Hospital de Santo TirsoA questão do Hospital Conde de S. Bento tem vindo a trazer o PS de Santo Tirso, e o presidente da Câmara Municipal, em sobressalto. Percebe-se porquê. Não há nenhuma estratégia, nenhum projeto concreto, nada que possa indicar que esta unidade, fundamental para os tirsenses, não venha a ser ainda mais esvaziada de valências e especialidades. O anúncio de um novo edifício, com um horizonte temporal de dez anos, é, como desde logo referiu o PSD de Santo Tirso, um exercício de demagogia, sem nada de palpável.

O PS apregoa também que a presidente da Comissão Política Concelhia do PSD de Santo Tirso terá contribuído para o “chumbo” das propostas constante no mapeamento dos serviços de saúde para a Área Metropolitana do Porto e que com isso terá prejudicado o concelho. Nada disto corresponde à verdade. Este mapeamento dizia respeito aos investimentos a fazer na Região Norte na área da Saúde, servindo como base à necessária candidatura aos fundos comunitários. Ou seja, era um conjunto de decisões políticas. Aliás, um dia depois da entrada em funções do atual governo, a Câmara Municipal de Santo Tirso chumbou, em sede da Área Metropolitana do Porto, esse documento.

O presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso sabe que tem muito pouco ou nada para mostrar aos tirsenses após quatro anos de uma gestão imobilista e sem qualquer rasgo. Basta percorrer o concelho, como o PSD já o fez por todas as freguesias, para se perceber que a gestão socialista não está esgotada. É apenas inexistente. O caminho é, assim, a chicana política, envolvendo sempre o nome da presidente do PSD de Santo Tirso. Este caso do hospital é sintomático, com o Governo a calar o presidente da Câmara com uma promessa.

Mas nem isso é grande surpresa. Já o PS de Santo Tirso promete muito e concretiza pouco. Ou nada.

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