Joaquim_Couto250214A partir de hoje, dia 25 de fevereiro, 16 desempregados residentes no concelho vão exercer funções nas áreas da limpeza e higiene urbana, jardinagem e espaços verdes, manutenção de vias, espaços públicos e apoio aos espaços desportivos ao serviço do Município de Santo Tirso. A medida insere-se no programa Contrato Emprego-Inserção, apoiado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), e tem a duração de um ano. Os contratos com os 16 desempregados de Santo Tirso foram hoje assinados, no salão nobre, pelo presidente da Câmara, Joaquim Couto.

“As Câmaras não criam empregos – quem cria emprego são as empresas –, mas podem contribuir para fazer face a situações de vulnerabilidade social, com o obejtivo de promover e melhorar as competências socioprofissionais de quem está desempregado e quer valorizar-se do ponto de vista profissional”. Quem o diz é Joaquim Couto, presidente da Câmara de Santo Tirso, depois de ter assinado os contratos que abrem portas a um emprego a 16 desempregados inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Por outro lado, para Joaquim Couto, a contratação dos 16 beneficiários do subsídio de desemprego “vai permitir colmatar um conjunto de necessidades diagnosticadas desde que este executivo municipal tomou posse”, nomeadamente em áreas como a limpeza e higiene urbana, a jardinagem, os espaços verdes e a manutenção de vias, bem como os espaços públicos e o apoio aos equipamentos desportivos do concelho.

Ou seja, conclui Joaquim Couto, “ficam os dois a ganhar com esta medida. A Câmara satisfaz um conjunto de necessidades temporárias e as pessoas têm a oportunidade de se valorizar profissionalmente, sendo remuneradas pelo trabalho que fazem”.

Os 16 desempregados que a partir de hoje passam a estar ao serviço do Município de Santo Tirso têm idades entre os 45 e os 53 anos de idade, com habilitações entre o I Ciclo e a frequência do Ensino Superior. Pelas funções que vão desempenhar nos próximos 12 meses, os beneficiários do subsídio de desemprego receberão uma bolsa mensal complementar no valor de 20 por cento do Indexante de Apoio Social (IAS), fixado nos 419.22 euros. Ao todo, o Município de Santo Tirso vai assumir até ao final do contrato um encargo financeiro de mais de 41 mil euros. Os desempregados têm direito, para além da bolsa mensal, a despesas de transporte, subsídio de alimentação por cada dia de atividade e seguro que cobre os riscos inerentes ao exercício da atividade.

Desde que o presidente da Câmara lançou este tipo de políticas de emprego destinadas a residentes no concelho, com vista a dar uma resposta, imediata, à população desempregada de Santo Tirso, já foram abrangidos por esta medida, de 1997 a fevereiro deste ano, 1338 pessoas.

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andreia_netoA Deputada pelo PSD à Assembleia da República apresentou-se como candidata à Comissão Política Concelhia do PSD de Santo Tirso e segundo informações recolhidas avizinha-se como única candidata à posição, substituindo Alírio Canceles num dos momentos mais negros da história do PSD a nível concelhio. A eleição realiza-se no próximo dia 28 de Fevereiro das 20:30/23:30 na sede do PSD Local.

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psd_ppmAlírio Canceles, coordenador de vereadores  do PSD-PPM propões,  no âmbito da reorganização da rede do TUST, a inclusão na linha três do acesso à nova extensão do Centro de Saúde das Caldas em Areias, que como se sabe, já se encontra em pleno funcionamento, bem com,  a ligação  através da  linha  seis e a partir de São Miguel do Couto  à freguesia de Monte Córdova (bombas de gasolina de Santa Luzia).

Também o acesso aos equipamentos públicos, nomeadamente aqueles que são de utilização regular, como é o caso dos centros de saúde, “deve constituir uma prioridade na adoção de políticas de mobilidade e de transportes públicos”, reforçou aquele vereador.

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udsmamedeUD S. Mamede em excelente momento foi a Refojos golear a equipa da casa (5-1) e assumiu a liderança do campeonato, em igualdade pontual com o ARCA, que a jogar em casa sentiu imensas dificuldades frente ao Água Longa, não conseguiu melhor que um empate a 2 bolas. Mourinhense alcançou uma dificil mas moralizadora vitória(2-1) sobre o ABCD e ascendeu á terceira posição. O FC Rebordões venceu em Lamelas (2-0) a equipa da casa e encurtou distâncias para o topo da tabela. Empate a 1 bola no Tarrio vs Guimarei, num jogo de acordo com o esperado, muito disputado e equilibrado. Empate também no Reguenga vs FC Caldas, 2-2 foi o resultado final, com os visitantes a pontuarem após longo período sem o conseguirem fazer.

Veja como está ordenada a Tabela Classificativa após disputadas 12 jornadas.

O Campeonato regressa já no próximo fim de semana para disputa da 13ª jornada, com vários confrontos interessantes, entre os quais se destaca o embate entre o S.Mamede e ARCA, 1º e 2º classificados neste momento em igualdade pontual.

13ª Jornada- 1 de Março 2014

UD S.Mamede vs ARCA

FC Caldas vs AD Refojos

CRPJ Água Longa vs ACD Lamelas

FC Rebordões vs AD Tarrio

AD Guimarei vs AR Mourinhense

ABCD vs AD Reguenga

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STS1O Conselho Económico e Social de Santo Tirso (CESST), que integra mais de 50 instituições, quer apostar no turismo, na gastronomia, na arqueologia e na arquitetura para “desenvolver políticas que levem a uma maior participação da comunidade local”.

Em comunicado, a Câmara de Santo Tirso, que integra o Conselho Económico e Social deste concelho, revelou que quarta-feira à noite este órgão reuniu pela primeira vez após as eleições autárquicas de setembro, sendo uma das ambições fazer com que esta estrutura reúna mais frequentemente.

Os intervenientes do CESST querem, igualmente, fazer “uma aposta estratégica em termos de promoção do concelho, numa lógica turística, gastronómica, arqueológica e arquitetónica, e do desenvolvimento de políticas ativas que levem a uma maior participação cívica da comunidade local”, refere o comunicado.

Ao todo são cerca de 50 as instituições que fazem parte do CESST desde entidades sociais a associações empresariais, desportivas e recreativas, bem como Juntas de Freguesia.

Um dos compromissos assumidos pela autarquia de Santo Tirso foi “apoiar e dinamizar o comércio tradicional, promovendo, ao mesmo tempo, os produtos locais”.

“O CESST deve ser o mais amplo possível, agregando todos os quadrantes da comunidade local, para traduzir uma realidade que se pretende próxima dos problemas das pessoas e abrangente, no sentido de não deixar nenhuma franja social e da atividade económica de fora”, referiu o presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto.

O autarca considerou, conforme se lê no comunicado, que o CESST “é um instrumento fundamental na definição das políticas públicas municipais”, pois poderá contribuir com as suas propostas para “uma melhor resposta a dar aos problemas concretos da população de Santo Tirso”.

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sts_fotoA Câmara de Santo Tirso duplicou o subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento e aumentou os valores a atribuir às famílias beneficiadas. A verba global deste programa passou de 125 mil para 250 mil euros, na expetativa de responder aos vários pedidos de apoio que chegam ao serviço de Coesão Social. Em 2013, foram abrangidas 150 famílias. No final de 2014, espera-se que o programa chegue a mais de 250.

O novo regulamento do subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento foi, esta terça-feira, dia 18 de fevereiro, aprovado por unanimidade em reunião do executivo camarário. O presidente da autarquia, Joaquim Couto, lembrou que a medida terá grande impacto nas famílias, não só pelo aumento da verba destinada a este programa, que permitirá abranger mais casos, mas também por força do aumento dos valores atribuídos aos beneficiários. O valor mínimo passa de 25 para 50 euros, enquanto o valor máximo sobe de 125 para 150 euros.

“O subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento foi criado nos anos 90 e mantém os objetivos que estiveram na sua génese, tendo inúmeras vantagens para a população”, explicou Joaquim Couto. Uma das mais evidentes “prende-se com o facto de garantir casa às famílias com problemas económicos, garantindo a sua inclusão social”.

“Em Santo Tirso, não queremos construir mais habitação social. Iremos privilegiar o Apoio Municipal ao Arrendamento, de forma a não estigmatizar quem necessita de ajuda”, referiu o presidente da Câmara. Além disso, enumerou, “este programa tem como vantagem o facto de permitir a mobilidade dos inquilinos, que não ficam reféns de um empréstimo bancário, no caso de terem necessidade de mudar de habitação, e, por outro lado, ajuda a construir uma bolsa de arrendamento municipal”.

O subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento está dividido em cinco escalões: no primeiro, o apoio é de 50 euros; no segundo, 75 euros; no terceiro, 100 euros; no quarto, 125 euros; e, no quinto e último escalão, 150 euros. Os apoios são calculados de acordo com os rendimentos do agregado familiar, sendo que o novo regulamento hoje aprovado introduz uma alteração significativa. Para efeitos de atribuição, serão tidos em conta os membros do agregado que não auferem de qualquer vencimento, pelo que, ao rendimento mensal bruto da família, será deduzido 1/10 do salário mínimo nacional por cada dependente. “Esta alteração é muito importante, dado que permite uma análise mais real dos rendimentos da família e a atribuição do subsídio de uma forma mais justa”, justificou Joaquim Couto.

Pegando num exemplo prático: um casal com dois filhos menores, em que apenas um dos elementos trabalha, auferindo o salário mínimo, poderá ter o apoio máximo de 150 euros na sua renda mensal.

Na reunião do executivo municipal, foi também aprovado, por unanimidade, o regulamento do Plano Municipal de Emergência Social, já anunciado pela Câmara. Para este programa, a autarquia destinou 150 mil euros. O programa visa dar apoio extraordinário às famílias expostas a condições de extrema vulnerabilidade social e financeira e que não se integram nas respostas disponibilizadas pelos serviços tradicionais. Destina-se, acima de tudo, “a pessoas que se encontrem numa situação de carência que ponha em causa a sua subsistência”.

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