zonaindustrialfontiscoO Programa Operacional Regional do Norte – NORTE 2020 já aprovou, até março deste ano, candidaturas no valor de 13 milhões de euros de investimentos no tecido empresarial de Santo Tirso. As aprovações beneficiarão um total de 36 empresas do Município.

São 13 milhões de euros de candidaturas aprovadas pelo NORTE 2020, referentes a investimentos no tecido empresarial de Santo Tirso. Ao todo, 36 empresas sediadas no concelho viram aprovadas candidaturas a fundos comunitários para modernização e ampliação das suas unidades produtivas, em atividades como os têxteis, plásticos, distribuição, construção civil, mobiliário, animação turística e desportiva, entre outras.

Em declaração política, no período antes da ordem do dia da reunião de Câmara desta quinta-feira, Joaquim Couto, presidente da autarquia, congratulou- se pela dinamização económica do Município e pelo significado das aprovações. “Naturalmente, os investimentos que resultam da aprovação das candidaturas ao NORTE 2020 vão criar, a curto e médio prazo, riqueza e postos de trabalho, contribuindo para a redução da taxa de desemprego no concelho, que caiu no terceiro trimestre de 2015 face ao período homólogo de 2014, cerca de 20 por cento”, destacou.

Assumindo o emprego e a captação de novos investimentos para o concelho como uma das principais prioridades para o mandato, o executivo municipal lançou um conjunto de medidas com vista à captação de novas empresas, nomeadamente isenção e redução da carga fiscal.

Em curso estão, também, várias candidaturas lideradas pela Câmara de Santo Tirso a fundos comunitários, tendo em vista a requalificação das zonas industriais do concelho, à semelhança do que já aconteceu com a Zona Industrial de Fontiscos. Segundo revelou Joaquim Couto, prevê-se um investimento de quase 30 milhões de euros, com recurso ao Norte 2020.

Assim, caso as candidaturas sejam aprovadas, serão investidos cerca de 23 milhões de euros na beneficiação das acessibilidades às zonas industriais de Fontiscos, Alto da Cruz e Ermida. Em Vilarinho, estão ainda previstos investimentos na ordem dos dois milhões de euros, para melhoramento das acessibilidades e requalificação da área empresarial localizada naquela freguesia.

Já no âmbito de uma parceria entre os Municípios de Santo Tirso e da Maia está a decorrer uma terceira candidatura, no valor de 4,2 milhões de euros, que visa a requalificação dos acessos ao Aeródromo de Vilar de Luz e Vale de Pisão. “São investimentos estratégicos que vão melhorar a rede de acessibilidades a algumas das principais zonas industriais do concelho e contribuir para o desenvolvimento do Município, que passará a estar em melhores condições de atrair novas empresas”, concluiu Joaquim Couto.

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led_lampadaUma medida que vai permitir uma redução de custos com iluminação no valor de 140 mil euros por ano e, ainda, voltar a ligar cerca de 600 luminárias que estavam desligadas. Segundo o presidente da autarquia, Joaquim Couto, este é um passo importante “na adoção de medidas do ambiente e de redução da fatura energética municipal”.

A aposta da Câmara Municipal de Santo Tirso na iluminação LED surge no seguimento da aprovação da candidatura apresentada pela autarquia, no âmbito do Programa Operacional Temático de Valorização do Território (POVT), envolvendo um financiamento na ordem dos 600 mil euros. Este investimento será feito nas Estradas Nacionais entre Santo Tirso e Vila das Aves, Santo Tirso e Areias e Santo Tirso e Água Longa e ainda nos centros de Santo Tirso e Vila das Aves.

Para Joaquim Couto, não há dúvidas de que as lâmpadas LED estão a revolucionar o mundo da iluminação, apresentando inúmeras vantagens. As mais evidentes são a poupança energética e uma maior proteção do ambiente.

Atualmente, a Câmara Municipal tem uma despesa por ano com a fatura da luz pública, em relação ao universo das duas mil luminárias, na casa dos 200 mil euros. Com a substituição por tecnologia LED, as mesmas duas mil luminárias vão representar um custo de 60 mil euros, ou seja, em apenas um ano, a Câmara vai poupar cerca de 140 mil euros, a que corresponde uma redução de 70 por cento.

Feitas as contas, realça Joaquim Couto, “estamos a falar de uma poupança para o Município na fatura da eletricidade superior a 11,5 mil euros mensais”.
Com a poupança obtida em resultado da substituição das lâmpadas convencionais, a Câmara Municipal vai ter possibilidade de voltar a ligar as cerca de 600 luminárias que haviam sido desligadas quando o IVA da iluminação pública foi aumentado para a taxa máxima por decisão do atual Governo.

A economia energética e consequente redução da fatura é a grande vantagem da utilização da tecnologia LED, evitando assim o recurso a medidas como o desligar de lâmpadas, redução do horário de funcionamento ou do índice de iluminação por ponto de luz, com inconvenientes para a população.

A proposta do contrato de financiamento a celebrar entre a Câmara Municipal de Santo Tirso e o POVT foi aprovada esta quinta-feira, em reunião do executivo camarário, por unanimidade.

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visita_deputadospsOs deputados eleitos pelo Partido Socialista, pelo círculo do Porto, estiveram esta segunda-feira em Santo Tirso. Acompanhada pelo presidente da Câmara Municipal, Joaquim Couto, a visita teve como objetivo a necessidade de discussão de vários assuntos estratégicos para o concelho.

O Hospital de Santo Tirso foi um dos temas abordados no encontro, com os deputados do PS a deixarem a garantia de que o plano de investimentos para a unidade está a ser delineado, sendo “crucial”, para inverter o esvaziamento de que foi alvo nos últimos quatro anos.

Segundo a deputada da Comissão Parlamentar da Saúde, Luísa Salgueiro, “manter o Hospital de Santo Tirso em gestão pública foi a decisão certa”. Contudo, acrescentou, “mas não basta. É preciso defender os direitos dos cidadãos deste concelho e de todos os que são servidos desta unidade hospitalar”. “O plano de investimentos para o Hospital está a ser preparado e estará pronto ainda este semestre”, garantiu.

Luísa Salgueiro apontou como prioridades colocar o Serviço de Urgência Básica do hospital a trabalhar “em toda a sua plenitude”, somando-se carências serviço de ortopedia.

Uma intenção aplaudida pelo presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Joaquim Couto, que enalteceu a importância de sensibilizar os deputados para diversas questões que dependem da Administração Central: “O investimento no Hospital é urgente, de forma a dotar o hospital dos recursos humanos suficientes e indispensáveis para que a confiança da população regresse”.

Joaquim Couto também chamou a atenção dos deputados do PS para a necessidade de melhorar as acessibilidades às zonas industriais, bem como aos museus que atualmente estão em obras. Um desses acessos é o da ponte de Frádegas, na saída de Santo Tirso para Guimarães, projeto travado na Administração Central há 10 anos.

“Esse assunto é objeto de um protocolo entre a Câmara e o Estado, que tem tido muitos contratempos, nomeadamente porque a verba definida pelos governos anteriores para a reformulação desse cruzamento desnivelado, foi travada pelo anterior Governo. Neste momento, estamos a reformular o projeto definitivo, para também reformular o protocolo que já existe “, explicou Joaquim Couto.

O autarca quer que o projeto seja “definitivamente” fechado com investimento que permita fazer um cruzamento de nível com uma nova ponte sobre o ribeiro do Matadouro para desafogar o trânsito.

Joaquim Couto também aproveitou a visita dos deputados do PS para reivindicar uma reformulação da portagem na A3, que deverá passar para três faixas entre Santo Tirso e Famalicão, algo que considera “indispensável para acesso a zonas de industriais”.

Em declaração aos jornalistas, Fernando Jesus, deputado da Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, mostrou-se otimista: “O Governo está a equacionar um conjunto de medidas para corresponder a este tipo de investimentos que foram adiados ao longo dos anos. Estamos confiantes que com o diálogo que estamos a ter com o Governo, haja em breve noticias positivas”.

Ainda na área da mobilidade e acessibilidades, a deputada Joana Lima avançou que o PS defende que a variante que está projetada para servir de alternativa à Estrada Nacional 14, troço que liga os concelhos de Famalicão, Trofa e Maia, não abarque apenas estes concelhos. De acordo com Joana Lima, “não deve terminar na Trofa”, mas sim no nó da A3 em Santo Tirso, “para servir toda a região e não despejar o trânsito no centro da Trofa”. “É uma reivindicação que vamos fazer às Infraestruturas de Portugal”, asseverou.

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refugiados_portugalA câmara de Santo Tirso anunciou hoje que está a preparar um Plano de Acolhimento a Refugiados que juntará instituições que prestam apoio humanitário e assistência social no concelho. Em comunicado, a autarquia de Santo Tirso, distrito do Porto, refere que o plano está “praticamente concluído” e que o acolhimento será feito através da sinalização feita pela Plataforma de Apoio aos Refugiados. “Desde que a crise humanitária tomou proporções públicas e entrou na agenda da comunidade internacional, a câmara de Santo Tirso sempre se manifestou disponível para dar o seu contributo”, refere o presidente da câmara, Joaquim Couto.

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residencias_autonomasA câmara de Santo Tirso quer instalar residências autónomas para pessoas com deficiência na zona nascente do concelho, replicando uma resposta que com as obras inauguradas hoje registou um aumento de 67% de capacidade. No centro desta aposta está a Cooperativa de Apoio à Integração do Deficiente (CAID), uma instituição fundada em 1998 com o objetivo de responder às necessidades do concelho de Santo Tirso, distrito do Porto, na área deficiência através de diferentes dimensões como ocupação e inserção socioprofissional. Hoje foram inauguradas as obras de ampliação e requalificação da Residência Autónoma do Conjunto Habitacional de Areias, uma das valências da instituição, empreitada que permitirá um aumento de 67% daquela que era a resposta até aqui, indica nota da autarquia de Santo Tirso.
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canil_gatilA Câmara Municipal de Santo Tirso vai avançar com a construção de um canil/gatil no concelho. A proposta para contratação do projeto na especialidade foi aprovada esta quinta-feira, por maioria, em sede de reunião do executivo, e tem por objetivo criar uma resposta ao abandono e abate de animais, garantindo-lhes dignidade e condições de vida.

No seguimento de uma política de um concelho amigo dos animais, a Câmara de Santo Tirso vai construir um canil/gatil municipal. A proposta é considerada, pelo executivo camarário, como “um imperativo civilizacional e cultural”, que reconhece os direitos proclamados pela Organização das Nações Unidas e consagrados no Tratado de Lisboa da União Europeia.

Em declaração política no período da ordem do dia, o presidente da Câmara, Joaquim Couto, destacou que “os municípios têm um papel fundamental na proteção da vida animal, no controlo da sua população e na melhoria das condições físicas dos centros municipais de recolha de animais”. Neste sentido, a autarquia pretende, através da construção de um canil/gatil municipal, “desenvolver um trabalho de tratamento, adoção e sensibilização no combate ao abandono de animais no concelho”.

O canil/gatil municipal permitirá dar uma resposta estruturada e coerente para o problema da sobrepopulação animal, do abandono e do abate, garantindo, ao mesmo tempo, condições de vida com dignidade aos animais não humanos.

“É um compromisso que assumimos com a população de Santo Tirso. A construção do canil/gatil municipal é absolutamente crucial para pôr em prática uma verdadeira política de bem-estar animal, assente no tratamento condigno dos animais abandonados, na sensibilização contra o abandono e na promoção de programas de apoio e de adoção”, defendeu Joaquim Couto.
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farmacias_logo_0O número de Farmácias em situação de insolvência ou penhora continua a subir. As graves dificuldades financeiras do setor colocam em causa a cobertura farmacêutica e a rede de serviços de saúde de proximidade à população.

No distrito do Porto, são já 14,3% as Farmácias nestas condições, mais que duplicando as 6,3% em 2012.

A nível nacional, são 18,7% as Farmácias (549) em situação de insolvência ou de penhora, um crescimento de 127,8% entre dezembro de 2012 e fevereiro de 2016. Neste período, o número de insolvências mais que triplicou, de 61 para 188 Farmácias (+208,2%). Já o número Farmácias sob penhora duplicou, de 180 para 361 (+100,8%).

O crescimento das insolvências e das penhoras é revelador dos problemas de sustentabilidade do setor das Farmácias, que põem em cheque a capacidade e a qualidade da resposta dos farmacêuticos às necessidades dos utentes.

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