descentralizarA Junta de Freguesia da União de Freguesias de Carreira e Refojos foi o local escolhido para realizar a segunda reunião pública descentralizada do executivo da Câmara de Santo Tirso. Nesta nova forma de gestão municipal, o presidente da autarquia, Joaquim Couto, relembrou os objetivos da iniciativa, um dos quais “é permitir aos cidadãos perceber como é que as decisões políticas são tomadas”.

Por outro lado, as sessões públicas são um instrumento de participação que a população tem disponível, tornando o contacto entre os eleitores e os eleitos mais direto. “A política faz-se com as pessoas e estas reuniões descentralizadas contribuem para uma democracia local mais participativa e mais próximas dos cidadãos”, realçou Joaquim Couto, perante uma plateia composta por cerca de duas dezenas de munícipes que esta terça-feira, dia 18 de março, assistiram à reunião camarária. 

A sessão municipal ficou marcada pela aprovação de todos os pontos constantes da ordem do dia e que incidiram, sobretudo, na atribuição de diversos apoios a instituições e juntas de freguesias, num total de 13 050 euros. A maior fatia deste valor, 6750 euros, teve como destino diversas entidades envolvidas na organização do desfile de Carnaval de dia 28 de fevereiro, envolvendo mais de 2500 participantes.

Foram, ainda, aprovadas por unanimidade as propostas de atribuição de um subsídio de 1500 euros para a Junta de Freguesia de Vilarinho, para placas toponímicas, bem como um subsídio de 4500 euros para as festas de Vila das Aves, promovida pela Junta de Freguesia, que se realizam entre 4 e 6 de abril. A terminar a ordem do dia, a Comissão de Festas de S. Rosendo recebeu um subsídio municipal no valor de 300 euros.

Antes do início da reunião do executivo, o presidente da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Carreira e Refojos, Luciano Cruz, congratulou-se com a iniciativa do presidente da Câmara Municipal em descentralizar as sessões públicas municipais. “É uma medida extramente importante, até porque há pessoas que não participam nestas reuniões porque não têm possibilidade de se deslocar até à Câmara”, apontou.

Joaquim_Couto250214A partir de hoje, dia 25 de fevereiro, 16 desempregados residentes no concelho vão exercer funções nas áreas da limpeza e higiene urbana, jardinagem e espaços verdes, manutenção de vias, espaços públicos e apoio aos espaços desportivos ao serviço do Município de Santo Tirso. A medida insere-se no programa Contrato Emprego-Inserção, apoiado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), e tem a duração de um ano. Os contratos com os 16 desempregados de Santo Tirso foram hoje assinados, no salão nobre, pelo presidente da Câmara, Joaquim Couto.

“As Câmaras não criam empregos – quem cria emprego são as empresas –, mas podem contribuir para fazer face a situações de vulnerabilidade social, com o obejtivo de promover e melhorar as competências socioprofissionais de quem está desempregado e quer valorizar-se do ponto de vista profissional”. Quem o diz é Joaquim Couto, presidente da Câmara de Santo Tirso, depois de ter assinado os contratos que abrem portas a um emprego a 16 desempregados inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Por outro lado, para Joaquim Couto, a contratação dos 16 beneficiários do subsídio de desemprego “vai permitir colmatar um conjunto de necessidades diagnosticadas desde que este executivo municipal tomou posse”, nomeadamente em áreas como a limpeza e higiene urbana, a jardinagem, os espaços verdes e a manutenção de vias, bem como os espaços públicos e o apoio aos equipamentos desportivos do concelho.

Ou seja, conclui Joaquim Couto, “ficam os dois a ganhar com esta medida. A Câmara satisfaz um conjunto de necessidades temporárias e as pessoas têm a oportunidade de se valorizar profissionalmente, sendo remuneradas pelo trabalho que fazem”.

Os 16 desempregados que a partir de hoje passam a estar ao serviço do Município de Santo Tirso têm idades entre os 45 e os 53 anos de idade, com habilitações entre o I Ciclo e a frequência do Ensino Superior. Pelas funções que vão desempenhar nos próximos 12 meses, os beneficiários do subsídio de desemprego receberão uma bolsa mensal complementar no valor de 20 por cento do Indexante de Apoio Social (IAS), fixado nos 419.22 euros. Ao todo, o Município de Santo Tirso vai assumir até ao final do contrato um encargo financeiro de mais de 41 mil euros. Os desempregados têm direito, para além da bolsa mensal, a despesas de transporte, subsídio de alimentação por cada dia de atividade e seguro que cobre os riscos inerentes ao exercício da atividade.

Desde que o presidente da Câmara lançou este tipo de políticas de emprego destinadas a residentes no concelho, com vista a dar uma resposta, imediata, à população desempregada de Santo Tirso, já foram abrangidos por esta medida, de 1997 a fevereiro deste ano, 1338 pessoas.

andreia_netoA Deputada pelo PSD à Assembleia da República apresentou-se como candidata à Comissão Política Concelhia do PSD de Santo Tirso e segundo informações recolhidas avizinha-se como única candidata à posição, substituindo Alírio Canceles num dos momentos mais negros da história do PSD a nível concelhio. A eleição realiza-se no próximo dia 28 de Fevereiro das 20:30/23:30 na sede do PSD Local.

psd_ppmAlírio Canceles, coordenador de vereadores  do PSD-PPM propões,  no âmbito da reorganização da rede do TUST, a inclusão na linha três do acesso à nova extensão do Centro de Saúde das Caldas em Areias, que como se sabe, já se encontra em pleno funcionamento, bem com,  a ligação  através da  linha  seis e a partir de São Miguel do Couto  à freguesia de Monte Córdova (bombas de gasolina de Santa Luzia).

Também o acesso aos equipamentos públicos, nomeadamente aqueles que são de utilização regular, como é o caso dos centros de saúde, “deve constituir uma prioridade na adoção de políticas de mobilidade e de transportes públicos”, reforçou aquele vereador.

uf_saomartinho080214Depois de uma primeira avaliação interna  às contas da tesouraria campanse feita pelo novo executivo, donde saíram números que rondavam os 86 mil euros de “buraco financeiro”, a auditoria feita às referidas contas da Junta de S. Martinho do Campo, e que havia sido aprovada por maioria PS, em assembleia extraordinária, foi eloquente e taxativa no resultado final num documento com 20 páginas: 96.055.46 euros de dívida. Mais 10 mil euros que o inicialmente apontado por Marco Cunha presidente da agregação de freguesias que pretende ver este “assunto concluído de vez”, como afirmou na Assembleia que decorreu no passado Sábado, dia 08 de Fevereiro no salão nobre da Junta Campense.

Resultante de uma gestão “mais rigorosa” da Junta de S. Mamede e de S. Salvador, entraram na agregação cerca de 25.228.06 euros. Dinheiro que serviu, segundo Marco Cunha para pagar salários e diminuir à divida existente. Perante este cenário, Marco Cunha não vê a “necessidade” de se fazer uma auditoria às contas da extinta junta de S. Mamede de Negrelos nem da extinta junta de S. Salvador do Campo como é pretensão da bancada do PSD