O Pavilhão Desportivo Municipal de Santo Tirso vai ser alvo de obras de requalificação, com o objetivo de melhorar a eficiência energética e sustentabilidade ambiental e económica do edifício. A intervenção, superior a meio milhão de euros, prevê a instalação de um sistema solar fotovoltaico e um sistema solar térmico para produção de água quente, estimando-se uma redução de 31 por cento nas emissões de CO2.

Em média, cerca de 650 pessoas utilizam diariamente o Pavilhão Desportivo Municipal de Santo Tirso para a prática de atividades como a ginástica, o voleibol, andebol, voleibol ou o futsal, entre outras. Dezasseis anos após a sua construção, estas serão as primeiras grandes obras de beneficiação do equipamento, nomeadamente no seu interior.

O projeto de intervenção contempla a substituição integral da cobertura e a reparação do pavimento desportivo em madeira, localizada na nave do Pavilhão Desportivo Municipal. Além disso, um dos grandes objetivos passa por melhorar a eficiência energética do edifício e, neste contexto, será colocado isolamento térmico na cobertura e instalado um sistema solar fotovoltaico para regime de autoconsumo.

Além disso, a iluminação do pavilhão será toda substituída por tecnologia LED e será colocado um sistema solar térmico, para produção de água quente de uso sanitário. Após a intervenção, haverá uma redução de 12 por cento no consumo de gás natural, bem como de 47 por cento no consumo de eletricidade do pavilhão municipal.

A obra no valor de 512 mil euros é financiada no âmbito de uma candidatura apresentada pela Câmara de Santo Tirso ao Norte2020, dos quais cerca de 230 mil euros são garantidos pela autarquia.

Nove pessoas foram atropeladas e sofreram ferimentos ligeiros na noite deste domingo, depois de terem sido colhidas no Lago Discount, em Ribeirão, Famalicão.

Os feridos foram transportados ao hospital de Famalicão e Cruz Vermelha de Ribeirão, que socorreram as vítimas com apoio da VMER de Famalicão.

Segundo confirmou a GNR à agência Lusa, tratou-se de um acidente relacionado com corridas ilegais. A zona é já conhecida por ter “aceleras” a realizarem alguns piões com várias pessoas a assistir, ao domingo à noite.

A Unidade de Ação Fiscal da Guarda Nacional Republicana (GNR) apreendeu em Santo Tirso, distrito do Porto, 17.560 peças de vestuário contrafeito, no valor de 405 mil euros, anunciou esta terça-feira aquela força policial. Em comunicado enviado à agência Lusa, a GNR informa que a ação, levada a cabo no sábado pelo Destacamento de Ação Fiscal do Porto, ocorreu “no decurso de uma operação de fiscalização de bens em circulação”, seguindo a mercadoria detetada “numa viatura sem que o motorista exibisse qualquer documento que justificasse a sua legal proveniência e destino”. “Após exame realizado às peças de vestuário transportadas, verificou-se que se tratava de produtos contrafeitos”, acrescenta a nota de imprensa. O condutor da viatura, de 30 anos, foi identificado, sendo os factos comunicados ao Tribunal Judicial de Santo Tirso. Em declarações à agência Lusa, o comandante do Destacamento de Ação Fiscal de Coimbra, Rui Chantre, revelou “ser português e residente na zona norte o cidadão que seguia na viatura” intercetada. Segundo o militar, a “mercadoria apreendida constava de t-shirts, polos de meia manga e boxers”, material normalmente “associado ao comércio de feira, mercados e vendas online”.

Um acidente, esta quinta-feira de manhã, entre dois ligeiros, em Rebordões, Santo Tirso, cortou o trânsito na estrada nacional 105, que liga o Porto a Guimarães. A colisão, que envolveu um jogador do Desportivo das Aves, não provocou feridos mas deixou estragos nas duas viaturas.

O jogador Amilton Silva, de 28 anos, que atua no Desportivo das Aves, é um dos condutores envolvidos no acidente que cortou o trânsito na nacional 105.

O atleta brasileiro, natural do Pernambuco, que seguia ao volante de um Porsche, não teve qualquer ferimento. O outro condutor também saiu ileso, tendo-se registado apenas estragos nos dois carro

Mais de 12 mil utentes da Unidade de Saúde Familiar (USF) de São Martinho do Campo, em Santo Tirso, vão poder usufruir de consultas de saúde oral, a partir de janeiro de 2018. A medida resulta de um acordo entre a Câmara Municipal de Santo Tirso e o Ministério da Saúde.

Na passada sexta-feira, dia 13 de outubro, o Presidente da Câmara, Joaquim Couto, e o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, assinaram um protocolo de intenções que possibilitará a realização de consultas de saúde oral gratuitas.

Na prática foi decidido estabelecer uma parceria entre a câmara e o Ministério da Saúde para a colocação de um médico dentista e a respetiva auxiliar ao serviço, funcionando nos mesmos moldes de um médico de família.

Assim, um utente que seja isento também beneficiará de consultas de saúde oral gratuitas, enquanto os restantes utentes pagarão as taxas moderadoras em função do seu escalão.

A Câmara Municipal de Santo Tirso acrescenta que cabe ao Ministério da Saúde fornecer as instalações, tendo sido escolhida a USF de São Martinho do Campo. Do lado da autarquia fica o investimento no equipamento, cerca de 50 mil euros.

A reunião também serviu para discutir um segundo protocolo que visa a implementação de serviços médicos na área de medicina geral dentária, no Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA), com a Cooperativa de Ensino Superior Politécnico Universitário (CESPU).

As consultas de saúde oral arrancam em janeiro de 2018 para os utentes mais carenciados.

De acordo com informações veiculadas domingo à noite pelo comandante dos Bombeiros Voluntários de Santo Tirso, Joaquim Souto, um incêndio obrigou à retirada de duas famílias de idosos de duas habitações em Guimarei, um dado atualizado hoje pela autarquia que fala em mais uma situação em Água Longa envolvendo uma família de três pessoas, uma delas com deficiência.

“Os idosos foram alojados no Solar de São Bento, enquanto a família de Água Longa pernoitou na casa de um familiar. Foram acompanhadas pelos Serviços Sociais da câmara e hoje, cerca das 10:30/11:00 receberam autorização para regressar a suas casas”, indicou à Lusa fonte camarária.

A mesma fonte indicou que em Santo Tirso, distrito do Porto, “não há registo de habitações ardidas”, relatando que “arderam pequenos armazéns que não estavam a ser utilizados”.

As centenas de incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram pelo menos 35 mortos e dezenas de feridos, além de terem obrigado a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas.

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública, abrangendo todos os distritos a norte do Tejo, para assegurar a mobilização de mais meios, principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios.

Portugal acionou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e o protocolo com Marrocos, relativos à utilização de meios aéreos.

Esta é a segunda situação mais grave de incêndios com mortos este ano, depois de Pedrógão Grande, no verão, um fogo que alastrou a outros municípios e que provocou 64 mortos e mais de 250 feridos.