cantina-escolarSegundo Francisco Figueiredo, do Sindicato da Hotelaria do Norte, em causa estão os “sucessivos incumprimentos salariais” por parte da empresa, registados desde o ano letivo 2010/2011.

“Não tem pago as compensações por caducidade do contrato e há diferenças nos subsídios de férias e de natal”, referiu.

Em relação à compensação por caducidade, os trabalhadores terão a receber, cada qual, entre 150 a 450 euros, enquanto que os valores em falta dos subsídios ascenderão a 600 euros.

A Lusa contactou a empresa (Nobrecer) para tentar ouvir a administração, mas até ao momento sem sucesso.

Entretanto, e ainda segundo Francisco Figueiredo, hoje estão a registar-se greves também em cantinas de alguns hospitais, em protesto contra o “roubo” no pagamento do trabalho nos feriados.

De acordo com o sindicalista, os hospitais de Vila Real, Chaves, Famalicão, Viana do Castelo, Ponte de Lima e Prelada (Porto) estarão a registar uma adesão à greve “praticamente a 100%”, apenas sendo assegurados os serviços mínimos.

As empresas responsáveis pelo fornecimento das refeições estarão a pagar apenas 25% do valor que pagavam pelo trabalho em dia feriado.

SANTO_TIRSO_BTL_finalO Município de Santo Tirso vai participar, pela primeira vez, na BTL-Feira Internacional de Turismo, que se realiza de 12 a 16 de março, em Lisboa, com o objetivo de promover no maior certame turístico nacional as potencialidades do concelho junto dos 60 mil visitantes esperados na feira, entre profissionais do setor e público.

Depois de, em fevereiro, ter marcado presença, também pela primeira vez, no maior evento gastronómico da Península Ibérica, em Ourense, Espanha, o Município de Santo Tirso dá agora a conhecer-se na BTL-Feira Internacional de Turismo, integrado no stand do Turismo Porto e Norte de Portugal.

A presença de Santo Tirso na maior feira de turismo de Portugal é o resultado de uma aposta estratégica feita pelo executivo municipal liderado por Joaquim Couto, que definiu como uma das prioridades para o mandato iniciado em outubro a área do Turismo. “O concelho tem um património invejável que precisa de ser promovido interna e externamente, em certames como a BTL, com vista a atrair turistas a Santo Tirso”, sublinha o presidente da Câmara, para quem a participação do Município na Feira Internacional de Turismo “é mais um passo no sentido de impulsionar um setor municipal que pode crescer muito nos próximos anos”.

Para Joaquim Couto, em Santo Tirso, “há um conjunto de potencialidades na área do Turismo que justifica uma promoção integrada no stand do Turismo Porto e Norte”, nomeadamente a riqueza gastronómica, com os famosos jesuítas, o artesanal Licor de Singeverga ou os Vinhos Verdes, únicos no Mundo; arquitetónica, de que é expoente máximo o Mosteiro de S. Bento, património nacional e candidato a património da Humanidade; cultural, com a existência do único Museu Internacional de Escultura Contemporânea ao Ar Livre na Europa; paisagística, entre outras.

“O Turismo tem crescido exponencialmente em Portugal e é hoje um setor incontornável no desenvolvimento do país, pelo que Santo Tirso não pode ficar para trás na estratégia de promoção da região e do país aquém e além-fronteiras”, defende o presidente da Câmara, dando a garantia de que o Município “vai passar a estar representado em certames que possam, direta e indiretamente, atrair não apenas turistas como também investimentos, como é o caso da BTL”.

A participação de Santo Tirso na Feira Internacional de Turismo fica marcada, no dia da abertura, 12 de março, por duas provas comentadas do Licor de Singeverga, da responsabilidade de Frei Pedro, monge do Mosteiro de Singeverga, local onde é produzido o único licor português exclusivamente conventual, e dos jesuítas e limonetes, a cargo de Luísa Pelayo, representante da Confraria do Jesuíta.

Outro dos pontos altos da presença do Município na BTL terá lugar a 14 de março, dia dedicado aos Vinhos Verdes, com provas orientadas por profissionais e enólogos da Adega Cooperativa de Santo Tirso, Escola Profissional Agrícola Conde S. Bento, Quinta de Covas e Quinta de Gomariz.

Para além de aproveitar a realização da Feira Internacional de Turismo para promover a candidatura do Mosteiro de S. Bento a Património Mundial da Humanidade, Santo Tirso vai ainda levar à FIL o golfe do Vale Pisão, os bombons da Cooperativa de Apoio à Inserção do Deficiente, as bolachas conventuais de Santa Escolástica, ou um workshop de Delfim Manuel, um dos mais conceituados artesãos do país.

Por fim, a participação de Santo Tirso na BTL far-se-á ainda sentir no espaço do Parque das Nações pela atuação do Rancho Típico de Santa Maria de Reguenga e pela presença da rainha e princesa do Vinho Verde do concelho.

PROGRAMA

Dia 12 | quarta-feira

10h00

Abertura da feira

11h00

Prova comentada e degustação do Licor de Singeverga

12h00

Prova comentada e degustação de jesuítas e limonetes

14h30

Promoção do Golfe de Vale Pisão

Dia 13 | quinta-feira

10h00

Degustação de mel da Encosta da Assunção

Degustação de jesuítas e limonetes

15h00

Degustação de bombons da CAID

Degustação de Licor de Singeverga

Projeção de filmes promocionais de Vale Pisão, Termas das Caldas da Saúde e artesanato

Dia 14 | sexta-feira

12h00

Participação da rainha e princesa do Vinho Verde de Santo Tirso

 

16h00

Prova de vinhos, orientadas pela Adega Cooperativa de Santo Tirso, Escola Profissional Agrícola Conde S. Bento, Quinta de Covas e Quinta de Gomariz

Degustação das bolachas conventuais de Santa Escolástica

Dia 15 | sábado

13h30

Workshop de artesanato dirigido por Delfim Manuel

Projeção de vídeo promocional

 

15h30

Promoção das Termas das Caldas da Saúde

16h30

Atuação do Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga

Dia 16 | domingo

15h00

Promoção das Termas das Caldas da Saúde

Fabrica STTA Volkswagen voltou a escolher a portuguesa Copo Têxtil para equipar, desta vez, o tecido dos tectos e pilares e o tecido dos assentos, dos modelos Passat e Sharan & Alhambra, respetivamente, num contrato que tem um valor total de €23,4M.

Depois de, no início do ano, a empresa de Santo Tirso ter fechado um contrato de 4 anos, no valor total de €14M pelo VW Polo, foram agora adjudicados mais dois modelos da marca Volkswagen.

“O modelo Passat é um contrato de 7 anos, com um valor total de €18,9M e o Sharan & Alhambra representa €4,5M em 3 anos”, explica Gilmar Padeiro, diretor da Copo Têxtil Portugal.

Os 213 mil automóveis Volkswagen Passat que vão ser revestidos com os tecidos da Copo Têxtil estarão disponíveis no mercado a partir de janeiro de 2015 em todos os países da União Europeia e, também, na Rússia.

Por sua vez, os 60 mil VW Sharan & Alhambra que contarão com os tecidos dos assentos fornecidos pela empresa portuguesa estarão disponíveis, a nível mundial, apenas a partir de maio de 2015.

“A adjudicação destes modelos é muito importante para nós e representa um aumento total de 16% no volume de negócios anual previsto, 10% o modelo Passat e 6% o Sharan & Alhambra”, explica o responsável.

O fornecimento do modelo Passat requer, ainda, que a Copo Têxtil faça um investimento de 300 mil euros quer na ampliação da capacidade de tinturaria e acabamento quer na contratação de mais recursos humanos.

A adjudicação de mais 2 modelos por parte da Volkswagen representa para a Copo Têxtil Portugal uma consolidação no maior construtor Automóvel Europeu.

aguaxcAs Câmaras da Trofa e de Santo Tirso dizem não ter ficado surpreendidas com o relatório do Tribunal de Contas sobre o setor das Águas que diz haver “desequilíbrio” na concessão nestes municípios e querem dialogar com a concessionária.

Em declarações à Lusa, o presidente da autarquia da Trofa, Sérgio Humberto afirmou que o contrato de águas com a INDAQUA Santo Tirso/Trofa, S.A. (concessionária) é “altamente penoso” para o município ao qual preside, enquanto o presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto disse “não estar surpreendido” pois as questões constantes do relatório tinham sido alvo de “discussão interna”.

Ambos os autarcas reagiam à notícia de que uma auditoria do Tribunal de Contas (TdC) às parcerias público-privadas no setor das Águas considerou que a concessão nos municípios de Santo Tirso e da Trofa tem uma “matriz de risco desequilibrada” por ser “altamente penalizadora” para estas autarquias.

14094934Micaela Oliveira foi ameaçada de que se não entregasse 24 mil euros seriam divulgados vídeos alegadamente comprometedores da filha, de 18 anos. A extorsão foi orquestrada por um estudante, de 19 anos, do círculo de amigos da jovem, que acabou detido e levado, ontem, ao Tribunal de Santo Tirso. Ficou em liberdade, mas com a obrigação de apresentar-se semanalmente num posto policial, desconhecendo-se se foi aplicada mais alguma medida de coação.

O estudante terá exigido dinheiro para não fazer chegar à imprensa cor de rosa filmagens em que a filha da estilista assumiria comportamentos que poderiam pôr em causa a imagem da jovem. Após várias mensagens de chantagem, Micaela Oliveira decidiu denunciar a situação às autoridades. Foto: Lux

STS1O Conselho Económico e Social de Santo Tirso (CESST), que integra mais de 50 instituições, quer apostar no turismo, na gastronomia, na arqueologia e na arquitetura para “desenvolver políticas que levem a uma maior participação da comunidade local”.

Em comunicado, a Câmara de Santo Tirso, que integra o Conselho Económico e Social deste concelho, revelou que quarta-feira à noite este órgão reuniu pela primeira vez após as eleições autárquicas de setembro, sendo uma das ambições fazer com que esta estrutura reúna mais frequentemente.

Os intervenientes do CESST querem, igualmente, fazer “uma aposta estratégica em termos de promoção do concelho, numa lógica turística, gastronómica, arqueológica e arquitetónica, e do desenvolvimento de políticas ativas que levem a uma maior participação cívica da comunidade local”, refere o comunicado.

Ao todo são cerca de 50 as instituições que fazem parte do CESST desde entidades sociais a associações empresariais, desportivas e recreativas, bem como Juntas de Freguesia.

Um dos compromissos assumidos pela autarquia de Santo Tirso foi “apoiar e dinamizar o comércio tradicional, promovendo, ao mesmo tempo, os produtos locais”.

“O CESST deve ser o mais amplo possível, agregando todos os quadrantes da comunidade local, para traduzir uma realidade que se pretende próxima dos problemas das pessoas e abrangente, no sentido de não deixar nenhuma franja social e da atividade económica de fora”, referiu o presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto.

O autarca considerou, conforme se lê no comunicado, que o CESST “é um instrumento fundamental na definição das políticas públicas municipais”, pois poderá contribuir com as suas propostas para “uma melhor resposta a dar aos problemas concretos da população de Santo Tirso”.

sts_fotoA Câmara de Santo Tirso duplicou o subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento e aumentou os valores a atribuir às famílias beneficiadas. A verba global deste programa passou de 125 mil para 250 mil euros, na expetativa de responder aos vários pedidos de apoio que chegam ao serviço de Coesão Social. Em 2013, foram abrangidas 150 famílias. No final de 2014, espera-se que o programa chegue a mais de 250.

O novo regulamento do subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento foi, esta terça-feira, dia 18 de fevereiro, aprovado por unanimidade em reunião do executivo camarário. O presidente da autarquia, Joaquim Couto, lembrou que a medida terá grande impacto nas famílias, não só pelo aumento da verba destinada a este programa, que permitirá abranger mais casos, mas também por força do aumento dos valores atribuídos aos beneficiários. O valor mínimo passa de 25 para 50 euros, enquanto o valor máximo sobe de 125 para 150 euros.

“O subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento foi criado nos anos 90 e mantém os objetivos que estiveram na sua génese, tendo inúmeras vantagens para a população”, explicou Joaquim Couto. Uma das mais evidentes “prende-se com o facto de garantir casa às famílias com problemas económicos, garantindo a sua inclusão social”.

“Em Santo Tirso, não queremos construir mais habitação social. Iremos privilegiar o Apoio Municipal ao Arrendamento, de forma a não estigmatizar quem necessita de ajuda”, referiu o presidente da Câmara. Além disso, enumerou, “este programa tem como vantagem o facto de permitir a mobilidade dos inquilinos, que não ficam reféns de um empréstimo bancário, no caso de terem necessidade de mudar de habitação, e, por outro lado, ajuda a construir uma bolsa de arrendamento municipal”.

O subsídio de Apoio Municipal ao Arrendamento está dividido em cinco escalões: no primeiro, o apoio é de 50 euros; no segundo, 75 euros; no terceiro, 100 euros; no quarto, 125 euros; e, no quinto e último escalão, 150 euros. Os apoios são calculados de acordo com os rendimentos do agregado familiar, sendo que o novo regulamento hoje aprovado introduz uma alteração significativa. Para efeitos de atribuição, serão tidos em conta os membros do agregado que não auferem de qualquer vencimento, pelo que, ao rendimento mensal bruto da família, será deduzido 1/10 do salário mínimo nacional por cada dependente. “Esta alteração é muito importante, dado que permite uma análise mais real dos rendimentos da família e a atribuição do subsídio de uma forma mais justa”, justificou Joaquim Couto.

Pegando num exemplo prático: um casal com dois filhos menores, em que apenas um dos elementos trabalha, auferindo o salário mínimo, poderá ter o apoio máximo de 150 euros na sua renda mensal.

Na reunião do executivo municipal, foi também aprovado, por unanimidade, o regulamento do Plano Municipal de Emergência Social, já anunciado pela Câmara. Para este programa, a autarquia destinou 150 mil euros. O programa visa dar apoio extraordinário às famílias expostas a condições de extrema vulnerabilidade social e financeira e que não se integram nas respostas disponibilizadas pelos serviços tradicionais. Destina-se, acima de tudo, “a pessoas que se encontrem numa situação de carência que ponha em causa a sua subsistência”.