A empresa especializada em soluções de contentorização para resíduos sólidos urbanos, cujas vendas cresceram 47% em 2017 para 4,1 milhões de euros, deslocalizou as suas instalações centrais da Maia para Santo Tirso, num investimento de dois milhões de euros.

O CEO da Sopsa decidiu então deslocalizar a Sopsa da Maia para o Parque Empresarial da Ermida, em Santo Tirso, onde investiu cerca de dois milhões de euros na construção de novas instalações da empresa, que ocupam uma área de quatro mil metros quadrados.

Os lucros da agora empresa tirsense foram de 820 mil euros em 2017, mais 60% do que no ano anterior.

Este ano, em termos de vendas, o crescimento no primeiro semestre foi de apenas 5%, mas o CEO da Sopsa ressalva que, “neste sector, o semestre mais representativo do ano é sempre o segundo”.

Em conferência de imprensa, o também autarca de Santo Tirso considerou “inaceitável que as verbas do investimento continuem bloqueadas na Secretaria de Estado do Tesouro”, demora que, a manter-se, fará com que a unidade de Santo Tirso do Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA) “passe a disponibilizar apenas o mínimo dos mínimos” dos serviços que presta.

Afirmando querer mostrar estarem ao lado da população nesta reivindicação, Joaquim Couto, que esteve acompanhado na iniciativa pelo presidente da Federação Distrital do Porto socialista, Manuel Pizarro, e pelos deputados no parlamento Tiago Barbosa Ribeiro, Hugo Carvalho e João Torres, quer que o Governo perceba a “situação de algum dramatismo” que se vive no hospital.

“É obrigatório e necessário que neste OE fique contemplado o investimento no Hospital de Santo Tirso para que em 2019 sejam executadas as obras”, exigiu o líder da concelhia tirsense socialista.

Já Manuel Pizarro, embora “compreenda as razões que possam existir [para o atraso verificado na chegada do dinheiro]”, afirmou-se “preocupado com a situação”.

“Para nós, o cumprimento dos nossos compromissos é uma questão de honra. É, do nosso ponto de vista, também uma questão central para a forma como o PS se apresenta perante os cidadãos portugueses, mostrando que nem todos os políticos e partidos são iguais”, disse.

Afirmando-se, ainda assim, otimista, enfatizou “não ter dúvida nenhuma que também aqui esta justa aspiração dos cidadãos de Santo Tirso vai sair vitoriosa”.

Joaquim Couto referira antes que em dezembro de 2014, por decisão do anterior Governo, o hospital esteve para ser “transferido para a tutela da Santa Casa de Misericórdia de Santo Tirso”, medida que “teve a forte oposição da população local”, acabando, um ano mais tarde, “por a decisão ser revertida pelo atual Governo”, mantendo-se no CHMA, juntamente com a unidade de Vila Nova de Famalicão.

Reiterando que “desde logo de verificou a necessidade de fazer obras”, num investimento então quantificado na “ordem dos 4,5 milhões de euros”, Joaquim Couto criticou que o montante então aprovado “esteja há um ano a hibernar na Secretaria de Estado do Tesouro”.

O incêndio que na quarta-feira à noite consumiu parte de uma fábrica de produtos de higiene e limpeza Carvidet causou ferimentos ligeiros num bombeiro, que foi conduzido ao Centro Hospitalar do Médio Ave No local estiveram mais de 90 operacionais a combater as chamas. Segundo o adjunto do Comandante dos Bombeiros Voluntários Tirsenses, Tiago Miranda, o fogo foi “dado como dominado cerca das 00h30”. Estiveram no combate às chamas nove corporações, com 31 veículos e 93 operacionais, acrescentou Tiago Miranda, tendo o único bombeiro ferido sofrido “ferimentos ligeiros”. A origem ainda “é indeterminada”, disse o bombeiro sobre um incêndio que “começou dentro do armazém e chegou também à parte florestal que circunda a zona industrial e está também extinta”. Na fábrica trabalham 15 pessoas, tendo os proprietários acorrido ao local para acompanhar o esforço dos bombeiros e prestar informações, mas escusando-se a falar à comunicação social.

A Câmara de Santo Tirso inaugurou, esta terça-feira, 31 de Julho, o canil/gatil municipal. As instalações estão equipadas para receber até 34 animais, num investimento de cerca de 600 mil euros, totalmente suportado pela autarquia.

O edifício de 2500 metros quadrados, construído de raiz num terreno municipal, “está equipado com 20 boxespara canídeos, sendo uma delas para maternidade, quatro boxes para felídeos, quatro boxes para felídeos em quarentena, duas boxes para canídeos perigosos, duas boxes para canídeos em quarentena e uma box para outras espécies”, refere a autarquia do distrito do Porto.

Situado no lugar de Ermida, na freguesia de Santa Cristina do Couto, no equipamento já se encontram “oito cães, todos recolhidos na via pública”, acrescenta a nota de imprensa. Em termos de serviços prestados, o canil/gatil municipal de Santo Tirso vai intervir na “captura de animais vadios, recolha ao domicílio de animais mortos e vivos, identificação electrónica e vacinação antirrábica – este serviço será pago pelos detentores – e ainda a esterilização de todos os que dão entrada nos Centros de Recolha Oficial de animais de companhia (CRO)”.

Até hoje, lembra a autarquia, e fruto de um protocolo com Guimarães, a câmara levava os animais recolhidos na rua para aquele município vizinho, situação que deixa de se verificar depois de “Santo Tirso passar a ter uma resposta própria”.

Para além do espaço para os animais, no edifício funcionam ainda “dependências de apoio, como vestiários/instalações sanitárias para funcionários, sala de preparação de refeições e de cirurgia, zona administrativa e de armazenamento, consultório de atendimento veterinário e enfermaria”, informa ainda a autarquia.

Nove pessoas foram atropeladas e sofreram ferimentos ligeiros na noite deste domingo, depois de terem sido colhidas no Lago Discount, em Ribeirão, Famalicão.

Os feridos foram transportados ao hospital de Famalicão e Cruz Vermelha de Ribeirão, que socorreram as vítimas com apoio da VMER de Famalicão.

Segundo confirmou a GNR à agência Lusa, tratou-se de um acidente relacionado com corridas ilegais. A zona é já conhecida por ter “aceleras” a realizarem alguns piões com várias pessoas a assistir, ao domingo à noite.

A Unidade de Ação Fiscal da Guarda Nacional Republicana (GNR) apreendeu em Santo Tirso, distrito do Porto, 17.560 peças de vestuário contrafeito, no valor de 405 mil euros, anunciou esta terça-feira aquela força policial. Em comunicado enviado à agência Lusa, a GNR informa que a ação, levada a cabo no sábado pelo Destacamento de Ação Fiscal do Porto, ocorreu “no decurso de uma operação de fiscalização de bens em circulação”, seguindo a mercadoria detetada “numa viatura sem que o motorista exibisse qualquer documento que justificasse a sua legal proveniência e destino”. “Após exame realizado às peças de vestuário transportadas, verificou-se que se tratava de produtos contrafeitos”, acrescenta a nota de imprensa. O condutor da viatura, de 30 anos, foi identificado, sendo os factos comunicados ao Tribunal Judicial de Santo Tirso. Em declarações à agência Lusa, o comandante do Destacamento de Ação Fiscal de Coimbra, Rui Chantre, revelou “ser português e residente na zona norte o cidadão que seguia na viatura” intercetada. Segundo o militar, a “mercadoria apreendida constava de t-shirts, polos de meia manga e boxers”, material normalmente “associado ao comércio de feira, mercados e vendas online”.