cultural. Tornamo-lo uma aposta, e é possível ver que é uma aposta ganha, que superou as nossas expectativas. É para nós muito importante que os munícipes tenham uma oportunidade próxima de se ligarem ao teatro, que é um género cultural que muitas vezes acaba por ficar esquecido.

Em palco por todo o concelho estiveram companhias vindas de todo o país, incluindo ilhas – Mérito Avintense, de Avintes; Nova Comédia Bracarense, de Braga; TAL – Livramento, Madeira; Companhia de Teatro “Os Quatro Ventos”, de Santo Tirso; Teatro Olimpo, de Leiria; Retorta Teatro, de Valongo; Teatro de Cristelo, de Paredes; Teatro Renascer, de Esmoriz e Grupo de Teatro Aldeia Verde, de Lamego).

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rotunda_largoO presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Joaquim Couto, visitou esta terça-feira a obra de requalificação da Praça Camilo Castelo Branco. Já em marcha, a remodelação prevê a construção de uma rotunda, que vai permitir uma melhor circulação do trânsito e eliminar os constrangimentos na circulação rodoviária.

Uma nova rotunda para melhorar o tráfego e desobstruir a circulação rodoviária à entrada da cidade. Esse é o objetivo das obras de requalificação da Praça Camilo Castelo Branco, visitadas esta terça-feira pelo presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Joaquim Couto.

“É uma obra que se prende com a requalificação urbana que a cidade atravessa, e essencial para melhorar a circulação automóvel nesta centralidade do município. A expectativa que temos é que esta Praça tenha uma reformulação do tráfego e de reconfiguração da entrada da cidade, que é um local muito importante, e que ao mesmo tempo será contemplada pela requalificação do prédio aqui ao lado”, explicou aos jornalistas.

O projeto, orçado em cerca de 800 mil euros, prevê ainda o alargamento de passeios e a criação de percursos pedonais e cicláveis, bem como a redefinição das áreas de estacionamento. O prazo de conclusão da obra está previsto para final de março do próximo ano.

Para Joaquim Couto, este é um projeto “emblemático” por ser “muito necessário e desejado e porventura o mais importante atualmente na cidade”.
O presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso aproveitou ainda a ocasião para esclarecer que a rotunda – que é parte de um projeto que junta arranjo de vias, mantendo-se o duplo sentido, criação de espaços para peões e bicicletas e espaço ajardinado – também será conciliada com as esculturas existentes no local, cuja autoria é do escultor Alberto Carneiro.

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antigas_financasA secretária de Estado e da Justiça, Helena Mesquita Ribeiro, esteve esta segunda-feira em Santo Tirso para assinalar a passagem do Tribunal do Comércio para o antigo edifício das Finanças, localizado na Rua Ângelo Andrade. Com a assinatura deste protocolo, o edifício vai permitir criar condições adequadas ao funcionamento da comarca.

O antigo edifício das Finanças, localizado na Rua Ângelo Andrade, vai ganhar nova vida. O espaço, de 719 metros quadrados, vai dar lugar ao Tribunal do Comércio, depois do protocolo assinado esta segunda-feira entre o Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça e a Câmara Municipal de Santo Tirso, na presença da secretária de Estado e da Justiça, Helena Mesquita Ribeiro.

“Este é um protocolo que pretende dar execução rápida à reformulação das instalações que vão servir para funcionamento do Tribunal do Comércio, que resultou fixar-se aqui em Santo Tirso na última reforma do mapa judiciário. Face à franca falta de espaço no tribunal, foi necessário encontrar uma alternativa, que através do diálogo com o Governo, concretamente com a senhora secretária de Estado e da Justiça, e com o Instituto de Gestão Financeira, rapidamente se concretizou”, explicou o presidente da Câmara, Joaquim Couto.

O edifício, até agora desocupado, vai permitir criar condições adequadas ao funcionamento da comarca, resultado de um projeto de adaptação do espaço feito pela autarquia, num investimento na ordem dos 100 mil euros. As obras de requalificação ficarão a cargo do Estado, que investirá um valor de 800 mil euros.

“É com muito gosto que o Ministério da Justiça está representado aqui hoje, porque sabemos que a concretização desta obra vai dar condições de trabalho dignas a quem trabalha nos Tribunais, e a quem trabalha numa jurisdição como é a do Tribunal do Comércio. A atividade que os funcionários e os magistrados desenvolvem é uma atividade nova, e a nossa satisfação surge também pelo facto destas novas instalações surgirem de um edifício que já é património para todos nós”, elogiou a secretária de Estado e da Justiça, Helena Mesquita Ribeiro.

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dislexiaEm comunicado, a autarquia de Santo Tirso, distrito do Porto, aponta que este diagnóstico vai avaliar as necessidades específicas das crianças com 04 e 05 anos de idade que apresentem dificuldades de aprendizagem.

De acordo com o presidente da câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto, com este programa pretende-se que “as crianças intervencionadas passem de uma situação de insucesso escolar para uma crescente situação de sucesso escolar, com todas as conquistas que daí advirão”.

“A intervenção nestas idades é decisiva na prevenção do surgimento deste tipo de problemas, e permite uma análise cuidada da discrepância entre a capacidade e o desempenho dos alunos”, refere o autarca.

A implementação deste programa tem início com a formação dos educadores sobre o tema, enquanto aos alunos será feita uma entrevista, seguida do despiste, avaliação e diagnóstico, que permitirá uma intervenção pedagógica diferenciada aos alunos diagnosticados com dislexia, descreve informação camarária.

É considerada dislexia a dificuldade específica de aprendizagem de um ou mais processos de fala, linguagem, leitura, escrita, aritmética ou áreas escolares, resultantes de uma desvantagem causada por uma possível disfunção cerebral e/ou distúrbios emocionais e comportamentais.

Ainda a propósito dos programas relacionados com a área da Educação, Joaquim Couto declarou-se “satisfeito” com os resultados divulgados pelo “Norte Conjuntura”, segundo os quais Santo Tirso “registou taxas de desistência de ensino básico e secundário mais baixas do que a média nacional, bem como uma das maiores taxas reais de pré-escolarização ao nível da zona Norte”.

Dados remetidos pela autarquia mostram que Santo Tirso tem uma taxa de retenção e desistência do ensino básico inferior a 6%, menos 4% do que a média nacional.

Já ao nível do ensino secundário regular, a taxa de retenção e desistência de Santo Tirso é de 11%, comparativamente aos 20% registados na média nacional e aos 15% na região Norte.

“Valor destaque é também a taxa real de pré-escolarização no concelho, que demonstra a capacidade para acolher alunos da pré-escolar nas suas diferentes instituições. Santo Tirso regista uma taxa de pré-escolarização de 100%, desde 2009, superior a municípios como Vila do Conde ou Paredes”, descreve nota da autarquia baseada no estudo da “Norte Conjuntura”.

“Estes dados são demonstrativos do trabalho que tem vindo a ser realizado no concelho”, refere Joaquim Couto, enumerando obras no parque escolar e políticas adotadas, incentivos e apoios sociais, investimento em transportes escolares, bem como atribuição de bolsas de estudo.

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Hospital de Santo TirsoA questão do Hospital Conde de S. Bento tem vindo a trazer o PS de Santo Tirso, e o presidente da Câmara Municipal, em sobressalto. Percebe-se porquê. Não há nenhuma estratégia, nenhum projeto concreto, nada que possa indicar que esta unidade, fundamental para os tirsenses, não venha a ser ainda mais esvaziada de valências e especialidades. O anúncio de um novo edifício, com um horizonte temporal de dez anos, é, como desde logo referiu o PSD de Santo Tirso, um exercício de demagogia, sem nada de palpável.

O PS apregoa também que a presidente da Comissão Política Concelhia do PSD de Santo Tirso terá contribuído para o “chumbo” das propostas constante no mapeamento dos serviços de saúde para a Área Metropolitana do Porto e que com isso terá prejudicado o concelho. Nada disto corresponde à verdade. Este mapeamento dizia respeito aos investimentos a fazer na Região Norte na área da Saúde, servindo como base à necessária candidatura aos fundos comunitários. Ou seja, era um conjunto de decisões políticas. Aliás, um dia depois da entrada em funções do atual governo, a Câmara Municipal de Santo Tirso chumbou, em sede da Área Metropolitana do Porto, esse documento.

O presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso sabe que tem muito pouco ou nada para mostrar aos tirsenses após quatro anos de uma gestão imobilista e sem qualquer rasgo. Basta percorrer o concelho, como o PSD já o fez por todas as freguesias, para se perceber que a gestão socialista não está esgotada. É apenas inexistente. O caminho é, assim, a chicana política, envolvendo sempre o nome da presidente do PSD de Santo Tirso. Este caso do hospital é sintomático, com o Governo a calar o presidente da Câmara com uma promessa.

Mas nem isso é grande surpresa. Já o PS de Santo Tirso promete muito e concretiza pouco. Ou nada.

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